COTAÇÕES INTERNACIONAIS


Commodities are powered by Investing.com

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Analise de 04/12

MILHO
Com recuperação técnica o milho teve uma alta no dia de hoje, o aumento na cotação do dollar, também fez com que as cotações do cereal hoje tivessem a alta, dá suporte para uma recuperação nos preços. Apesar do desenvolvimento das lavouras estarem estáveis para a época, e as chuvas devem se manter assim, já se verifica algumas lavouras em inicio de pendoamento, época em que as lavouras demandam muita precipitação. As exportações estão em ritmo lento, dão suporte para a continuação da queda.
Na CBOT, após o anuncio de mais uma exportação do produto, o cereal teve um salto nas cotações. Com desenvolvimento das lavouras brasileiras em bom estado, e o plantio na Argentina ocorrendo bem, e a demanda norte-americana atendida com a alta produção desta safra, dão suporte para a continuidade da queda dos preços. Já as exportações em ritmo acelerado e o maior uso do produto internamente dão suporte para uma tentativa de recuperação dos preços do cereal em Chicago. Os indicadores técnicos dão suporte para uma alta do produto nos próximos dias.

SOJA
Com o anuncio de hoje os norte-americanos atingiram aproximadamente 80% da média dos últimos anos atingindo esta marca com mais de um mês de antecedência, fez com que o produto recuperasse o patamar de US$ 10,00. Não há confirmações de muitas pragas nas lavouras brasileiras, apesar da Fundação MT, soltar um boletim para os produtores ficarem atentos, sendo que as principais pragas estão sendo as lagartas. Os indicadores técnicos ainda dão suporte para uma queda nas cotações.

AÇÚCAR

O rali de queda dos preços em Nova York deve continuar até por volta dos US$ 14,80 ou descer até os US$ 13,40. Tem sido motivado pela maior oferta do produto tanto pela União Européia, Estados Unidos, Índia, e Brasil, que apesar da seca deste ano, em que as lavouras não tiveram um rendimento satisfatório, as usinas tiveram que parar de moer mais cedo. Nos últimos dias a decisão da OPEP de não diminuir a produção de petróleo fez com que o preço do barril tivesse um rali de baixa, pressionando também os preços do etanol, o que deve levar junto o preço do açúcar. E a redução na exportação dos derivados da Cana-de-açúcar, tanto no etanol, quanto nos açúcares bruto e refinado. Com a volta das chuvas nas regiões produtoras brasileiras, não devemos ter falta de chuva para o desenvolvimento da cultura, apesar de que grande parte das lavouras já sofreram com a seca neste ano, o que também deve reduzir a oferta de cana no próximo ano.

Nenhum comentário:

Postar um comentário