COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Análise de 19/02

Milho e Soja voltam a subir no mercado internacional e mais ainda no Brasil devido tanto a alta nas cotações externas quanto na valorização do Dólar.
Açúcar continua em queda, apesar de ter havido uma leve alta nos preços esta semana.
MILHO
As exportações da Argentina estão aquecidas, sendo que já saiu daquele país mais produto que era previsto pelo USDA. Nos Estados Unidos as saídas estão aquecidas, sustentando as altas do produto na Bolsa de Chicago (CBOT).
Aqui no Brasil também está sendo exportado, graças as grandes produções do ano passado e a baixa saída internacional do produto brasileiro no ano passado.
Na BM&F o mercado do milho trabalhou hoje aumentando as cotações do produto, desde os primeiros negócios do dia até o fechamento do pregão. A análise técnica indica continuidade de alta na cotação dos preços do produto.
Na CBOT expôs que o mercado trabalhou no noturno e pela manha tentando estabilidade, porém com volatilidade, no início da tarde as cotações tiverão uma grande alta, seguido por uma tentativa de estabilidade no resto dos trabalhos do dia. A análise técnica indica alta nos preços da commodity.

SOJA
As exportações brasileiras de soja estão iniciando o ano bem lentas, devido as saídas de produto no ano passado terem sido aquecidas. Na Argentina as exportações estão lentas, como no Brasil devido à saída do ano passado. E a preferência no momento pelo produto norte-americano, que está saindo mais barato que o da América do Sul.
A análise da CBOT mostrou que o mercado da soja em Chicago trabalhou o noturno em estabilidade, porém já pela manha iniciou o aumento dos preços até o meio da tarde quando teve uma pequena queda. A análise técnica indica continuidade de alta nos preços.

AÇÚCAR
Como as chuvas das últimas semanas tem ajudado as lavouras brasileiras de cana-de-açúcar, as consultorias estão prevendo um leve aumento de produção na safra 2015/2016, tanto de açúcar quanto de etanol.
A oferta mundial de açúcar em alta tem pressionado o mercado externo, fazendo com que as usinas tenham uma menor rentabilidade na exportação de produto, que está acima da média dos últimos anos, na época de entre-safra.
Na bolsa de Nova York, o açúcar teve uma queda na cotação dos preços na semana passada, porém após o feriado, nos Estados Unidos, tentou uma recuperação nos preços, mas não sustentou as altas e voltou a cair. A análise técnica continua dando suporte para queda nos preços da commodity.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Análise de 18/02

Com volta de feriado, no Brasil, o mercado do Milho sobem, e Milho e Soja nos Estados Unidos voltam a cair. Produtores norte-americanos aproveitam alta na cotação para realizarem vendas fazendo as cotações caírem.

MILHO
Os produtores brasileiros estão segurando produto tando das safras do ano passado, quanto da safrinha deste ano. Já os produtores norte-americanos realizaram vendas de grandes quantidades, após a alta na cotação ontem.
A análise da BM&F mostrou que o dia foi de grande movimentação, apesar de ter sido de menor pregão, elevando a cotação da commodity, desde a primeira hora de negociação, fechando acima da linha dos R$ 29,00/saca. A análise técnica indica a continuidade de queda nos preços.
A análise da bolsa de Chicago expôs que após as altas de ontem, houve uma pequena elevação na cotação no pregão noturno, porém voltou a cair no início da manha, fechando o dia em US$ 3,83/bushel. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços.

SOJA
A comercialização de soja no Brasil esta em alta, comparada com a do ano passado. Já nos Estados Unidos, os produtores aproveitaram a alta nos preços ontem e realizaram a venda de grandes quantidades de produto.
A análise da bolsa de Chicago mostrou que, assim como no milho, a soja no pregão noturno tentou uma continuidade de aumento nas cotações, porém no início da manha voltou a cair, até o inicio da tarde quanto teve uma certa estabilidade. A análise técnica continua dando suporte para a queda nos preços da commodity.

TRIGO
Os produtores brasileiros tem ofertando mais produtos estas semanas, para desocupara os armazéns que receberão a soja implantada. Fazendo com que em algumas regiões os preços pagos aos produtores estão em baixa.
A análise da CBOT expôs que a semana passada foi de aumento nas cotações, assim como no milho e soja, porém esta semana o mercado começou a tentar queda já na manha de ontem, porém conseguiu recuperar um pouco as cotações, mas hoje desde o início da tarde as cotações do produto teve uma grande queda. A análise técnica dá suporte para a queda nos preços do grão.

CAFÉ
As chuvas da última semana trouxe alívio para as regiões produtoras de café, apesar de não ter recuperado as lavouras debilitadas. Há previsão da continuidade de chuvas para esta semana.
Os produtores já comercializaram grande parte da produção do ano passado, apesar da queda nas cotações nas últimas semanas.
As exportações no mês de Janeiro foi acima da média dos últimos anos, assim como superior a todos os últimos anos.
As previsões de produção para esta safra ainda é de grande quantidade, comparada ao ano passado, segundo algumas consultorias.
A análise da BM&F mostrou que a semana passada foi de uma pequena elevação na cotação dos preços, porém hoje o dia foi de queda na cotação fechando à US$ 190,00/saca. A análise técnica indica a continuidade de queda nos preços.
A análise da bolsa de Nova York expôs que a semana passada foi de ganhos de preços na cotação da commodity, porém ontem após algumas consultorias terem indicado que a quebra na safra brasileira não foi tão grande como se pensava e as chuvas que retornarão às regiões produtoras fizeram com que o mercado tivessem grande queda nas cotações, hoje o dia foi de continuidade de perdas de preços do produto. A análise técnica dá suporte para a queda nos preços da commodity.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Análise de 17/02

Após feriado nos Estados Unidos, dia do Presidente, Soja atinge os US$10,00; e Milho US$ 3,90. Juntamente com valorização do dólar produtores deverão ter uma rentabilidade próximas às do ano passado.

MILHO
Com as chuvas das últimas semanas, as condições das lavouras estão em boas ou em ótimo estados, para as lavouras de safras, e em boas condições para as de safrinhas, que estão em fase de implantação. Há previsão de chuvas para todas as regiões do Brasil que irá melhorar com as previsões de chuvas desta semana.
Na Argentina as condições das lavouras está em boas ou ótimas, com as lavouras em floração principalmente. Sendo que as condições de umidade de solo está em boas condições.
A análise da Bolsa de Chicago mostrou que hoje o mercado trabalhou muito volátio, com o noturno elevando as cotações à US$3,90, até o meio da manha quando caiu até à US$ 3,88 a tarde, onde voltou a recuperar preços fehcando à US$ 3,89.
A análise técnica dá suporte para a alta nas cotações do preços da commodity.

SOJA
As chuvas das últimas semanas ajudou as lavouras que tiveram problemas com seca no mês de Janeiro. Sendo que a maioria está em boas ou ótimas condições.
Há previsão de chuvas para as principais regiões produtoras do país. Na Argentina as condições das lavoura estão em boas ou ótimas, sendo que a maioria das lavouras está em fase de floração ou frutificação. As condições de umidade de solo está em boas condições.
A análise da CBOT expôs que o dia de hoje foi de ganhos de preços para a commodity; ela iniciou o dia no noturno em US$ 9,92, ultrapassou a resistência dos US$ 10,00 a tarde e fechou o dia em US$ 10,08.
A análise técnica indica alta nos preços, caso continua a cima dos US$ 10,00.

BOI GORDO
As chuvas das últimas semanas tem ajudado as pastagens debilitadas nas regiões produtoras. Apesar de termos animais atrasados e médias de escala de abate estar abaixo dá méida do ano passado.
As exportações no mês de janeiro foi superior à média dos últimos anos, em quantidade. Garantindo assim uma melhor renumeração ao produtor.
Na análise da BM&F mostrou que esta semana foi de ganhos de preços para os pecuaristas, assim sendo houve um ganho nas cotaçòes em todos os dias.
A análise técnica indica continuidade de ganhos de preços para os bovinos terminados.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Análise de 13/02

Em véspera de feriado de Carnaval, no Brasil, e Dia do Presidente, nos Estados Unidos, cotações de Milho, Soja e Algodão sobem no mercado externo, o Milho no mercado interno, com grande volume de negociação, segue em baixa. Dólar volta a subir e ajuda a melhorar remuneração do produtor rural, no caso da Soja e Algodão.
MILHO
Com o clima ajudando a colheita está adianta, assim está sendo comprovado uma maior produtividade nas áreas de primeira safra. O plantio de milho safrinha está quase com metade da área prevista implantada, com mais de 30% no Paraná, segundo a SEAB-PR e 45% no Mato Grosso, segundo o IMEA.
A análise da BM&F mostrou que desde o começo do dia o mercado trabalho baixando a cotação do milho fechando o dia próximo à R$ 28.60. A análise técnica indica queda nos preços da commodity.
A análise da CBOT mostrou que o noturno o mercado continuou elevando as cotações do milho, porém nos inicio da tarde voltou a cair, mas no início da tarde reverteu subiu até próximo do final do dia, fechando próximo à US$ 3,87. A análise técnica indica que o milho deve continuar a cair no longo prazo; porém esta para reverter a tendência de baixa.
Na semana a desvalorização do Milho na Bolsa de São Paulo foi de 2,55%, porém na Bolsa de Chicago houve uma leve valorização de 0.78%

SOJA
A colheita de soja está com mais de 20% das lavouras colhidas no Brasil, sendo que o estado mais adiantado é o Mato Grosso, com 35%. As áreas colhidas estão variando quanto a produtividade, porém na maioria está sendo de maior que no ano passado.
A análise da Bolsa de Chicago expôs que o noturno foi de aumento nas cotações, porém, assim como no milho, caiu no inicio da tarde, revertendo a tarde, porém antes de fechar voltou a cair, fechando o dia próximo de US$ 9,90. A análise técnica dá suporte para a queda nos preços do produto no longo prazo, porém a tendência de baixa pode estar prestes ser revertido, assim como no milho.
Na semana a valorização na CBOT foi de 1,64% para a soja; porém no Brasil a valorização foi maior devido à influencia do dólar, que também subiu.
  
ALGODÃO
O plantio no Mato Grosso está quase que completo com mais de 90% das áreas implantadas, segundo o IMEA. As condições das lavouras estão boas, motivadas pelas chuvas das últimas semanas.
As exportações brasileiras de algodão no mês de Janeiro foi superior a média dos últimos anos, porém ficou abaixo da saída do ano de 2013. As exportações norte-americanas estão próximas a atingirem a quantidade, que saiu o ano passado, porém as expectativas de saídas este ano são superiores.
No relatório do USDA divulgado na terça-feira, a expectativa de produção foi aumentada, porém em quantidade pequena. O uso do produto mundial teve uma redução significativa, especialmente na China e Estados Unidos. Há perspectivas de aumento de importação chinesa. As exportações mundiais também devem aumentar, principalmente as norte-americanas, enquanto que as indianas devem se reduzir. Os estoques mundiais devem serem superiores, puxadas pelas chinesas. Sempre comparado ao relatório do USDA do mês anterior anterior.
O Levantamento de Safras,divulgado na quarta-feira, pela CONAB. Nos informou que a área de plantio deste ano é menor que no ano passado, a produtividade deve ser parecida e a produção será menor, como a área. As regiões com condição hídrica para o cultivo são os estados do Mato Grosso, Tocantis, Maranhão e partes do Mato Grosso do Sul; sendo que partes do Mato Grosso do Sul, Goias, Minas Gerais, Bahia, Piaui e São Paulo, estão com problemas de chuvas.
A análise da bolsa de Nova York mostrou que esta semana o mercado continuou elevando os preços da commodity até US$ 63,00, no dia 10/02/15, quando teve uma pequena queda, até o dia 12/02/15 em US$ 62,20; e reverteu e fechou a semana em US$ 62.70. Lembramos que a linha de US$ 63,00, é a linha de resistência com maior força. Mas na semana houve uma . A análise técnica dá suporte para a alta nos preços do produto.
Na semana a valorização do Algodão na Bolsa de Nova York foi de 1,89%, assim como no caso da soja, no Brasil foi maior devido à valorização do dólar.
Voltarei a fazer análises apenas na Terça-feira, apenas para o mercado internacional.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Análise de 12/02

Levantamento de Safra da CONAB (Ministério da Agricultura) confirma, dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) maior produção de Soja para o Brasil e um produção de Milho praticamente igual, comparado ao ano passado. Chuvas tem ajudado as lavouras de cana-de-açúcar a se recuperar da seca dos últimos meses, e exportações de açúcar foram aquecidas para o mês de Janeiro.

MILHO
Hoje a Conab divulgou o Levantamento de Safra 2014/15, e continuou mantendo as projeções de menor expectativa de produção para este ano, porém há indícios de aumento da produtividade. Para a 1 safra as projeções são de produção bem abaixo do ano passado, apesar da produtividade ser maior. As expectativas para a 2 safra, safrinha, são de uma área um pouco menor que o ano passado, com uma produtividade maior e uma produção praticamente igual. A expectativa de uso de milho no Brasil é de ser maior que o ano passado. Com estas perspectivas os estoques finais de produto deverá ser menor, o que possibilitará a continuidade de preços.
As exportações de milho brasileiras no mês de Janeiro foram superiores às da média e dos últimos anos, graças a baixa saída do produto no ano passado. As exportações dos Estados Unidos continuam aquecidas nesta semana, comprovando assim as expectativas do USDA. Na Argentina as saídas de produto esta lenta, devido às taxas do governo para a exportação.
A análise gráfica da BM&F mostrou que o mercado continua a derrubar os preços da commodity. A análise técnica indica que o ponto de reverão de tendência está sendo testado, o que pode começar a indicar a queda dos preços.
A análise gráfica da bolsa de Chicago expôs que mercado trabalhou no noturno estável, e iniciou a manha aumentou a cotação, porém reverteu no final da manha para queda, trabalhando a tarde estável; sendo que fechou o dia em queda. A análise técnica continua indicando queda nos preços do produto.

SOJA
Com o Levantamento de Safra da Conab liberado hoje comprovou, o relatório do USDA, que houve um aumento de área implantada pela cultura, sendo que a expectativa de produtividade é maior e, assim, uma produção maior. Desta forma tudo indica que irá ser batido o recorde histórico, do ano passado, de produção da oleaginosa. Há expectativa de aumento de uso de soja no Brasil. Desta forma os estoques finais deverão ser iguais, ou podendo até diminuir, comparado ao ano passado.
A análise gráfica da CBOT mostrou que o noturno foi de estabilidade, com o mercado elevando os preços no início da manha, com uma queda a tarde, porém fechou o dia em alta. A análise técnica indica queda para período longo.
  
AÇÚCAR
Com as chuvas das últimas semanas no Centro-sul brasileiro tem ajudado as lavouras de cana-de-açúcar, que sofreram com o veranico no final do ano passado e início deste ano. Está sendo comprovado a alta produção de açúcar na Índia e Tailândia, o que tem forçado os preços internacionais para baixo.
As exportações de açúcar no mês de Janeiro foi superior a média dos últimos anos, contudo a saída de açúcar refinado foi muito maior que a média dos últimos anos.
A análise da Bolsa de Nova York mostrou que esta semana o mercado está elevando os preços da commodity, porém devemos ficar atentos se os preços irão conseguir romper a linha dos US$ 15,00. A análise técnica dá suporte para a continuidade de queda nos preços para períodos longos.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Análise de 11/02

Após relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estado Unidos) mercado trabalhou hoje continuando a baixar as cotações do milho e aumentar as da soja.
MILHO
A comercialização da safrinha deste ano está adiantada, porém a ainda há quantidade a ser vendida pelos produtores tanto da safra deste ano, quanto da safrinha do ano passado. Esta venda adiantada ocorre devido cotações na bolsa de São Paulo estarem elevadas, com a expectativa de menor produção neste ano.
A análise gráfica da BM&F expôs que no dia de hoje o mercado trabalhou com grande volatilidade, sendo cotado nos inícios do dia à R$ 29,20/saca; mas fechou o dia à R$ 29,00/saca. A análise técnica ainda dá suporte para a continuidade de alta.
A análise gráfica da Bolsa de Chicago mostrou que nos trabalhos noturno o mercado derrubou as cotações, porém no início da tarde houve uma tentativa de aumento nos preços, mas fechou o dia em queda em US$ 3,85/bushel. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período baixista

SOJA
A venda de soja pelos produtores está menor que no ano passado, devido aos produtores estarem esperando uma alta nos preços, esta alta está ocorrendo devido a valorização do Dólar, que tem sido maior que a desvalorização da cotação do produto na bolsa de Chicago.
A análise gráfica da bolsa de Chicago exibiu que no noturno houve um aumento nas cotações até o início da manha quando voltou a cair, porém no meio do dia começou um rali em busca de alta até o meio da tarde quando caiu novamente fechando o dia em US$9,77/bushel. A análise técnica dá suporte para queda no longo prazo, mas no curto prazo é para alta.

DÓLAR
A cotação do dólar tem sido um fator que está ajudando os produtores rurais na venda da produção nesta safra. Porém, pode ser um questão de preocupação na compra dos insumos para implantação da próxima safra. As cotações deverá continuar em alta, caso o governo brasileiro não intervenha, dessa forma poderá até passar dos R$ 3,00/dólar. 

TRIGO
No relatório do USDA, divulgado ontem, as expectativas de produção mundial foram elevadas assim como as brasileiras. Os estoques finais mundiais também foram aumentados, puxado pelos norte-americanos, argentinos, australianos e canadenses. Em contrapartida os estoques finais brasileiros, da Russia, Ucrânia e da União Européia foram reduzidos.
As nevascas que estão atingindo os Estados Unidos tem diminuído as condições das lavouras de trigo de inverno.
As exportações dos Estados Unidos está em alta, porém estão na média para a época do ano. As exportações argentinas estão abaixo da média dos últimos anos, devido aos impostos de exportação feito pelo governo.
A análise gráfica da CBOT mostrou que no final da semana passada continuou o rali de alta, esta semana o mercado está trabalhando na tentativa de queda nas cotações. A análise técnica dá suporte para a continuidade de queda no longo prazo, porém no curto pode haver uma alta.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Análise de 10/02

MILHO
Com a divulgação dos números do relatório do USDA, as projeções para a próxima safra foram de aumento para as repúblicas que faziam parte da antiga União Soviética e Mundial, os estoques brasileiros e mundiais devem ser maior, porém os norte americanos devem diminuir. As exportações americanas também deve aumentar. A análise gráfica da BM&F mostrou que no início dos trabalhos o mercado voltou a cair, seguido de estabilidade no final dos trabalhos a tarde. A análise técnica indica continuidade de alta, porém pode estar prestes a virar caso ganhe força para romper a linha dos R$ 29,00. A análise gráfica da CBOT expós que logo no início dos trabalhos noturno o mercado operou levando a cotação da commodity para baixo, com tentativa de alta antes da divulgação do USDA, porém voltou a cair no final dos negócios. A análise técnica da suporte para a continuidade do período baixista.

SOJA
O relatório do USDA divulgado hoje mostoru que as projeções para os estoques no Brasil, Estado Unidos, Argentina e Mundo serão menor, com aumento de exportação norte-americana, e uma redução na produção brasileira, porém não significativa, e um aumento na produção argentina, também nào sinignificativa, sendo que estas se anulam no somatório. O estado do Mato Grosso proibio o plantio de safrinha de soja, sendo que estas áreas estavam ajudando o produtor a ter uma melhor renda para o período de inverno, estas áreas deverão ser ocupadas por milho, ou outra cultura, como algodão, sorgo, ou ficar em pousio. A análise gráfica da bolsa de Chicago exibiu que no início do noturno o mercado tendeu a ter alta, porém antes do final voltou a tender para o período baixista, e no início da tarde, voltou a operar em alta, antes dos números do USDA, em especulação, porém voltou a cair no final dos trabalhos. A análise técnica da suporte para a continuidade do período baixista.

CAFÉ
Com incertezas quanto a produção, o mercado esta agindo como se as secas não tivessem sido tão grave como anunciados por produtores. A comercialização está lenta tanto da safra colhida, quanto da que esta em desenvolvimento. As exportações brasileiras de café no mês de janeiro foram superiores a média dos últimos anos, como também superior a todos os últimos meses de janeiro. A análise gráfica da bolsa de São Paulo mostrou que esta semana foi de alta, chegando a testar a linha do sUS$ 207,50, até hoje quando voltou a cair e fechou abaixo dos US$ 200,00. A análise gráfica da bolsa de Nova York mostrou que assim como na bolsa brasileira, o mercado buscou um período altista na semana passada, voltando a despencar hoje e fechando abaixo de  US$ 1,60. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período bearish.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Análise de 05, 06 e 09/02

MILHO
Com o clima ajudando a colheita no Paraná segue em ritmo acelerado, assim como a do Rio Grande do Sul. As chuvas estão aliviando algumas regiões que sofreram com seca, porém em outras pode diminuir a produtividade devido aos grãos ardidos. O plantio segue acelerado nas regiões que iniciaram. Na Argentina . A análise gráfica da BM&F mostrou que quinta-feira o mercado foi em busca de estabilidade, porem continuou o aumento nas cotações, na sexta-feira foi de estabilidade, na segunda-feira houve uma grande queda no início dos trabalhos, porém a tarde foi de tentativa de recuperação de preços. A análise técnica continua indicando alta para a commoditie. A análie gráfica da CBOT expos que quinta-feirao dia foi de recuperação de preços perdidos ontem, até o final da manha quando o mercado voltou a virar em queda, na sexta-feira o noturno foi de alta, porém no início da tarde o mercado teve uma grande queda, porém tentou reverter em alta durante a tarde, mesmo assim fechando em queda, na segunda-feira o noturno foi de alta, porém no início da manha operou em baixa, virando no início da tarde e fechando assim.

SOJA
Há registros de perdas localizadas em algumas lavouras, divido a falta de chuvas no mês de Janeiro e alguns problemas com pragas e doenças. As previsões de exportações de algumas consultorias são de que o Brasil deverá aumentar a comercialização internacional. A colheita segue adiantada nas regiões que iniciaram. As chuvas devem melhorar a qualidade das lavouras que estão em fase de frutificação. A análise gráfica da bolsa de Chicago expos que a quinta-feira foi de recuperação da cotação perdida, a sexta-feira trabalhou o noturno em alta, porém no final da manha as cotações voltaram a operar em baixa, fechando o dia em tentativa de estabilidade, na segunda-feira o noturno tentou ter um aumento nas cotações, porém no início da manha voltou a cair até o início da tarde quando retomou a escalada de preços. A análise técnica indica a continuidade de queda nas cotações.

AÇÚCAR
As chuvas da última semana deve melhorar a qualidade das lavouras que estavam sendo prejudicadas pela seca no Sudeste brasileiro no mês de Janeiro. As usinas indianas indicam que devem aumentar a produção de açúcar nesta safra. A análise gráfica da Bolsa de Nova York mostrou que as duas últimas semanas foram de perda de preço no mercado internacional, sendo que esta semana o mercado está em busca de estabilidade. A análise técnica continua indicando queda nas cotações.

ALGODÃO
Com o clima ajudando o plantio está se desenvolvendo, e está quase terminado. A comercialização está lenta tanto da safra passada quanto da que está sendo implantada. As chuvas das últimas semanas ajudaram as lavouras implantadas que estão em fase de crescimento. A análise gráfica da bolsa de Nova York mostrou que esta semana foi de escalada nas cotações. A análise técnica indica a continuidade do período altista.

BOI GORDO
Com o clima seco as pastagens estão sofrendo, logo não há tantos animais gordos para o abate. Isto tem feito com que mesmo com a venda de carnes lentas os frigoríficos ainda tenham que manter os preços estáveis. A análise gráfica da BM&F mostrou que esta semana foi de tentativa de estabilidade, porém com volatilidade, principalmente na sexta-feira e hoje. A análise técnica indica que devemos continuar em um período altista.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Análise de 04/02

MILHO
Com o clima ajudando, o plantio esta se desenvolvimento e a colheita também. Nas regiões onde ainda há lavouras em frutificação, as chuvas da última semana e as previsões de chuvas para estas semanas, estão ajudando a cultura. Na Argentina as chuvas previstas para esta semana também deve ajudar as culturas que estão em fase de crescimento. A análise gráfica da BM&F mostrou os trabalhos do mercado tentou a estabilidade no dia de hoje. A análise técnica indica que o mercado está testando a linha dos R$ 29,00. A análise gráfica da CBOT expôs que logo pelo inicio dos trabalhos noturnos o mercado buscou recuperar os ganhos do dia anterior, porém no inicio da manha houve uma pequena alta dos preços mas logo reverteu em queda. A análise técnica indica que estamos em um ponto crucial para iniciar uma recuperação nos preços.

SOJA
Com o clima ajudando a colheita e as chuvas da última semana e as previstas para esta semana poderão ajudar a melhor as áreas que ainda estão na fase de frutificação. As lavouras Argentinas estão em fase final de crescimento e inicio da floração e necessitam das chuvas previstas para esta semana. A análise gráfica da bolsa de Chicago expôs que logo no inicio dos trabalhos o mercado apresentou recuperação da cotação alcançada nos trabalhos de ontem. A análise técnica indica que devemos continuar em queda.

TRIGO
As exportações norte-americanas estão aquecidas porém ainda há quantidade a serem negociadas pela previsão do USDA. Os negócios no mercado interno andam bem atrasados apesar da continua baixa nas cotações. A análise gráfica da CBOT indica que a semana passada foi de perda nos preços, porém esta semana houve uma recuperação na cotação e hoje o dia foi de tentativa de estabilidade. A análise técnica mostra que estamos em ponto crítico para reverte as perdas dos últimos meses.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Análise de 03/02

MILHO
Com previsão de chuvas para esta semana, em praticamente todas as regiões produtoras, apenas o Rio Grande do Sul não tem previsão, as lavouras que estão em fase de frutificação poderão ter uma melhora na qualidade, apesar de que nos últimos dias as chuvas já ajudaram a recuperar as lavouras. O plantio segue acelerado no Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goias. A colheita nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul já foi iniciado e segue sem problemas. Também há previsão de chuvas para a Argentina, em que as lavouras estão em fase de crescimento. A demanda pelo produto está em alta, e os produtores segurando a venda do cereal em estoque fez com que a commodity apresenta-se hoje um aumento nas cotações nas bolsas de mercadorias, apesar de que nos portos os preços apresentam uma redução. A análise gráfica da BM&F mostrou que o mercado iniciou os trabalhos em estabilidade, porém no inicio da tarde retomou a alta perdida no dia de ontem. A análise técnica indica que devemos ter uma recuperação nos preços. A análise gráfica da CBOT expôs que logo no noturno o mercado começou a reverter as perdas da última semana, sendo que logo no início da tarde a escalada de preços foi mais forte. A análise técnica indica que o mercado pode estar revertendo a tendencia de queda.

SOJA
A colheita está ocorrendo sem problemas nos estados do Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goias e iniciado em Santa Catarina, há previsão de chuvas para esta semana, menos no estado do Rio Grande do Sul, a qual deve melhorar as condições das lavouras que sofreram com seca no mês de Janeiro. As lavouras do Paraguai estão em boas condições, sendo que já há áreas que esta sendo colhida. Há previsão de chuvas para a Argentina, que esta com as lavouras em fase de crescimento e floração. A demanda pelo grão está aquecida, porém os produtores, tanto brasileiros, quanto paraguaios e norte americanos, não estão realizando a comercialização o que fez a cotação do produto ter um salto nas cotações hoje. A análise gráfica da bolsa de Chicago mostrou que logo no início dos trabalhos noturnos o mercado começou a reverter a queda de preços da última semana, no início da tarde, quando os trabalho do mercado norte-americano começou, a escalada de preços foi mais forte, porém no final do pregão teve uma grande queda. A análise técnica indica que o mercado pode testar a linha dos US$ 10,00 por bushel, porém continua com tendencia de queda.

CAFÉ
O clima está atrapalhando as lavouras de café nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espirito Santo, as chuvas da última semana não chegou a aliviar os prejuízos gerados pela seca nos meses de Dezembro e Janeiro, lembro que as lavouras estão em fase de granação, época que demanda grande quantidade de água, caso não aconteça os grãos serão menos, e haverá aborto de frutos, fazendo com que haja menor produção. Apesar disto o mercado não reflete este problema nos campos e segue em pressão baixista. A análise gráfica da BM&F mostrou que quarta-feira o mercado tentou segurar os ganhos da terça-feira, porém na quinta-feira logo no inicio dos trabalhos a pressão baixista voltou fazendo com que a cotação retorna-se ao patamar de US$ 200,00 por saca, o restante da semana passada e inicio desta, foi de um mercado procurando a estabilidade. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período de baixa. A análise gráfica da bolsa de Nova York mostrou que a semana passada foi de tentativa de reverter as perdas das últimas semanas, porém não teve força para romper a linha dos US$ 1,68, caindo para os níveis antigos de US$ 1,60; esta semana foi de grande volatilidade procurando a estabilidade. A análise técnica continua com tendencia de queda.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Análise de 02/02

MILHO
As chuvas da última semana ajudou as grandes regiões que ainda estão em fase de frutificação, que corresponde a maior parte da área. As lavouras brasileiras estão em boas condições de desenvolvimento, a comercialização da safra está lenta, assim como a da safrinha do ano passado, e da safrinha que está sendo implantada. O plantio segue em desenvolvimento no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Na Argentina a área destinada ao milho está toda implantada, com bom desenvolvimento e as lavouras estão em grande parte em boas condições. As exportações norte americanas estão aquecidas com grande parte, do previsto pelo USDA, já comercializado, porém com quantidade ainda a ser exportada. O cambio que tem sido um instrumento que está ajudando o produtor a ter melhores ofertas pelo produto, porém será de grande preocupação na hora de comprar os insumos para a implantação de novas áreas. A análise gráfica da BM&F indicou que no final da semana passada houve uma tentativa de recuperação nos preços da commodity na quinta-feira, na sexta-feira o mercado trabalhou em estabilidade, hoje iniciou os trabalhos com tentativa de continuidade de aumento na cotação, porém ainda pela manha começou uma derrocada nos preços. A análises técnica dá suporte para a continuidade do período bearish, porém pode estar virando, sem força para romper a linha dos R$ 28,00. A análise gráfica da CBOT mostrou que a quinta-feira foi de trabalhos de estabilidade, com alta no final, a sexta-feira iniciou o noturno revertendo os ganhos da última hora da seção anterior, porém seguiu em estabilidade com grande volatilidade, e hoje o mercado trabalhou com noturno de estabilidade, porém logo pela manha uma recuperação nas cotações, mas a tarde reverteu os ganhos fechando a seção em estabilidade. A análise técnica indica a continuidade de preços baixos

SOJA
O clima está ajudando a colheita, porém as chuvas da semana passada ajudou a recuperar as lavouras que estavam debilitadas por causa da seca, grande parte das áreas implantadas estão em fase de frutificação, época que requer grandes quantidades de chuvas, em boas condições, porém com pouca comercialização, as áreas que iniciaram a colheita estão confirmando a boa produtividade. Na Argentina praticamento toda a área destinada a cultura está implantada, com boas condições, em fases de crescimento. Nos Estados Unidos as exportações estão aquecidas com quase a totalidade, prevista pelo USDA, comercializada. A consultorias estão revisando as estimativas de produção brasileira para baixo por causa da seca que tem atingindo a região central do Brasil. Sobre o cambio segue o mesmo pensamento dito na análise de Milho. A análise gráfica da bolsa de Chicago na quinta-feira o mercado trabalhou em estabilidade, porém com volatilidade, na sexta-feira os trabalhos foram estáveis até o inicio da tarde onde teve uma grande queda na cotação, o noturno de hoje foi de estabilidade, porém logo pela manha houve uma escalada nos preços até o inicio da tarde, onde voltou a buscar patamares mais baixos na cotação da commodity. A análise técnica dá suporte para a continuidade de período baixista.

BOI GORDO
O clima está prejudicando as pastagens, e fazendo com que os pecuaristas entreguem mais rapidamente os animais aos frigoríficos, ou segurando animais que ainda não estão acabados, e nas regiões onde o clima está favorecendo as pastagens os produtores estão segurando animais para tentarem obter um melhor preço. A oferta de animais de reposição é restrita, e com preços altos. As escalas de abate ainda estão curtas, fazendo com que os preços se mantenham em alta. Porém os preços das carnes estão recuando devido ao alto custo, e o consumidor interno não está em condições de arcar com tal custo. A análise gráfica da bolsa de São Paulo indica que a semana passada foi de estabilidade, com tentativa de queda nas cotações no inicio da semana, e recuperação no final. A análise técnica dá suporte para continuidade de preços estáveis.

Obs: Por motivo pessoal infelizmente não pude fazer as análises na quinta-feira e sexta-feira da semana passada. 

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.