MILHO
Com
a desvalorização do real frente ao dollar, a exportação é favorecida. As condiç ões climáticas brasileiras estão propicias
para o desenvolvimento da cultura na maioria das regiões. A comercialisação do
produto pelos produtores está ainda retraida. A análise gráfica da BM&F indica
que hoje a commoditie pode ter tido apenas uma correção, porém pode voltar a
cair e testar a linha de R$ 28,00.
As
condições climáticas está favorecendo o desenvolvimento da cultura na Argentina.
A comercialização dos produtores norte-americanos continua lenta. As exportações
continuam na média. A análise gráfica da CBOT indica que a commoditie não está
tendo força para romper a linha de resistência dos US$ 4,10. A análise técnica dá
suporte para que o produto permaneça neste campo.
SOJA
As
condições climáticas tem ajudado o desenvolvimento das lavouras brasileiras,
porém tem atrasado o plantio na Argentina. A valorisação do dollar frente ao
real favorecerá ainda mais as exportações de soja e derivados. A comercialisação
das lavouras estão lentas, pelos produtores estarem esperando preços melhores,
o que faz a commoditie continuar em alta. A análise gráfica indica que o
mercado continuará sendo negociado entre US$ 10,00 e US$ 10,60.
TRIGO
A colheita
argentina continua atrasada devido chuvas nas regiões produtoras. As exportações
norte-americanas encontram-se na média dos últimos anos. As importações
brasileiras estão aquecidas porém com aumento para o glutém e misturas, com
redução para trigo grão e farinha. Com a crise Russa e Ucraniana, as
importações de produtos destes paises será beneficiada, o que poderá baixar os
preços dentro do país para os produtores. A análise gráfica em Chicago indicam
que os preços deverão continuar subindo até testar a linha de resitência dos
US$ 6,60. A análise técnica dá suporte para a commoditie continuar em BULL
MARKET.
TIAGO JURCA
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