MILHO
Com
recuperação técnica o milho teve uma alta no dia de hoje, o aumento na cotação
do dollar, também fez com que as cotações do cereal hoje tivessem a alta, dá
suporte para uma recuperação nos preços. Apesar do desenvolvimento das lavouras
estarem estáveis para a época, e as chuvas devem se manter assim, já se
verifica algumas lavouras em inicio de pendoamento, época em que as lavouras
demandam muita precipitação. As exportações estão em ritmo lento, dão suporte
para a continuação da queda.
Na
CBOT, após o anuncio de mais uma exportação do produto, o cereal teve um salto
nas cotações. Com desenvolvimento das lavouras brasileiras em bom estado, e o
plantio na Argentina ocorrendo bem, e a demanda norte-americana atendida com a
alta produção desta safra, dão suporte para a continuidade da queda dos preços.
Já as exportações em ritmo acelerado e o maior uso do produto internamente dão
suporte para uma tentativa de recuperação dos preços do cereal em Chicago. Os indicadores
técnicos dão suporte para uma alta do produto nos próximos dias.
SOJA
Com
o anuncio de hoje os norte-americanos atingiram aproximadamente 80% da média
dos últimos anos atingindo esta marca com mais de um mês de antecedência, fez
com que o produto recuperasse o patamar de US$ 10,00. Não há confirmações de
muitas pragas nas lavouras brasileiras, apesar da Fundação MT, soltar um
boletim para os produtores ficarem atentos, sendo que as principais pragas
estão sendo as lagartas. Os indicadores técnicos ainda dão suporte para uma
queda nas cotações.
AÇÚCAR
O rali
de queda dos preços em Nova York deve continuar até por volta dos US$ 14,80 ou
descer até os US$ 13,40. Tem sido motivado pela maior oferta do produto tanto
pela União Européia, Estados Unidos, Índia, e Brasil, que apesar da seca deste
ano, em que as lavouras não tiveram um rendimento satisfatório, as usinas
tiveram que parar de moer mais cedo. Nos últimos dias a decisão da OPEP de não
diminuir a produção de petróleo fez com que o preço do barril tivesse um rali
de baixa, pressionando também os preços do etanol, o que deve levar junto o
preço do açúcar. E a redução na exportação dos derivados da Cana-de-açúcar,
tanto no etanol, quanto nos açúcares bruto e refinado. Com a volta das chuvas
nas regiões produtoras brasileiras, não devemos ter falta de chuva para o
desenvolvimento da cultura, apesar de que grande parte das lavouras já sofreram
com a seca neste ano, o que também deve reduzir a oferta de cana no próximo
ano.
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