COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Analise de 19/11/14

MILHO
Na BM&F o milho teve mais um dia se mantendo praticamente estável, apesar do grande volume negociado. Esperá-se que o cereal continue sua alta, devido a baixa negociação do produto na região sul, apesar dos produtores do Mato Grosso terem adiantado o escoamento do produto. O plantio continua em algumas regiões apesar de atrasada. A safrinha deve ser menor devido o atraso da semeadura das lavouras de verão no Centro Oeste o que deve dificultar ao produtor ter a janela de plantio para o cultivo.
Em Chicago milho continua em queda como no inicio da semana, devido a pressão vendedora dos produtores norte americanos, que estão terminando a colheita e forçando  o mercado. Com uma produção alta os Estados Unidos vem exportando grandes quantidades do produto, apesar de ser menor que no ano passado. Na Argentina o plantio esta na normalidade, com uma perspectiva de grande produção. Os indicadores técnicos dão suporte para que a queda continue, porém estamos prestes a testar o suporte de US$  360, caso este seja rompido iremos ter uma pressão baixista que poderá chegar até US$ 320.

SOJA
Apesar da evolução das exportações estarem acima do previsto, a colheita está na normalidade, comprovando a grande safra norte americana, que está dando suporte para a queda, apesar de no inicio da semana a informação de novas vendas deram suporte para uma alta, porém não foi suficiente para continuar. O plantio no Brasil segue com perspectivas de pequena redução de produção, porém pode ser compensada caso o clima ajude. Na Argentina o plantio segue como planejado. Os indicadores técnicos dão suporte para queda, porem iremos testar o suporte de US$ 10,00, que caso seja rompido teremos um grande rali de baixa podendo chegar até US$ 9,00.

TRIGO
Com a baixa comercialização do produto no Brasil devido aos baixos preços tem dado uma sustentação ao preço interno. Porem com o inicio da colheita Argentina, que deverá exportar ao Brasil quantidades significativas, o produtor deve ficar atento, pois isto deverá derrubar os preços internamente. Com a colheita no Brasil adiantada e o produto estocado que deve ser lançado ao mercado ate fevereiro, para estocar a soja. Na bolsa de Chicago o produto chegou a ter alta de US$ 560, porém não sustentou para romper esta linha de suporte e volta a cair para testar a residencia de US$ 520 apesar dos indicadores técnicos darem indícios de alta.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Analise de 18/11/14

MILHO
Após tentar romper a linha de R$ 32,00 ontem, o milho teve uma queda nas cotações hoje na BM&F, com a comercialização do produto pelos produtores adiantada no Mato Grosso da safra 13/14, o que dar suporte para a queda, porém no Paraná está lenta devido a redução na área de plantio, e a safra 14/15 ainda não foi iniciado a negociação, o que da suporte para alta, o que deve acontecer.
A colheita nos Estados Unidos próximo do final, estão dando suporte para a queda desta semana. Na argentina o plantio continua na normalidade e no Brasil está praticamente terminado, porém irá ser afetado o plantio do cultivo safrinha. Sendo que na CBOT o milho trabalho grande parte do dia estável e acabou entrando em queda nas últimas horas.

SOJA
Após uma alta no dia de ontem a soja hoje recupera a queda, devido a colheita adiantada nos Estados Unidos e plantio na normalidade na Argentina e atrasado no Brasil, o que não deverá ter uma redução na produção, caso haja normalidade de chuvas nas grandes regiões produtoras. Sendo que trabalhou praticamente o dia todo em baixa.

CAFÉ
Com a florada dos cafeeiros brasileiros nas últimas semanas, comprovam que a cultura foi grandemente afetada pela seca dos últimos meses, atrasando a florada, e esta sendo menor que o esperado. Sendo que estávamos a caminho de um ano de baixa produção e a seca provavelmente irá trazer uma redução significativa à produção brasileira, o consumo pela bebida continua crescente, fazendo com que os preços registrem um rali de alta na bolsa de Nova York, as negociações dos produtores continuam travadas, apesar das exportações estarem acima do ano passado, e da média dos últimos anos. Os indicadores técnicos dão suporte para a continuidade da alta.

BOI

Com a forte demanda pela carne brasileira feita pela Russia, apesar do consumo interno estar dando sinais de que irá diminuir, tem dado suporte para a alta dos últimos meses, principalmente pela baixa disponibilidade de gado pronto para o abate, estão fazendo os frigoríficos ficarem com as escalas curtas e terem que continuar aumentando os preços no mercado físico, o que tem capitalizado o produtor.  A seca há indícios de continuidade nas grande regiões produtoras o que deverá continuar restringindo a oferta de animais para o mercado.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Analise de 17/11/14

MILHO
Após atingir a linha de resistência de US$ 390, o milho entrou em descendencia dos preços na CBOT em busca da linha de suporte dos US$ 360 por bushel. Isto se deve aos indicadores técnicos e ao final da colheita norte-americana, que após ter o relatório do USDA da semana passada ter aumentado o valor de consumo doméstico. Os indicadores técnicos dão suporte para uma semana altista.
Na BM&F o milho seguiu a pressão altista devido a menor área de produção da primeira safra e uma possível redução da segunda safra devido ao atraso no plantio da soja o que deve atrasar e impossibilitar o plantio de milho no Mato Grosso, Goias, Bahia e Mato Grosso do Sul.

SOJA

Com a notícia do USDA de que os Estados Unidos realizou mais uma venda de soja para a China, o mercado virou para um período altista do dia. Apesar do final da colheita norte-americana e o plantio no Brasil e Argentina, e o clima possibilitando o desenvolvimento da cultura; e o avanço da comercialização do produto pelos produtores da safra 14/15. Sendo que os indicadores dão suporte para uma semana de queda. 

domingo, 16 de novembro de 2014

Análise para a semana do dia 16/11/14

MILHO
Com e o relatório do USDA,  a evolução no plantio e cultivo do milho no Brasil e Argentina, e a colheita nos Estados Unidos, sendo que houve uma redução na produção norte americana e uma redução de área de plantio no Brasil, porém há um aumento de área de produção na Argentina, o cereal operou em alta esta semana,próximo de  romper a linha de suporte dos US$ 380, porém recuou. Esta semana esperamos que continue no movimento de alta, porém com a queda do último dia espero que irá testar a resistência de US$ 370,00, porém irá continuar subindo e testar o suporte de US$ 380,00. Sendo que fechou em US$ 381,88.

Na BM&F como esta semana também testou a resistência dos R$ 32,00, e teve poucas negociações nos dias, esta semana irá apresentar uma queda porém dará sequência na alta. Sendo que fechou em R$ 31,85.

SOJA
Com o plantio atrasado no Brasil, e varias áreas produtoras ainda apresentando deficit hídrico para o cultivo da lavoura e uma redução na espectativa de produção brasileira feito pela CONAB,  apesar de haver um aumento na área de produção,  com o final da colheita norte-americana, uma demanda externa e interna muito alta por farelo, está semana o produto teve uma alta significativa na negociação do produto dos produtores, devido há uma alta do produto na CBOT onde rompeu a resistência de US$ 10,60, porem não sustentou. Esta semana o produto irá ter continuar sua queda, e testar o suporte de US$ 10,00. Sendo que fechou em US$ 10,21

RESULTADO DA SEMANA ANTERIOR.
Como disse o milho esperava que fosse ter uma queda, porem com o relatório do USDA houve uma mudança no cenário internacional, e o produto esteve em alta, apesar de eu começar a informar esta alta desde segunda-feira, quando saiu o relatório.


A soja apesar de trabalhar grande parte da semana em alta, fechou a semana em baixa, como eu previa que fosse acontecer. 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Analise de 14/11/14

MILHO
Na BM&F o milho fechou praticamente estável. Com a redução da área de produção no Brasil o produto atingiu a resistência de R$32,00, e esta semana não apresentou força para rompe-la.
Na CBOT o cereal teve uma queda se aproximando do suporte de US$ 380,00. Apesar da demanda interna e externa pelo produto que fez esta semana apresentar grande alta.


SOJA

O produto teve um dia de negociação baixista revertendo o lucros da semana. O plantio da safra brasileira continua atrasado, porém está se aproximando do final, nas principais regiões produtoras, assim como a colheita norte americana. Apesar da demanda por farelo elevada, o que proporcionou as altas desta semana, o produto fechou em US$ 10,23.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Analise de 13/11/14

MILHO
O milho na BM&F fechou estável hoje, devido a correções técnicas das altas durante a semana, e o fim do contrato de novembro/14. Devemos esperar a continuidade da alta apesar de estar testando a resistência de R$ 32,00.
Na CBOT o cereal continuou sua alta devido a demanda norte americana, as exportações e uma diminuição na produção estadunidense dada pelo USDA no ultimo relatório, hoje o milho chegou a próximo de testar a resistência de US$ 390,00.

SOJA

Na CBOT o mercado fechou em alta, e superou durante algum tempo a residencia de US$ 10,60, e recuou fechando em US$ 10,55. Isto se deve a alta demanda por farelo tanto no mercado norte americano quanto externamente.   

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Analise de 12/11/14

MILHO
O milho na BM&F segue a tendencia de alta devido a baixa área de produção e provável atraso no plantio da segunda safra. Apesar das negociações do produto das safras anteriores estarem lentas, o que pode dar um folego para quem utiliza o produto como matéria prima. E fechou em R$ 32,08 para o contrato de janeiro/15.
O milho segue a tendencia de alta na CBOT devido a demanda aquecida e as exportações acima da média. Sendo que o cereal testou a resistência de US$ 380 por bushel, porem não teve força para sustentar, amanha será um dia de alta espectativa em torno disto. Sendo que fechou em US$378,80.

SOJA
Apesar da soja ter fechado em queda, o produto esteve por muito tempo acima da resistência de US$ 10,60, motivado pela demanda aquecida tanto norte americana quanto chinesa. A evolução do plantio no Brasil segue atrasada, e a possibilidades de chuvas para esta semana tem dado impulso para as lavouras terem um bom desenvolvimento. Sendo que as tendencias técnicas indicam queda para os próximos dias.

ALGODÃO
O algodão está com exportações acima da media tanto norte americanas quanto brasileiras, com indícios de que haverá um queda de produção tanto no Brasil quanto mundial devido o alto custo da lavoura e a tendencia de baixa nos preços, pois há um aumento nos estoques em relação os últimos anos e importações pelos principais países abaixo da média. A comercialização da safra 13/14 está abaixo em relação ao ano passado. Provavelmente a commodities irá testar o suporte de US$ 61,00, segundo as tendencias técnicas.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Analise de 11/11/14

MILHO
O milho na BM&F segue a tendencia de alta, com a baixa área e produção e por mais uma frente fria se aproximando do sul do Brasil, o que deve atrasar ainda mais o plantio, porem irá ajudar ao desenvolvimento da cultura, sendo que fechou na linha de resistência em R$ 31,40.
Na CBOT o cereal segue a tendencia de alta devido a redução, dada pelo USDA, da produção. Sendo que fechou acima da linha de resistência de US$ 372, em US$ 374,12.

SOJA
A soja teve uma grande valorização devido a forte baixa de ontem, sendo que esta valorização veio apenas no final do pregão. Este fechamento está acima da linha de resistência de US$ 10,60.

BOI

Com a volta das chuvas nas regiões produtoras os frigoríficos estão aumentando o tempo de escala com a oferta de animais terminados, e estão testando o mercado com reduções pontuais. Sendo que na bolsa fechou o dia praticamente estável em R$ 144,20. Com a passagem do início do mês, época de maior demanda interna, devemos esperar uma redução nos preços caso a exportação tenha uma redução, o que devemos estar atentos agora devido ao aumento nos preços dos combustíveis uma tendencia de inflação está a vista no Brasil. Caso que irá diminuir ainda mais o consumo dos brasileiros.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Analise 10/11/2014

MILHO
Agora analisando para o contrato de janeiro/15 na BM&F o milho deve variar entre R$30,70 e R$28,62 esta semana sendo que com o estado do Paraná com quase toda a área estimada de plantio realizado e Santa Catarina no mesmo caminho, e o clima com as chuvas da última semana tendo ajudado o desenvolvimento inicial devemos crer que o produto deverá ter uma alta nos próximos dias. Fechou o dia estável com poucos negócios. As exportações brasileiras deram um aumento significativo no último mês, porém ainda está abaixo da média dos últimos anos.
Na CBOT com os números do USDA o contrato para dezembro/14 o milho teve uma alta, pois há uma exportação muito acima da média, apesar da grande produção, há também uma provável demanda interna norte americana muito aquecida; tanto pelo uso de alimentação animal que deverá aumentar, quanto pelo uso para produção do etanol que também terá um acréscimo.

SOJA
Com os números do USDA a soja teve forte baixa, pois há um aumento significativo na produção, apesar do aumento da exportação e no esmagamento norte americano. Sendo que a China continua aumentando o nível de importação do produto. Não houve mudança ainda nos números de produção brasileiras e argentinas apesar do atraso no plantio, isto mostra que ainda pode ser recuperado caso que a partir de agora tenhamos chuvas regulares. As exportações brasileiras estão entrando na fase final sendo que o Brasil já superou o recorde do último ano.

TRIGO
Com a possibilidade de diminuição da exportação argentina, porém sendo compensada pelos outros países produtores estes fatores dão suporte para que o produtor brasileiro tenha uma melhor remuneração.  Apesar de haver indícios de que o país deva diminuir a importação do cereal, apesar deste ano ter havido uma diminuição na produção brasileira há indícios de aumento da produção interna. Os indicadores dão indícios de que os preços possam ter uma recuperação. Sendo que os produtores devem ficar atentos para não ter prejuízo com o estoque do produto, principalmente pela proximidade da colheita argentina. O plantio da safra de invernos dos países produtores próximo ao final devemos nos ater ao desenvolvimento destas áreas, ao consumo e a colheita argentina. As importações brasileiras do cereal encontram-se acima do ano passado porém abaixo da média dos últimos anos.

AÇÚCAR
Com uma produção estável norte-americana, a importação deste país também deve continuar estável.  O Brasil tendo uma diminuição na produção pelas usinas estar com prejuízos tanto no açúcar quanto no etanol. Os produtores devem se ater aos custos de produção, pois não há indícios de quebra de safra indiana, mas sim um aumento  na produção deste país. Apesar da recuperação nos últimos meses estamos com indícios de queda para a próxima safra.
Sendo que o Brasil está com exportações abaixo da média dos últimos 5 anos em relação ao etanol e ao açúcar.


domingo, 9 de novembro de 2014

Analise para a semana do dia 09/11/14

MILHO
Com a possibilidade do final da colheita nos Estados Unidos apresentando uma ótima produção e um aumento na exportação espero que nesta semana o cereal tenha uma queda na CBOT indo novamente testar o suporte de 360 podendo subir para testar a resistência de 378, ou continuar caindo para testar os 350, caso que acho que deve acontecer. Sendo que fechou a semana em 367 dólares pro bushel.
Na BM&F com a proximidade do final do contrato de novembro/14 considero que deve continuar apresentando queda pela disponibilidade do produto ainda na mãos dos produtores, mesmo com uma área de produção bem abaixo dos últimos anos. Sendo que fechou a semana em 27,80 reais por saco.

SOJA
Com o final do contrato de novembro/14 iremos começar analisar o contrato de janeiro/15.
Com o final da colheita nos Estados Unidos se aproximando e o plantio no Brasil tendo uma adiantada nesta semana, as exportações norte americanas aquecidas e acima da média, os indicadores técnicos indicam queda, com a possibilidade de testar a resistência dos 10,60 dólares e os 10,00. A partir desta semana devemos nos ater mais as áreas produtoras brasileiras e argentinas, e exportações norte-americanas. Fechou a semana em 10,36 dólares por bushel.

Analise da semana passada.

No domingo analisei que as commodities em questão irão ter alta, porem na terça-feira com o resultado da colheita norte-americana já considerei a possibilidade baixista, sendo que ambas as commodities fecharam em queda, em relação a semana anterior, o milho indo de US$ 376,750 para US$ 367,50 na CBOT e na BM&F R$ 27,75 para R$ 27,75. A soja  foi de US$ 10,4650 para US$ 10,4025. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Analise 07/11/2014

MILHO
Na CBOT o milho teve uma semana com muita volatilidade, no inicio caiu para testar o suporte  dos 360 dólares depois tentou uma recuperação para testar a resistência 375 dólares por bushel. Isto se deve a colheita adiantada nos Estados Unidos favorecida pelo clima, e a exportação norte americana aquecida, o milho fechou a semana em 367 dólares por bushel
Na BM&F o milho testou o suporte de 26,70, não o superando voltou a subir para testar a resistência de 28,50. A comercialização está lenta o que pode favorecer uma alta no curto prazo, porém pode afetar os preços para a safra de verão. O clima está favorecendo o plantio e desenvolvimento da cultura, apesar de termos uma área menor. Na bolsa o milho fechou em 27,75 reais por saca.

SOJA
Na CBOT a soja teve uma semana volátil testando a linha de suporte em 10,00 dólares e novamente subindo para testar a linha de resistência de 10,36 dólares por bushel. Estes acontecimentos se devem ao clima favorecendo a colheita dos Estados Unidos, e a exportação acima do esperado para a época, a soja fechou em 10,42 dólares por bushel

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Analise dia 05/11/14

MILHO
Por movimento técnico o milho subiu em Chicago, sendo que o clima tem dado suporte para a queda, pois a colheita nos Estados Unidos está sendo realizada há todo vapor e no Brasil o plantio está sendo favorecido pelas chuvas. Na BM&F o milho teve queda.

SOJA
Por movimento técnico a soja também subiu em Chicago, sendo que o clima tem dado suporte para a queda, pois a colheita esta dentro da média dos últimos anos nos Estados Unidos, e no Brasil a chuva esta favorecendo o plantio.

CAFÉ

Nos últimos dias houve a florada do café no Brasil favorecida pelas chuvas do último fim de semana. O que tem dado suporte para queda, porem já se calcula uma quebra significativa da safra, em outros países produtores há relatos de que a seca não foi tao grave. As exportações estão aquecidas dentro da normalidade. Em Nova York a tendencia é de queda e na BM&F também.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Análise dia 04/11/14

MILHO
A alta do milho hoje na BM&F se deve a baixa possibilidade de produção na safra de verão, no atraso deste plantio e adversidades do clima nas regiões produtoras. Na CBOT a queda se deve a colheita adiantada nos Estados Unidos, com aproximadamente em 60%, próximo a média dos últimos anos, está queda deverá continuar na CBOT e em consequência na BM&F.

SOJA
Com a volta das chuvas, aumento da área e perspectiva de produção no Brasil, e a colheita nos Estados Unidos com cerca de 80%, próximo a média dos últimos anos dão suporte para a queda nos Estados Unidos, que deverá continuar.

ALGODÃO

A queda em Nova York se deve que nos Estados Unidos, que apresenta lavouras com as cápsulas abertas e a colheita na média dos últimos anos, outros países também estão em colheita como China e Paquistão, grandes produtores e consumidores do produto. No Brasil está próximo da época de plantio, que deverá registrar um aumento da área e produção, que foi reduzida na última safra. O Brasil está com as exportações abaixo na média dos últimos anos, o custo de produção da cultura é um fator determinante para o produtor, logo deve se ater bem a este quesito.  Na bolsa o preço deverá continuar em queda.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Milho
O produto apresentou um movimento técnico na BM&F onde caiu, provavelmente irá em busca dos R$25,80 por saca. Devido o aumento dos preços nas últimas semanas o produtor deve ter entrado no mercado ofertando o produto, o que da suporte para este movimento.
Na CBOT o milho esteve praticamente estável, com poucos negocios, a espera do relatório de colheita dos EUA.

Soja
No Brasil o plantio encontra-se atrasado, agora com a volta das chuvas para as regiões deverá haver avanço nesta área. No país haverá um aumento da área e produção, o que pode causar uma queda nos preços internos, o produtor deve se ater ao custo de produção para não ter prejuízo, principalmente pela queda significativa dos últimos meses.
A queda do produto na CBOT se deve a proximidade do fim do contrato de novembro, correções técnicas, baixo volume e espera do relatório dos EUA.

Bovino

A volta de chuvas para as regiões produtoras, deverão aumentar a oferta de bois.  O que já vem sendo registrado na semana passada. A baixa demanda interna é um fator de preocupação para os frigoríficos e produtores, apesar da exportação estar em alta o que dá suporte ao aumento verificado nos últimos dias, apesar de ter registrado queda no dia.

domingo, 2 de novembro de 2014

Milho
Com a redução da área plantado no Brasil em 10.9%, segundo a CONAB, teremos uma possível queda de produção de 16.7%, segundo a CONAB, apesar da alta produção do grão este ano, e a exportação abaixo dos últimos dois anos, segundo a SECEX. A semeadura está ocorrendo normalmente no Paraná, estado onde a cultura tem diminuido sistematicamente nas últimas safras, dão suporte fundamentalista para a alta do produto na bolsa brasileira.
A Argentina terá um aumento na área de produção, com um plantio ocorrendo normal e uma espectativa de produção maior que o ano passado.
A colheita nos Estados Unidos está atrasada devido as chuvas que vem ocorrendo no Corn Belt, e a alta produção e uma exportação elevada, tem dado suporte fundamentalista para a CBOT.
As perspectivas são de que esta semana na BM&F o milho irá testar a resistência dos 30 reais por saca, significando uma possibilidade de alta, sendo que fechou a semana em R$27,55 por saca.
Para a CBOT os indicarores técnicos e fundamentalistas, dão suporte para alta onde irá testar a resistência dos 387 cents por bushel. Sendo que fechou a semana em 376,75 cents por buchel.

Soja
Com o aumento da área plantada, advinda de áreas de milho do Sul e outras culturas, ou pastagens, há uma perspectiva de alta produção no Brasil, onde a semeadura encontra-se atrasada por falta de chuvas, porém com a volta da normalidade de chuvas para as regiões produtoras o plantio deverá ocorrer normalmente.
Na Argentina há uma diminuição da intenção do plantio da oleaginosa, onde deverá haver uma  produção próxima a do ano passado.
Nos Estados Unidos a colheita esta ocorrendo normalmente, apesar da chuva, o que tem comprovado a alta produção, porém ha um aumento na exportação, indo principalmente para a China.
A perspectivas são de alta para a soja na CBOT onde irá testar a resistência de 11 US$/bushel, pelos indicadores técnicos e fundamentalistas. Sendo que fechou a semana em 1046,5 US$/bushel.