COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Análise do Café de 22/12/14

CAFÉ

Na última sexta-feira o USDA soltou o último relatório do café, sendo que neste informa que haverá um aumento de produção mundial e brasileira, com menor consumo na União Européia, Estados Unidos e no Mundo, porém no Brasil o consumo se mantém. Os estoques mundiais brasileiros e da União Européia serão maiores, no próximo ano. Há uma perspectiva de aumento de exportações do Brasil, porém a mundial será menor. Nos principais países as importações, União Européia, Estados Unidos, Japão, serão menores, assim como a mundial. A Conab também liberou o Acompanhamento de Safra Brasileira de Café, e divulgou que há um aumento nas exportações, a produção e produtividade foi menor este ano, porém a área em formação está maior. O mercado reagiu levando as cotações para baixo. A análise gráfica das cotações em Nova York indica que o produto continua a testar a linha de US$ 1,72. Os indicadores técnicos dão suporte para continuidade de baixa nos preços. Na BM&F a análise gráfica indica que o mercado está testando os US$ 210,00. A análise técnica indica que devemos seguir em baixa da commodities.

TIAGO JURCA

Esta é minha última postagem de análise deste ano, estou entrando de férias e voltarei apenas em 05/01/2015. Desejo a todos um ótimo Natal, e um próspero Ano Novo.


TIAGO JURCA

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Análise de 18/12/14

MILHO
A boas condiçoes das lavouras brasileiras são devidas as chuvas regulares nas regiões produtoras. Os produtores ainda estão segurando a comercialização da produção da safrinha e da safra 2014/15 plantada. Há aumento de estoques, com menor intensão de consumo e exportação, como uma menor produção devido a redução da área plantada. A análise gráfica da BM&F indica que o produto está testando a linha dos RS 30,00, porém hoje foi um dia com pouca negociação.
As condições climáticas para o desenvolvimento das lavouras argentinas está ajudando, apesar de atrapalhar a implantação. A análise gráfica na CBOT indica que a commodities continua testando a resistência dos US$ 4,10.

SOJA
Os registros de chuvas nas regiões produtoras brasileiras e argentinas tem dado condições para o bom desenvolvimento da cultura em ambos os paises, assim como no Paraguai. Há poucos registros de comercialização antecipada pelos produtores. Há perspectivas de aumento no consumo interno do produto e derivados, como aumento na exportação e estoques finais, tanto no Brasil quanto na Argentina. A análise gráfica indica que o produto continua entre US$ 10,00 e US$ 10,50.

AÇÚCAR
Com a divulgação do Levantamento de Safra de Cana-de-Açúcar hoje, tivemos a constatação de que os últimos meses de trabalho das usinas este ano, foram ajudados com chuvas nas regiões produtoras, melhorando a qualidade e quantidade da cultura, porém as mesmas atrapalharam os operações de colheita. Para a próxima safra continuaremos com restirção de precipitação nos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, porém os estados de Goias e Mato Grosso do Sul terão chuvas regulares. Há relatos de aumento de área, porém com menor produtividade, acarretando numa menor produção, devido a falta de indices pluviométricos. Haverá uma redução na produção de açúcar por parte das usinas em favorecimento do etanol. A análise gráfica indica que a commoditie continua em queda, sendo que houve uma recuperação nos preços esta semana, sendo que poderá se recuperar até US$ 15,30,caso não rompa poderá voltar a cair e testar novamente a cotação dos US$ 14,60. A análise técnica indica que deveremos continuar com preços descendentes.


TIAGO JURCA

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Analise de 18/12/14

MILHO
Apesar de nas grandes regiões produtoras no Brasil o clima estar ajudando o desenvolvimento da cultura, em algumas áreas pontuais há perdas significativas, como no Rio Grande do Sul, e Nordeste brasileiro, há áreas com baixa precipitação. A análise gráfica da BM&F indica que o produto não conseguiu romper a linha dos R$ 31,00 e deve ir testar a linha de suporte dos R$ 27,50. A análise técnica dá suporte para a queda, porém deveremos nos manter atentos a cotação do dollar.
Na Argentina o relatório mensal da MINAGRI informa que o país deverá aumentar a produção do grão na safra 2014/2015. Sendo que a demanda interna também aumentará, especialmente para o consumo animal. A expectativa de exportação é de diminuição. A análise gráfica na CBOT indica que a commoditie continua a testar a linha de US$ 4,10. A análise técnica dá não dá indicios para qual lado o mercado irá.

SOJA
O clima tem ajudado o desenvolvimento nas grandes regiões produtoras, porém está dificultando o plantio em regiões do Rio Grande do Sul e do MATOPI, especialmente pela falta de chuva, há registros de que em determinadas regiões está havendo necessidade de replantio. Na Argentina o rolatório da MINAGRI detalhou que há aumento de área com plantio de soja, e consequentemente aumento de produção, há expectativas de exportação maiores assim como de consumo interno do produto, porém há também aumento do estoque final. A análise gráfica indica que a commoditie não apresentou força pra romper a linha de US$ 10,20 e está voltando a subir em busca da linha de US$ 10,50. A análise técnica dá suporte para esta tentativa.

ALGODÃO
Com o fim do vazio sanitário no estado do Mato Grosso, o plantio está com evolução. Há registros de que algumas áreas não respeitaram o limite de vazio sanitário, iniciando o plantio antecipado. A demanda externa pelo produto tem elevado os preços no mercado interno, e a desvalorização do real desta última semana ajudou nos negócios, porém os agentes estão retraidos pela proximidade do final do ano. A análise gráfica indica que o mercado está testando a linha dos US$ 61,00, porém sem força para rompe-lo, variando entre US$ 61,00 e US$ 59,00, com tendência de alta. A análise técnica dá suporte para queda ao longo prazo e alta no curto prazo.


TIAGO JURCA

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Análise de 17/12/14

MILHO
Com a desvalorização do real frente ao dollar, a exportação é favorecida. As condiç    ões climáticas brasileiras estão propicias para o desenvolvimento da cultura na maioria das regiões. A comercialisação do produto pelos produtores está ainda retraida. A análise gráfica da BM&F indica que hoje a commoditie pode ter tido apenas uma correção, porém pode voltar a cair e testar a linha de R$ 28,00.
As condições climáticas está favorecendo o desenvolvimento da cultura na Argentina. A comercialização dos produtores norte-americanos continua lenta. As exportações continuam na média. A análise gráfica da CBOT indica que a commoditie não está tendo força para romper a linha de resistência dos US$ 4,10. A análise técnica dá suporte para que o produto permaneça neste campo.

SOJA
As condições climáticas tem ajudado o desenvolvimento das lavouras brasileiras, porém tem atrasado o plantio na Argentina. A valorisação do dollar frente ao real favorecerá ainda mais as exportações de soja e derivados. A comercialisação das lavouras estão lentas, pelos produtores estarem esperando preços melhores, o que faz a commoditie continuar em alta. A análise gráfica indica que o mercado continuará sendo negociado entre US$ 10,00 e US$ 10,60.

TRIGO
A colheita argentina continua atrasada devido chuvas nas regiões produtoras. As exportações norte-americanas encontram-se na média dos últimos anos. As importações brasileiras estão aquecidas porém com aumento para o glutém e misturas, com redução para trigo grão e farinha. Com a crise Russa e Ucraniana, as importações de produtos destes paises será beneficiada, o que poderá baixar os preços dentro do país para os produtores. A análise gráfica em Chicago indicam que os preços deverão continuar subindo até testar a linha de resitência dos US$ 6,60. A análise técnica dá suporte para a commoditie continuar em BULL MARKET.

TIAGO JURCA
CASO RÚSSIA E LEITE EUROPEU
Caso se consolide uma crise russa, fazendo com que a população perca grande poder de compra, fará com que os preços de suínos, bovinos e aves, que o Brasil exporta grandes quantidades para este país. Logo os preços de produtos que estes animais usam, como milho e soja para o confinamento, terá reflexo nos preços, provavelmente para baixo no mercado interno brasileiro. Caso o Brasil consiga abrir o mercado chinês para estas commodities, suínos, bovinos e aves, não teremos grandes reflexos nos preços.

Com o fim das cotas de produção de leite na União Européia já sabemos que países produtores como Uruguai, Austrália, Estados Unidos, Nova Zelândia e Argentina, como exemplo de países, já vem aumentando a produção de lácteos. Assim os preços internacionais provavelmente irão cair, devido a demanda que deverá não atender a toda a produção. Lembro a todos também que a produção de leite também é uma cadeia que absorve grandes quantidades de milho e soja no mercado interno.


TIAGO JURCA

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Análise de 16/12/14

Milho
Com a alta do dollar nas últimas semanas, o milho tem seguido o mesmo caminho. Os estoques continuam altos e o clima para o desenvolvimento das lavouras tem ajudado. As industrias estão parando as compras neste mês, o que deve diminuir a comercialização dos produtores. A análise gráfica indica que o produto deverá continuar a escalada dos preços, motivada pela redução da área e produção, e também pela alta do dollar. A análise técnica também dá suporte à alta.
Na Argentina o clima tem ajudado o desenvolvimento da cultura, porém o plantio segue atrasado. As chances de EL NIÑO tem se intensificado o que poderá ajudar o desenvolvimento da cultura tanto ao Brasil quanto a Argentina. A análise gráfica indica que o produto está tentando se sustentar acima dos US$ 4,00. A análise técnica indica que o produto continuará tendo alta.

Soja
Com a alta do dollar, os preços no mercado interno tem aumentado também, apesar da baixa na cotação na CBOT. As fábricas brasileiras tem diminuindo o ritmo de esmagamento e entrando de férias. O clima tem ajudado as lavouras plantadas mais tarde, semana passada o estado do Mato Grosso terminou o plantio, assim como a Bahia. O EL NIÑO tem grandes chances de atuar no início do ano, o que irá ajudar na época de enchimento de grão. Na Argentina as chuvas tem ajudado o desenvolvimento da cultura, e atrapalhado o plantio que segue atrasado. A análise gráfica indica que o produto está em busca da linha dos US$ 10,00. A análise técnica dá suporte para a queda dos últimos dias.

Café
As chances de redução de produção estão cada vez maiores, devido ao atraso da florada por causa da falta de chuvas na época necessária, assim como a “pegada” das flores fecundadas. As chuvas estão reguladas nas regiões produtoras e ajudam as lavouras a se recuperarem da época de seca. A análise gráfica indica que o produto está testando a linha dos US$ 177,00 em Nova York, a análise técnica indica que a commoditie erá romper esta linha. Na BM&F a análise gráfica indica que o produto está testando a linha dos US$ 215,00, a análise técnica indica que o produto deverá continuar a baixa dos preços.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Analise de 15/12/14

Milho
A baixa comercialização do produto pelos produtores, tanto da safra 2013/14 quanto da 2014/15, tem sustentado o preços no mercado. Além da redução da área de plantio, e produção do grão. O clima está ajudando no desenvolvimento da cultura. Na BM&F devido a baixa negociação os preços se mantiveram estáveis.
Na Argentina o clima também tem ajudado tanto o plantio que se desenvolve quanto o estabelecimento da cultura. A baixa comercialização do produto pelos agricultores norte-americanos tem sustentado o preço em Chicago. A analise gráfica dá suporte para alta do produto, caso sustente rompimento dos US$ 4,00. A analise técnica dá suporte também para a alta dos preços.

Soja
Com a alta dos preços nos últimos dias e a alta do dollar, fez com que os produtores brasileiros aumentassem a comercialização da safra 2014/15. O clima no Brasil está ajudando o desenvolviemnto da cultura. Na Argentina o clima também está ajudando o planito e desenvolvimento. A analise gráfica dá suporte para queda caso rompa a linha de US$ 10,35.

BOI
A oferta de animais, com o final do ano, tem se estabelido alta, com aumento da escala de abate, de animais adivindos de confinamento. O clima tem ajudado as pastagens nas regiões produtoras. E o aumento da demanda está sustentado nas festas de finais de ano. A análise gráfica indica que o protudo irá testa a linha de suporte de R$ 140,00. A análise técnica dá suporte para este teste. Com o baixo volume de comercialização na BM&F o preço do boi gordo teve uma pequena queda.


domingo, 14 de dezembro de 2014

Analise de 12/12/14

Milho
Com o clima favorável para o desenvolvimento da cultura no brasil devemos ter uma produção boa. As condições das lavouras está boa, sendo que as chuvas estão normalizadas. A comercialização pelos produtores mato-grossenses está adiantada, devido a alta nos preços na região.
O clima está favorável para a cultura na argentina, fazendo com que deva ter uma boa produção. O plantio encontrasse na média.

Soja
O plantio na Argentina encontrasse na média, sendo que o clima está favorável para o desenvolvimento da cultura. No Brasil apesar de ter problemas em algumas áreas, o plantio nas principais regiões encontrasse praticamente finalizados, com chuvas regulares, o que melhora o desenvolvimento da cultura que sofreu no início por causa da seca na época de plantio.

Algodão
A comercialização da safra 2013/14 dos produtores encontra-se na média. No levantamento de safra da conab, houve uma redução na área de plantio o que resultou numa redução na produção brasileira. O clima está favorável nas regiões produtoras, com algumas áreas com pouca chuvas. O plantio iniciado no mato grosso está se desenvolvendo bem. O usda divulgou o relatório mensal reduzindo a produção brasileira, chinesa e mundial, porém com aumento da produção norte-americana. O consumo deve aumentar na China, Índia, Estados Unidos e dando um aumento mundial, apesar de prever que o Brasil irá reduzir o consumo. Há uma redução nas exportações norte-americanas e indiana, com uma redução mundial, as exportações brasileiras tem previsões de aumentar. Os estoques mundiais, chineses, indianos e norte-americana deverão aumentar, porém os estoques brasileiros terão uma redução.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Analise de 11/12/14

MILHO
Com a chuvas esparsas esta semana nas regiões produtoras. E a baixa comercialização dos produtores fizeram com que recuperasse os preços de 15 dias. A analise gráfica indica que devemos continuar em alta, para busca a linha de resistência de R$ 32,00, na BM&F.
Na CBOT as cotações estão subindo devido a baixa comercialização dos produtores norte-americanos, e as exportações aquecidas. Os preços hoje recuperaram patamares de julho de 2014. A analise gráfica indica que devemos continuar em alta até testar a linha de suporte dos US$ 4,40 ou até US$ 4,70. A analise técnica dá suporte para a continuidade de alta.

SOJA
A alta do dollar tem feito os produtores brasileiros não compreenderem de fato a cotação real da soja em Chicago, as repetidas altas do preço do dollar tem feito com que a soja mantenha patamares altos, porém os produtores não podem se esquecer que também pagará produtos importados com este preço de dollar, fazendo com que isto se torne um custo a mais para as próximas safras. As exportações norte-americanas continuam aquecidas e as brasileiras estão em declino devido ao final do ciclo de exportações. A analise gráfica indica que tivemos uma recuperação técnica no dia de hoje após a forte baixa de ontem.

AÇÚCAR
Com o encerramento da produção das usinas na região centro-sul do Brasil esta semana, ocorrida por causa da queda de moagem, comparada ao ano passado, devido a chuvas que atrapalharam a colheita no mês de novembro, e a seca durante o ano marcam esta semana. O consumo de etanol tem aumentado após o aumento do preço da gasolina. Esta semana também houve uma redução no ritmo de negócios de açúcar devido ao fim da época de produção. Esta semana o açúcar teve uma leve recuperação de preços em Nova York, porém hoje reverteu estas recuperações. A analise técnica dão suporte para a continuidade de baixa do preço do produto. A analise gráfica o mercado testará o suporte de US$ 15,00 caso rompa deverá cair até os US$ 14,00.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Analise de 10/12/14

MILHO
Hoje o Levantamento da Safra divulgado pela Conab, confirmou que estamos tendo condições favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de milho. A área está estável quando comparada ao último levantamento, porém há um aumento de produção. Apesar disto na bolsa o cereal teve mais uma alta. E deverá ir buscar a casa do R$ 30,00.
O baixo interesse do produtor norte-americano em realizar vendas de milho tem dado sustentação para o aumento dos preços verificadas nos últimos dias. O USDA divulgou o relatório mensal de oferta e demanda. Foi verificado um aumento de 2% nos estoques mundiais, na safra 2013/14. Porém as projeções para 2014/15 há um aumento em 0.3% nos estoques mundiais, sendo que a China deverá aumentar em 1,3%, já os Estados Unidos diminuiu em 0,5% e a União Européia em 2,6%, no Brasil não há mudanças. Pela analise gráfica os preços deverão continuar a subir, e a analise técnica também dá suporte para a alta.

SOJA
A Conab divulgou que houve um aumento de área plantada com soja, comparada com o ano passado, no Brasil e um aumento significativo na produção da safra 2014/15 em comparação com o último levantamento. Grande parte está implantada, com condições favoráveis devido a chuvas regularizadas nas regiões produtoras. O USDA reduziu o estoque brasileiro em 1,5%, isto devido ao aumento do uso doméstico no, e o mundial em 0,5%. A projeção para a safra 2014/15 há uma queda de 0,5% nos estoques mundiais, sendo que os Estados Unidos deve aumentar em 9%, o Brasil tera uma queda em de 2% e a Argentina em 0,5%. A analise gráfica indica que os preços irão testar novamente os US$ 10,00, assim como a analise técnica.

TRIGO

O relatório Argentino informa que há um aumento da produção do trigo, porém a colheita esta atrasada. O Levantamento de Safra da Conab informou que a área de plantio brasileiro deverá se manter estável, porém com uma produção menor devido à problemas climáticos. Também informou que a produção brasileira da safra 2013/14 foi menor que o esperado devido a chuvas. A importação está abaixo da média. O relatório do USDA divulgou um aumento de estoques mundial em 0,2%. E o projetado um aumento em 1% nos estoques mundiais para 2015, sendo que os estoques norte-americanos deverão aumentar em 1,6%, o Russo em 7,2%, e o Ucraniano uma redução de 4,8%. A análise gráfica indica que caso rompa a casa dos US$ 580,00 deverá buscar os US$ 550,00 ou US$ 540,00. 

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Analise de 09/12/14

MILHO
O aumento dos preços no estado do Mato Grosso , tem feito com que os produtores locais aumentem a oferta de produto. A área de plantio no estado do Paraná está completa, sendo que a agora a maior parte das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, tendo também áreas com frutificação. Na BM&F com baixa negociação os preços parecem tem encontrado um ponto de baixa por volta dos R$ 28,00, isto se mantendo devemos ter uma alta naos próximos pregões. A demanda do produto começa a ser restrita devido a proximidade do final de ano, época em que empresas param de trabalhar.
Na CBOT, as negociações tiveram uma recuperação nos preços. Apesar da espera de aumento dos estoques. Os números do relatório do USDA sairá amanha, o que deverá ter mexer com o mercado. A Argentina está plantando as lavouras, sendo que estão tendo um bom desenvolvimento. As exportações americanas continuam aquecidas. A China apesar de ter tido uma quebra de safra, diminuiu a importação do produto, o que deverá ser revertido no início do próximo ano. Os indicadores técnicos dão suporte para uma alta, porém devemos nos ater mais aos números do USDA que sairá amanha.

SOJA
Com a dificuldade de plantio em algumas áreas, e o aumento da cotação do dollar frente ao Real, tem feito com que haja aumento da cotação do produto no mercado interno. Assim como na CBOT, em que se aproxima da linha de resistência dos US$ 10,50. O plantio na argentina também está um pouco atrasado. As chuvas estão dando possibilidade para um bom desenvolvimento da cultura, sendo que o estado do Paraná já possui lavouras em frutificação, segundo o DERAL, grande parte das lavouras estão em boas condições. Nos últimos dias houve um aumento na comercialização do produto pelos produtores mato-grossenses, da safra 14/15. O plantio no estado do Mato Grosso está praticamente terminado. Os indicadores técnicos dão suporte para alta, amanha com o relatório do USDA devemos ter um mercado agitado, podendo romper a resistência dos US$ 10,50, caso haja diminuição dos estoques norte americanos.

CAFÉ
Com a quebra de safra brasileira, devido a seca, pode ser maior após ter produtores que reportaram um pegamento de flores menor que o esperado. O clima está sendo favorável para a cultura, devido a chuvas que estão voltando a regularidade na região produtora. As baixas cotações do produto nos últimos dia refletindo na baixa comercialização do produto pelos produtores. Apesar da alta do dollar dos últimos dias, que deve trazer uma melhor remuneração ao produtor. Hoje as cotações começaram a se recuperar, sendo que devem ir ate os US$ 191,30 ou US$ 200,00 por libra. A demanda do produto continua aquecida, sendo que no próximo ano  devesse  ter um aumento. Os indicadores técnicos dão indicios de queda.


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Analise de 08/12/14

MILHO
Com baixo volume negociado hoje na BM&F, o milho esteve praticamente estável. Isto se deve a proximidade da divulgação do Levantamento da Safra pela Conab, que ocorrerá no dia 10/12. O qual deverá trazer uma redução na produção devido a chuvas na primavera, que atrasaram o plantio.
Em Chicago a commoditie teve uma redução na cotação. Devido a divulgação do relatório do USDA nesta semana no dia 10/12. Na Argentina a cultura se desenvolve bem assim como no Brasil. Apesar da comunicação de venda o mercado reagiu pra baixo nas cotações.

SOJA
Com o anuncio de venda feito pelo USDA o mercado reagiu em alta na CBOT. Apesar da proximidade de colheita brasileira. Com a espera dos números do USDA o mercado deverá se focar ainda no clima e exportações. As importações do produto pela China aumentou em novembro, devido a colheita norte-americana.

BOI
Com o abate ainda lento, devido a falta de animais terminados por causa da seca na primavera nas regiões produtoras. A exportação diminuiu em novembro, apesar de estar acima da média dos últimos anos. Com a proximidade das festas de final de ano, o mercado deverá continuar aquecido. Apesar de trabalhar nos últimos dias na estabilidade. Hoje o mercado testa a linha dos R$ 143,00 por arroba. A qual não deverá ser rompida.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Analise de 05/12

MILHO
Com o final do plantio de milho no Rio Grande do Sul, e no Paraná agora devemos nos ater às chuvas nas regiões produtoras, como não há indícios de que iremos ter veranicos, devemos conseguir uma produção boa do produto, apesar de termos tido um atraso no plantio devido a falta de chuvas no período. A demanda continua aquecida, internamente tanto para suínos como frangos. Apesar dos suínos estarem com exportações abaixo da média. Os indicadores técnicos dão suporte para a continuidade de baixa do produto, apesar da correção de ontem.
Na Argentina o plantio continua em ritmo acelerado para conseguir acabar dentro da janela de plantio. As exportações norte-americanas estão acima da média dos últimos anos, assim como as previsões de uso tanto para alimentação animal, que é predominantemente à cocho neste país, como na produção de etanol. A produção do produto nos Estados Unidos foi recorde e deve atender o mercado interno, exportações e ainda aumentar os estoques do produto. Os indicadores técnicos dão suporte para alta.

SOJA
As exportações norte-americanas estão acima da média dos últimos anos, o consumo interno também está aquecido. A China continuará importando produto para atender sua demanda, e haverá ainda um aumento na quantidade. O plantio de soja na Argentina continua um pouco atrasado, as chuvas nas regiões produtoras estão na normalidade. Assim como no Brasil que apesar de ter tido um atraso no plantio devido ao déficit hídrico da época, está tendo um desenvolvimento muito bom, com lavouras já iniciando a floração. Não devemos ter falta de chuva para esta época. Os indicadores técnicos dão suporte para alta do produto.

ALGODÃO
A exportação de algodão brasileira caiu em novembro, apesar de estar na média dos últimos anos. O fim do período de vazio sanitário em Mato Grosso esta semana, dá-se o inicio do plantio que deve ocorrer sem problemas, como estamos tendo chuvas normais para a época do ano na região. O USDA deu uma previsão de redução de produção e demanda brasileira para o próximo ano, apesar de que mundialmente tanto a produção quanto a demanda deve se aumentar. Também temos uma possibilidade de aumento de estoques. Estudos gráficos mostram que o produto está testando a linha de resistência dos US$ 60,00, caso rompa deverá ir até os US$ 62,00 ou ate US$ 65,50. Porém caso não tenha força para isto deve voltar a ser cotado para US$ 59,00. Os indicadores técnicos dão suporte para queda, apesar de que os indicadores gráficos dão suporte para a continuidade de alta caso rompa a linha dos US$ 60,00.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Analise de 04/12

MILHO
Com recuperação técnica o milho teve uma alta no dia de hoje, o aumento na cotação do dollar, também fez com que as cotações do cereal hoje tivessem a alta, dá suporte para uma recuperação nos preços. Apesar do desenvolvimento das lavouras estarem estáveis para a época, e as chuvas devem se manter assim, já se verifica algumas lavouras em inicio de pendoamento, época em que as lavouras demandam muita precipitação. As exportações estão em ritmo lento, dão suporte para a continuação da queda.
Na CBOT, após o anuncio de mais uma exportação do produto, o cereal teve um salto nas cotações. Com desenvolvimento das lavouras brasileiras em bom estado, e o plantio na Argentina ocorrendo bem, e a demanda norte-americana atendida com a alta produção desta safra, dão suporte para a continuidade da queda dos preços. Já as exportações em ritmo acelerado e o maior uso do produto internamente dão suporte para uma tentativa de recuperação dos preços do cereal em Chicago. Os indicadores técnicos dão suporte para uma alta do produto nos próximos dias.

SOJA
Com o anuncio de hoje os norte-americanos atingiram aproximadamente 80% da média dos últimos anos atingindo esta marca com mais de um mês de antecedência, fez com que o produto recuperasse o patamar de US$ 10,00. Não há confirmações de muitas pragas nas lavouras brasileiras, apesar da Fundação MT, soltar um boletim para os produtores ficarem atentos, sendo que as principais pragas estão sendo as lagartas. Os indicadores técnicos ainda dão suporte para uma queda nas cotações.

AÇÚCAR

O rali de queda dos preços em Nova York deve continuar até por volta dos US$ 14,80 ou descer até os US$ 13,40. Tem sido motivado pela maior oferta do produto tanto pela União Européia, Estados Unidos, Índia, e Brasil, que apesar da seca deste ano, em que as lavouras não tiveram um rendimento satisfatório, as usinas tiveram que parar de moer mais cedo. Nos últimos dias a decisão da OPEP de não diminuir a produção de petróleo fez com que o preço do barril tivesse um rali de baixa, pressionando também os preços do etanol, o que deve levar junto o preço do açúcar. E a redução na exportação dos derivados da Cana-de-açúcar, tanto no etanol, quanto nos açúcares bruto e refinado. Com a volta das chuvas nas regiões produtoras brasileiras, não devemos ter falta de chuva para o desenvolvimento da cultura, apesar de que grande parte das lavouras já sofreram com a seca neste ano, o que também deve reduzir a oferta de cana no próximo ano.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Analise 03/12

MILHO
Com a condução das lavouras em grande parte em bom estado, devemos ter uma boa produção, apesar do atraso do plantio. Ainda há produto da segunda safra de 2014 a ser negociada, o que força a baixa do produto na BM&F, que está em busca do vale que deve ficar por volta de R$27,00, ou até pode chegar a R$24,00. Assim os produtores devem se manter atentos aos custos. A demanda continua estável, apesar de que pode haver uma redução caso os preços se confirmem muito elevados. Os indicadores técnicos dão suporte para a baixa do produto.
Em Chicago o cereal trabalhou em baixa, mas se recuperou e fechou o dia em leve alta, com a grande produção, e a baixa exportação do produto. Apesar do aumento do uso interno norte-americano principalmente para alimentação animal e produção de etanol. Na CBOT a cotação do produto deve seguir em baixa até por volta dos US$ 370 ou podendo chegar ate US$ 360. Na China a produção também foi superior à demanda que deve apresentar uma leve redução, sem que haja uma expressiva exportação do produto. Na Argentina o plantio encontra-se adiantado com um aumento da área de produção.

SOJA
Na CBOT o produto trabalhou grande parte do dia abaixo dos US$ 9,90 porém no final teve um salto e fechou o dia em leve alta. Devido a chuvas nas regiões produtoras brasileiras que apesar de terem atrasado o plantio estão com um desenvolvimento na normalidade, a área plantada também foi aumentada o que deve ter um aumento na oferta do produto no Brasil, motivo de baixa. A baixa comercialização adiantada do produto é um fator preocupante para os produtores terem um bom rendimento financeiro. Na Argentina também houve um aumento na área de plantio, que encontra-se adiantada, com a possibilidade de chuvas para as regiões no desenvolvimento da cultura deve ter uma boa produtividade. A China continua com uma importação do produto aquecida devido o uso interno. Nos Estados Unidos o uso deve ser superior aos últimos anos, com um aumento nos estoques também superior aos últimos anos. Os indicadores técnicos dão suporte para a continuação da queda nas cotações.

TRIGO
Com a colheita realizada no Paraná, a SEAB realizou um rebaixamento no rendimento do trigo do estado devido a qualidade, isto deve-se a chuvas na época da colheita que fez com que o cereal perdesse qualidade. Com a colheita adiantada no Rio Grande do Sul, temos que há uma baixa produtividade devido a chuvas e o calor acima da média para o desenvolvimento da cultura, porém está com um bom rendimento. A colheita na Argentina está em torno dos 40%, com maior área plantada haverá maior produção. Porém o Brasil teve uma produção acima da média  faz com que diminua o rítimo da importação do produto pelas empresas. Na bolsa de Chicago o trigo teve a maior cotação na última semana, desde setembro, e no momento está em baixa devido à baixa exportação do produto, em relação aos últimos anos, apesar da baixa produção norte-americana. Os indicadores técnicos dão suporte para alta nos preços.



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Analise de 02/12

MILHO
Com grande parte do plantio realizado no Brasil, com uma regularidade nas chuvas que devem fazer com que tenhamos um desenvolvimento considerável da cultura, apesar da queda considerável da área plantada, e como os preços não conseguiram romper a barreira dos R$ 32,00 por saco, os preços na BM&F estão apresentando uma queda acentuada nos últimos dias. Isto devido também a baixa negociação do produto colhido na safrinha. Logo a commoditie está em busca do fundo para reagir novamente, caso não tenhamos problemas com chuvas, este preço pode estar por volta dos R$ 27,00 por saco.
Na CBOT, os preços tem registrado alta devido as exportações norte-americanas que estão aquecidas e o uso interno em etanol e alimentação animal muito aquecidas. O que deve continuar pressionando os preços. Na Argentina o plantio está sendo realizada normalmente, neste país teve-se uma redução na área de plantio o que deve reduzir a oferta do produto. Hoje o produto realizou uma correção técnica, apesar dos indicadores estarem apontando uma alta para esta semana.

SOJA
Com o plantio na Argentina atrasado assim como no Brasil, apesar de que as lavouras brasileiras no momento estão grande parte implantadas, e com as chuvas sendo regulares, estão tendo uma desenvolvimento muito bom, apesar de algumas lavouras terem perdido a janela de plantio, caso estas chuvas continuam normais deve-se ter uma colheita recorde. As exportações norte-americanas que tem feito os investidores fazerem grandes saltos na bolsa estão aquecidas, as brasileiras estão no final do ciclo, e este mês deve ser exportado muito pouco. A baixa comercialização adiantada pelos produtores brasileiros deve ser um fator importante, porém os produtores devem ficar atentos. Os indicadores técnicos dão suporte para uma continua queda, devemos ficar atentos a linha de US$ 10,00 caso seja rompida a oleaginosa irá buscar os US$ 9,00 por bushel.

CAFÉ

Com a queda nas cotações nos últimos dias, devido a florada no Brasil, e volta das chuvas nas regiões produtoras, o que deve fazer com o desenvolvimento das lavouras sejam consideráveis, apesar do atraso na florada o que deve reduzir a produção brasileira; caso estas chuvas continuem devemos acompanhar um mercado descendente.  A demanda continua com um crescimento considerável anualmente, assim as exportações brasileiras continuam aquecidas, com um acumulado de 5% acima dos últimos anos. Os indicadores técnicos indicam que devemos continuar com a queda em Nova York.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Analise de 19/11/14

MILHO
Na BM&F o milho teve mais um dia se mantendo praticamente estável, apesar do grande volume negociado. Esperá-se que o cereal continue sua alta, devido a baixa negociação do produto na região sul, apesar dos produtores do Mato Grosso terem adiantado o escoamento do produto. O plantio continua em algumas regiões apesar de atrasada. A safrinha deve ser menor devido o atraso da semeadura das lavouras de verão no Centro Oeste o que deve dificultar ao produtor ter a janela de plantio para o cultivo.
Em Chicago milho continua em queda como no inicio da semana, devido a pressão vendedora dos produtores norte americanos, que estão terminando a colheita e forçando  o mercado. Com uma produção alta os Estados Unidos vem exportando grandes quantidades do produto, apesar de ser menor que no ano passado. Na Argentina o plantio esta na normalidade, com uma perspectiva de grande produção. Os indicadores técnicos dão suporte para que a queda continue, porém estamos prestes a testar o suporte de US$  360, caso este seja rompido iremos ter uma pressão baixista que poderá chegar até US$ 320.

SOJA
Apesar da evolução das exportações estarem acima do previsto, a colheita está na normalidade, comprovando a grande safra norte americana, que está dando suporte para a queda, apesar de no inicio da semana a informação de novas vendas deram suporte para uma alta, porém não foi suficiente para continuar. O plantio no Brasil segue com perspectivas de pequena redução de produção, porém pode ser compensada caso o clima ajude. Na Argentina o plantio segue como planejado. Os indicadores técnicos dão suporte para queda, porem iremos testar o suporte de US$ 10,00, que caso seja rompido teremos um grande rali de baixa podendo chegar até US$ 9,00.

TRIGO
Com a baixa comercialização do produto no Brasil devido aos baixos preços tem dado uma sustentação ao preço interno. Porem com o inicio da colheita Argentina, que deverá exportar ao Brasil quantidades significativas, o produtor deve ficar atento, pois isto deverá derrubar os preços internamente. Com a colheita no Brasil adiantada e o produto estocado que deve ser lançado ao mercado ate fevereiro, para estocar a soja. Na bolsa de Chicago o produto chegou a ter alta de US$ 560, porém não sustentou para romper esta linha de suporte e volta a cair para testar a residencia de US$ 520 apesar dos indicadores técnicos darem indícios de alta.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Analise de 18/11/14

MILHO
Após tentar romper a linha de R$ 32,00 ontem, o milho teve uma queda nas cotações hoje na BM&F, com a comercialização do produto pelos produtores adiantada no Mato Grosso da safra 13/14, o que dar suporte para a queda, porém no Paraná está lenta devido a redução na área de plantio, e a safra 14/15 ainda não foi iniciado a negociação, o que da suporte para alta, o que deve acontecer.
A colheita nos Estados Unidos próximo do final, estão dando suporte para a queda desta semana. Na argentina o plantio continua na normalidade e no Brasil está praticamente terminado, porém irá ser afetado o plantio do cultivo safrinha. Sendo que na CBOT o milho trabalho grande parte do dia estável e acabou entrando em queda nas últimas horas.

SOJA
Após uma alta no dia de ontem a soja hoje recupera a queda, devido a colheita adiantada nos Estados Unidos e plantio na normalidade na Argentina e atrasado no Brasil, o que não deverá ter uma redução na produção, caso haja normalidade de chuvas nas grandes regiões produtoras. Sendo que trabalhou praticamente o dia todo em baixa.

CAFÉ
Com a florada dos cafeeiros brasileiros nas últimas semanas, comprovam que a cultura foi grandemente afetada pela seca dos últimos meses, atrasando a florada, e esta sendo menor que o esperado. Sendo que estávamos a caminho de um ano de baixa produção e a seca provavelmente irá trazer uma redução significativa à produção brasileira, o consumo pela bebida continua crescente, fazendo com que os preços registrem um rali de alta na bolsa de Nova York, as negociações dos produtores continuam travadas, apesar das exportações estarem acima do ano passado, e da média dos últimos anos. Os indicadores técnicos dão suporte para a continuidade da alta.

BOI

Com a forte demanda pela carne brasileira feita pela Russia, apesar do consumo interno estar dando sinais de que irá diminuir, tem dado suporte para a alta dos últimos meses, principalmente pela baixa disponibilidade de gado pronto para o abate, estão fazendo os frigoríficos ficarem com as escalas curtas e terem que continuar aumentando os preços no mercado físico, o que tem capitalizado o produtor.  A seca há indícios de continuidade nas grande regiões produtoras o que deverá continuar restringindo a oferta de animais para o mercado.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Analise de 17/11/14

MILHO
Após atingir a linha de resistência de US$ 390, o milho entrou em descendencia dos preços na CBOT em busca da linha de suporte dos US$ 360 por bushel. Isto se deve aos indicadores técnicos e ao final da colheita norte-americana, que após ter o relatório do USDA da semana passada ter aumentado o valor de consumo doméstico. Os indicadores técnicos dão suporte para uma semana altista.
Na BM&F o milho seguiu a pressão altista devido a menor área de produção da primeira safra e uma possível redução da segunda safra devido ao atraso no plantio da soja o que deve atrasar e impossibilitar o plantio de milho no Mato Grosso, Goias, Bahia e Mato Grosso do Sul.

SOJA

Com a notícia do USDA de que os Estados Unidos realizou mais uma venda de soja para a China, o mercado virou para um período altista do dia. Apesar do final da colheita norte-americana e o plantio no Brasil e Argentina, e o clima possibilitando o desenvolvimento da cultura; e o avanço da comercialização do produto pelos produtores da safra 14/15. Sendo que os indicadores dão suporte para uma semana de queda. 

domingo, 16 de novembro de 2014

Análise para a semana do dia 16/11/14

MILHO
Com e o relatório do USDA,  a evolução no plantio e cultivo do milho no Brasil e Argentina, e a colheita nos Estados Unidos, sendo que houve uma redução na produção norte americana e uma redução de área de plantio no Brasil, porém há um aumento de área de produção na Argentina, o cereal operou em alta esta semana,próximo de  romper a linha de suporte dos US$ 380, porém recuou. Esta semana esperamos que continue no movimento de alta, porém com a queda do último dia espero que irá testar a resistência de US$ 370,00, porém irá continuar subindo e testar o suporte de US$ 380,00. Sendo que fechou em US$ 381,88.

Na BM&F como esta semana também testou a resistência dos R$ 32,00, e teve poucas negociações nos dias, esta semana irá apresentar uma queda porém dará sequência na alta. Sendo que fechou em R$ 31,85.

SOJA
Com o plantio atrasado no Brasil, e varias áreas produtoras ainda apresentando deficit hídrico para o cultivo da lavoura e uma redução na espectativa de produção brasileira feito pela CONAB,  apesar de haver um aumento na área de produção,  com o final da colheita norte-americana, uma demanda externa e interna muito alta por farelo, está semana o produto teve uma alta significativa na negociação do produto dos produtores, devido há uma alta do produto na CBOT onde rompeu a resistência de US$ 10,60, porem não sustentou. Esta semana o produto irá ter continuar sua queda, e testar o suporte de US$ 10,00. Sendo que fechou em US$ 10,21

RESULTADO DA SEMANA ANTERIOR.
Como disse o milho esperava que fosse ter uma queda, porem com o relatório do USDA houve uma mudança no cenário internacional, e o produto esteve em alta, apesar de eu começar a informar esta alta desde segunda-feira, quando saiu o relatório.


A soja apesar de trabalhar grande parte da semana em alta, fechou a semana em baixa, como eu previa que fosse acontecer.