MILHONa BM&F o milho teve mais um dia se mantendo praticamente estável, apesar do grande volume negociado. Esperá-se que o cereal continue sua alta, devido a baixa negociação do produto na região sul, apesar dos produtores do Mato Grosso terem adiantado o escoamento do produto. O plantio continua em algumas regiões apesar de atrasada. A safrinha deve ser menor devido o atraso da semeadura das lavouras de verão no Centro Oeste o que deve dificultar ao produtor ter a janela de plantio para o cultivo.Em Chicago milho continua em queda como no inicio da semana, devido a pressão vendedora dos produtores norte americanos, que estão terminando a colheita e forçando o mercado. Com uma produção alta os Estados Unidos vem exportando grandes quantidades do produto, apesar de ser menor que no ano passado. Na Argentina o plantio esta na normalidade, com uma perspectiva de grande produção. Os indicadores técnicos dão suporte para que a queda continue, porém estamos prestes a testar o suporte de US$ 360, caso este seja rompido iremos ter uma pressão baixista que poderá chegar até US$ 320.SOJAApesar da evolução das exportações estarem acima do previsto, a colheita está na normalidade, comprovando a grande safra norte americana, que está dando suporte para a queda, apesar de no inicio da semana a informação de novas vendas deram suporte para uma alta, porém não foi suficiente para continuar. O plantio no Brasil segue com perspectivas de pequena redução de produção, porém pode ser compensada caso o clima ajude. Na Argentina o plantio segue como planejado. Os indicadores técnicos dão suporte para queda, porem iremos testar o suporte de US$ 10,00, que caso seja rompido teremos um grande rali de baixa podendo chegar até US$ 9,00.TRIGOCom a baixa comercialização do produto no Brasil devido aos baixos preços tem dado uma sustentação ao preço interno. Porem com o inicio da colheita Argentina, que deverá exportar ao Brasil quantidades significativas, o produtor deve ficar atento, pois isto deverá derrubar os preços internamente. Com a colheita no Brasil adiantada e o produto estocado que deve ser lançado ao mercado ate fevereiro, para estocar a soja. Na bolsa de Chicago o produto chegou a ter alta de US$ 560, porém não sustentou para romper esta linha de suporte e volta a cair para testar a residencia de US$ 520 apesar dos indicadores técnicos darem indícios de alta.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Analise de 19/11/14
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Analise de 18/11/14
MILHO
Após
tentar romper a linha de R$ 32,00 ontem, o milho teve uma queda nas cotações
hoje na BM&F, com a comercialização do produto pelos produtores adiantada
no Mato Grosso da safra 13/14, o que dar suporte para a queda, porém no Paraná
está lenta devido a redução na área de plantio, e a safra 14/15 ainda não foi
iniciado a negociação, o que da suporte para alta, o que deve acontecer.
A colheita
nos Estados Unidos próximo do final, estão dando suporte para a queda desta
semana. Na argentina o plantio continua na normalidade e no Brasil está
praticamente terminado, porém irá ser afetado o plantio do cultivo safrinha.
Sendo que na CBOT o milho trabalho grande parte do dia estável e acabou
entrando em queda nas últimas horas.
SOJA
Após
uma alta no dia de ontem a soja hoje recupera a queda, devido a colheita
adiantada nos Estados Unidos e plantio na normalidade na Argentina e atrasado
no Brasil, o que não deverá ter uma redução na produção, caso haja normalidade
de chuvas nas grandes regiões produtoras. Sendo que trabalhou praticamente o
dia todo em baixa.
CAFÉ
Com
a florada dos cafeeiros brasileiros nas últimas semanas, comprovam que a
cultura foi grandemente afetada pela seca dos últimos meses, atrasando a
florada, e esta sendo menor que o esperado. Sendo que estávamos a caminho de um
ano de baixa produção e a seca provavelmente irá trazer uma redução
significativa à produção brasileira, o consumo pela bebida continua crescente,
fazendo com que os preços registrem um rali de alta na bolsa de Nova York, as negociações
dos produtores continuam travadas, apesar das exportações estarem acima do ano
passado, e da média dos últimos anos. Os indicadores técnicos dão suporte para
a continuidade da alta.
BOI
Com
a forte demanda pela carne brasileira feita pela Russia, apesar do consumo
interno estar dando sinais de que irá diminuir, tem dado suporte para a alta
dos últimos meses, principalmente pela baixa disponibilidade de gado pronto
para o abate, estão fazendo os frigoríficos ficarem com as escalas curtas e
terem que continuar aumentando os preços no mercado físico, o que tem
capitalizado o produtor. A seca há
indícios de continuidade nas grande regiões produtoras o que deverá continuar
restringindo a oferta de animais para o mercado.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Analise de 17/11/14
MILHO
Após
atingir a linha de resistência de US$ 390, o milho entrou em descendencia dos
preços na CBOT em busca da linha de suporte dos US$ 360 por bushel. Isto se
deve aos indicadores técnicos e ao final da colheita norte-americana, que após
ter o relatório do USDA da semana passada ter aumentado o valor de consumo
doméstico. Os indicadores técnicos dão suporte para uma semana altista.
Na
BM&F o milho seguiu a pressão altista devido a menor área de produção da
primeira safra e uma possível redução da segunda safra devido ao atraso no
plantio da soja o que deve atrasar e impossibilitar o plantio de milho no Mato
Grosso, Goias, Bahia e Mato Grosso do Sul.
SOJA
Com
a notícia do USDA de que os Estados Unidos realizou mais uma venda de soja para
a China, o mercado virou para um período altista do dia. Apesar do final da
colheita norte-americana e o plantio no Brasil e Argentina, e o clima
possibilitando o desenvolvimento da cultura; e o avanço da comercialização do
produto pelos produtores da safra 14/15. Sendo que os indicadores dão suporte
para uma semana de queda.
domingo, 16 de novembro de 2014
Análise para a semana do dia 16/11/14
MILHO
Com
e o relatório do USDA, a evolução no
plantio e cultivo do milho no Brasil e Argentina, e a colheita nos Estados
Unidos, sendo que houve uma redução na produção norte americana e uma redução
de área de plantio no Brasil, porém há um aumento de área de produção na
Argentina, o cereal operou em alta esta semana,próximo de romper a linha de suporte dos US$ 380, porém
recuou. Esta semana esperamos que continue no movimento de alta, porém com a
queda do último dia espero que irá testar a resistência de US$ 370,00, porém
irá continuar subindo e testar o suporte de US$ 380,00. Sendo que fechou em US$
381,88.
Na
BM&F como esta semana também testou a resistência dos R$ 32,00, e teve
poucas negociações nos dias, esta semana irá apresentar uma queda porém dará
sequência na alta. Sendo que fechou em R$ 31,85.
SOJA
Com
o plantio atrasado no Brasil, e varias áreas produtoras ainda apresentando
deficit hídrico para o cultivo da lavoura e uma redução na espectativa de
produção brasileira feito pela CONAB,
apesar de haver um aumento na área de produção, com o final da colheita norte-americana, uma
demanda externa e interna muito alta por farelo, está semana o produto teve uma
alta significativa na negociação do produto dos produtores, devido há uma alta
do produto na CBOT onde rompeu a resistência de US$ 10,60, porem não sustentou.
Esta semana o produto irá ter continuar sua queda, e testar o suporte de US$
10,00. Sendo que fechou em US$ 10,21
RESULTADO DA SEMANA ANTERIOR.
Como
disse o milho esperava que fosse ter uma queda, porem com o relatório do USDA
houve uma mudança no cenário internacional, e o produto esteve em alta, apesar
de eu começar a informar esta alta desde segunda-feira, quando saiu o
relatório.
A
soja apesar de trabalhar grande parte da semana em alta, fechou a semana em
baixa, como eu previa que fosse acontecer.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Analise de 14/11/14
MILHO
Na
BM&F o milho fechou praticamente estável. Com a redução da área de produção
no Brasil o produto atingiu a resistência de R$32,00, e esta semana não
apresentou força para rompe-la.
Na
CBOT o cereal teve uma queda se aproximando do suporte de US$ 380,00. Apesar da
demanda interna e externa pelo produto que fez esta semana apresentar grande
alta.
SOJA
O
produto teve um dia de negociação baixista revertendo o lucros da semana. O
plantio da safra brasileira continua atrasado, porém está se aproximando do
final, nas principais regiões produtoras, assim como a colheita norte
americana. Apesar da demanda por farelo elevada, o que proporcionou as altas
desta semana, o produto fechou em US$ 10,23.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Analise de 13/11/14
MILHO
O
milho na BM&F fechou estável hoje, devido a correções técnicas das altas durante
a semana, e o fim do contrato de novembro/14. Devemos esperar a continuidade da
alta apesar de estar testando a resistência de R$ 32,00.
Na
CBOT o cereal continuou sua alta devido a demanda norte americana, as
exportações e uma diminuição na produção estadunidense dada pelo USDA no ultimo
relatório, hoje o milho chegou a próximo de testar a resistência de US$ 390,00.
SOJA
Na
CBOT o mercado fechou em alta, e superou durante algum tempo a residencia de
US$ 10,60, e recuou fechando em US$ 10,55. Isto se deve a alta demanda por
farelo tanto no mercado norte americano quanto externamente.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Analise de 12/11/14
MILHO
O milho na BM&F segue a
tendencia de alta devido a baixa área de produção e provável atraso no plantio
da segunda safra. Apesar das negociações do produto das safras anteriores
estarem lentas, o que pode dar um folego para quem utiliza o produto como
matéria prima. E fechou em R$ 32,08 para o contrato de janeiro/15.
O milho segue a tendencia de
alta na CBOT devido a demanda aquecida e as exportações acima da média. Sendo que
o cereal testou a resistência de US$ 380 por bushel, porem não teve força para
sustentar, amanha será um dia de alta espectativa em torno disto. Sendo que
fechou em US$378,80.
SOJA
Apesar da soja ter fechado
em queda, o produto esteve por muito tempo acima da resistência de US$ 10,60,
motivado pela demanda aquecida tanto norte americana quanto chinesa. A evolução
do plantio no Brasil segue atrasada, e a possibilidades de chuvas para esta
semana tem dado impulso para as lavouras terem um bom desenvolvimento. Sendo que
as tendencias técnicas indicam queda para os próximos dias.
ALGODÃO
O algodão está com
exportações acima da media tanto norte americanas quanto brasileiras, com
indícios de que haverá um queda de produção tanto no Brasil quanto mundial devido
o alto custo da lavoura e a tendencia de baixa nos preços, pois há um aumento
nos estoques em relação os últimos anos e importações pelos principais países
abaixo da média. A comercialização da safra 13/14 está abaixo em relação ao ano
passado. Provavelmente a commodities irá testar o suporte de US$ 61,00, segundo
as tendencias técnicas.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Analise de 11/11/14
MILHO
O
milho na BM&F segue a tendencia de alta, com a baixa área e produção e por
mais uma frente fria se aproximando do sul do Brasil, o que deve atrasar ainda
mais o plantio, porem irá ajudar ao desenvolvimento da cultura, sendo que
fechou na linha de resistência em R$ 31,40.
Na
CBOT o cereal segue a tendencia de alta devido a redução, dada pelo USDA, da
produção. Sendo que fechou acima da linha de resistência de US$ 372, em US$ 374,12.
SOJA
A
soja teve uma grande valorização devido a forte baixa de ontem, sendo que esta
valorização veio apenas no final do pregão. Este fechamento está acima da linha
de resistência de US$ 10,60.
BOI
Com
a volta das chuvas nas regiões produtoras os frigoríficos estão aumentando o
tempo de escala com a oferta de animais terminados, e estão testando o
mercado com reduções pontuais. Sendo que na bolsa fechou o dia praticamente
estável em R$ 144,20. Com a passagem do início do mês, época de maior demanda
interna, devemos esperar uma redução nos preços caso a exportação tenha uma
redução, o que devemos estar atentos agora devido ao aumento nos preços dos
combustíveis uma tendencia de inflação está a vista no Brasil. Caso que irá diminuir ainda mais o consumo dos brasileiros.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Analise 10/11/2014
MILHO
Agora analisando para o
contrato de janeiro/15 na BM&F o milho deve variar entre R$30,70 e R$28,62
esta semana sendo que com o estado do Paraná com quase toda a área estimada de
plantio realizado e Santa Catarina no mesmo caminho, e o clima com as chuvas da
última semana tendo ajudado o desenvolvimento inicial devemos crer que o
produto deverá ter uma alta nos próximos dias. Fechou o dia estável com poucos
negócios. As exportações brasileiras deram um aumento significativo no último
mês, porém ainda está abaixo da média dos últimos anos.
Na CBOT com os números do
USDA o contrato para dezembro/14 o milho teve uma alta, pois há uma exportação
muito acima da média, apesar da grande produção, há também uma provável demanda
interna norte americana muito aquecida; tanto pelo uso de alimentação animal
que deverá aumentar, quanto pelo uso para produção do etanol que também terá um
acréscimo.
SOJA
Com os números do USDA a soja
teve forte baixa, pois há um aumento significativo na produção, apesar do
aumento da exportação e no esmagamento norte americano. Sendo que a China
continua aumentando o nível de importação do produto. Não houve mudança ainda
nos números de produção brasileiras e argentinas apesar do atraso no plantio,
isto mostra que ainda pode ser recuperado caso que a partir de agora tenhamos
chuvas regulares. As exportações brasileiras estão entrando na fase final sendo
que o Brasil já superou o recorde do último ano.
TRIGO
Com a possibilidade de
diminuição da exportação argentina, porém sendo compensada pelos outros países
produtores estes fatores dão suporte para que o produtor brasileiro tenha uma
melhor remuneração. Apesar de haver
indícios de que o país deva diminuir a importação do cereal, apesar deste ano
ter havido uma diminuição na produção brasileira há indícios de aumento da
produção interna. Os indicadores dão indícios de que os preços possam ter uma
recuperação. Sendo que os produtores devem ficar atentos para não ter prejuízo
com o estoque do produto, principalmente pela proximidade da colheita
argentina. O plantio da safra de invernos dos países produtores próximo ao
final devemos nos ater ao desenvolvimento destas áreas, ao consumo e a colheita
argentina. As importações brasileiras do cereal encontram-se acima do ano
passado porém abaixo da média dos últimos anos.
AÇÚCAR
Com uma produção estável norte-americana, a importação
deste país também deve continuar estável.
O Brasil tendo uma diminuição na produção pelas usinas estar com
prejuízos tanto no açúcar quanto no etanol. Os produtores devem se ater aos
custos de produção, pois não há indícios de quebra de safra indiana, mas sim um
aumento na produção deste país. Apesar
da recuperação nos últimos meses estamos com indícios de queda para a próxima
safra.
Sendo que o Brasil está com exportações abaixo da média
dos últimos 5 anos em relação ao etanol e ao açúcar.
domingo, 9 de novembro de 2014
Analise para a semana do dia 09/11/14
MILHO
Com
a possibilidade do final da colheita nos Estados Unidos apresentando uma ótima
produção e um aumento na exportação espero que nesta semana o cereal tenha uma
queda na CBOT indo novamente testar o suporte de 360 podendo subir para testar
a resistência de 378, ou continuar caindo para testar os 350, caso que acho que
deve acontecer. Sendo que fechou a semana em 367 dólares pro bushel.
Na
BM&F com a proximidade do final do contrato de novembro/14 considero que
deve continuar apresentando queda pela disponibilidade do produto ainda na mãos
dos produtores, mesmo com uma área de produção bem abaixo dos últimos anos.
Sendo que fechou a semana em 27,80 reais por saco.
SOJA
Com
o final do contrato de novembro/14 iremos começar analisar o contrato de
janeiro/15.
Com
o final da colheita nos Estados Unidos se aproximando e o plantio no Brasil
tendo uma adiantada nesta semana, as exportações norte americanas aquecidas e
acima da média, os indicadores técnicos indicam queda, com a possibilidade de
testar a resistência dos 10,60 dólares e os 10,00. A partir desta semana
devemos nos ater mais as áreas produtoras brasileiras e argentinas, e
exportações norte-americanas. Fechou a semana em 10,36 dólares por bushel.
Analise da semana passada.
No
domingo analisei que as commodities em questão irão ter alta, porem na
terça-feira com o resultado da colheita norte-americana já considerei a
possibilidade baixista, sendo que ambas as commodities fecharam em queda, em
relação a semana anterior, o milho indo de US$ 376,750 para US$ 367,50 na CBOT
e na BM&F R$ 27,75 para R$ 27,75. A soja
foi de US$ 10,4650 para US$ 10,4025.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Analise 07/11/2014
MILHO
Na
CBOT o milho teve uma semana com muita volatilidade, no inicio caiu para testar
o suporte dos 360 dólares depois tentou
uma recuperação para testar a resistência 375 dólares por bushel. Isto se deve a
colheita adiantada nos Estados Unidos favorecida pelo clima, e a exportação
norte americana aquecida, o milho fechou a semana em 367 dólares por bushel
Na
BM&F o milho testou o suporte de 26,70, não o superando voltou a subir para
testar a resistência de 28,50. A comercialização está lenta o que pode
favorecer uma alta no curto prazo, porém pode afetar os preços para a safra de
verão. O clima está favorecendo o plantio e desenvolvimento da cultura, apesar
de termos uma área menor. Na bolsa o milho fechou em 27,75 reais por saca.
SOJA
Na
CBOT a soja teve uma semana volátil testando a linha de suporte em 10,00
dólares e novamente subindo para testar a linha de resistência de 10,36 dólares
por bushel. Estes acontecimentos se devem ao clima favorecendo a colheita dos
Estados Unidos, e a exportação acima do esperado para a época, a soja fechou em
10,42 dólares por bushel
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Analise dia 05/11/14
MILHO
Por
movimento técnico o milho subiu em Chicago, sendo que o clima tem dado suporte
para a queda, pois a colheita nos Estados Unidos está sendo realizada há todo
vapor e no Brasil o plantio está sendo favorecido pelas chuvas. Na BM&F o
milho teve queda.
SOJA
Por
movimento técnico a soja também subiu em Chicago, sendo que o clima tem dado
suporte para a queda, pois a colheita esta dentro da média dos últimos anos nos
Estados Unidos, e no Brasil a chuva esta favorecendo o plantio.
CAFÉ
Nos
últimos dias houve a florada do café no Brasil favorecida pelas chuvas do último
fim de semana. O que tem dado suporte para queda, porem já se calcula uma
quebra significativa da safra, em outros países produtores há relatos de que a
seca não foi tao grave. As exportações estão aquecidas dentro da normalidade. Em
Nova York a tendencia é de queda e na BM&F também.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Análise dia 04/11/14
MILHO
A
alta do milho hoje na BM&F se deve a baixa possibilidade de produção na
safra de verão, no atraso deste plantio e adversidades do clima nas regiões
produtoras. Na CBOT a queda se deve a colheita adiantada nos Estados Unidos,
com aproximadamente em 60%, próximo a média dos últimos anos, está queda deverá
continuar na CBOT e em consequência na BM&F.
SOJA
Com
a volta das chuvas, aumento da área e perspectiva de produção no Brasil, e a
colheita nos Estados Unidos com cerca de 80%, próximo a média dos últimos anos dão suporte para a queda nos Estados Unidos, que deverá continuar.
ALGODÃO
A
queda em Nova York se deve que nos Estados Unidos, que apresenta lavouras com
as cápsulas abertas e a colheita na média dos últimos anos, outros países também estão em colheita como China e Paquistão, grandes produtores e
consumidores do produto. No Brasil está próximo da época de plantio, que deverá
registrar um aumento da área e produção, que foi reduzida na última safra. O
Brasil está com as exportações abaixo na média dos últimos anos, o custo de
produção da cultura é um fator determinante para o produtor, logo deve se ater
bem a este quesito. Na bolsa o preço
deverá continuar em queda.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Milho
O
produto apresentou um movimento técnico na BM&F onde caiu, provavelmente
irá em busca dos R$25,80 por saca. Devido o aumento dos preços nas últimas
semanas o produtor deve ter entrado no mercado ofertando o produto, o que da
suporte para este movimento.
Na
CBOT o milho esteve praticamente estável, com poucos negocios, a espera do
relatório de colheita dos EUA.
Soja
No
Brasil o plantio encontra-se atrasado, agora com a volta das chuvas para as
regiões deverá haver avanço nesta área. No país haverá um aumento da área e
produção, o que pode causar uma queda nos preços internos, o produtor deve se
ater ao custo de produção para não ter prejuízo, principalmente pela queda
significativa dos últimos meses.
A
queda do produto na CBOT se deve a proximidade do fim do contrato de novembro,
correções técnicas, baixo volume e espera do relatório dos EUA.
Bovino
A
volta de chuvas para as regiões produtoras, deverão aumentar a oferta de
bois. O que já vem sendo registrado na
semana passada. A baixa demanda interna é um fator de preocupação para os
frigoríficos e produtores, apesar da exportação estar em alta o que dá suporte
ao aumento verificado nos últimos dias, apesar de ter registrado queda no dia.
domingo, 2 de novembro de 2014
Milho
Com a redução da área plantado no
Brasil em 10.9%, segundo a CONAB, teremos uma possível queda de produção de
16.7%, segundo a CONAB, apesar da alta produção do grão este ano, e a
exportação abaixo dos últimos dois anos, segundo a SECEX. A semeadura está
ocorrendo normalmente no Paraná, estado onde a cultura tem diminuido
sistematicamente nas últimas safras, dão suporte fundamentalista para a alta do
produto na bolsa brasileira.
A Argentina terá um aumento na
área de produção, com um plantio ocorrendo normal e uma espectativa de produção
maior que o ano passado.
A colheita nos Estados Unidos
está atrasada devido as chuvas que vem ocorrendo no Corn Belt, e a alta
produção e uma exportação elevada, tem dado suporte fundamentalista para a
CBOT.
As perspectivas são de que esta
semana na BM&F o milho irá testar a resistência dos 30 reais por saca,
significando uma possibilidade de alta, sendo que fechou a semana em R$27,55
por saca.
Para a CBOT os indicarores
técnicos e fundamentalistas, dão suporte para alta onde irá testar a
resistência dos 387 cents por bushel. Sendo que fechou a semana em 376,75 cents
por buchel.
Soja
Com o aumento da área plantada,
advinda de áreas de milho do Sul e outras culturas, ou pastagens, há uma
perspectiva de alta produção no Brasil, onde a semeadura encontra-se atrasada por
falta de chuvas, porém com a volta da normalidade de chuvas para as regiões
produtoras o plantio deverá ocorrer normalmente.
Na Argentina há uma diminuição da
intenção do plantio da oleaginosa, onde deverá haver uma produção próxima a do ano passado.
Nos Estados Unidos a colheita
esta ocorrendo normalmente, apesar da chuva, o que tem comprovado a alta
produção, porém ha um aumento na exportação, indo principalmente para a China.
A perspectivas são de alta para a
soja na CBOT onde irá testar a resistência de 11 US$/bushel, pelos indicadores
técnicos e fundamentalistas. Sendo que fechou a semana em 1046,5 US$/bushel.
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