COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Relatório Milho 21/02/16

A colheita no Paraná está em 24%, sendo que a condição das lavouras é de 90% boa, e 40% das áreas estão  em frutificação e 59% em maturação. Plantio da safrinha no Paraná está em 60%, sendo que as lavouras estão em boas condições em 98%, estas áreas encontram-se 40% em germinação e 60% em desenvolvimento vegetativo. O plantio da safrinha no Mato Grosso atingiu 39,5%, sendo  2,3% superior que a safrinha passada.
Na Argentina a maior parte das áreas estão em boas condições, sendo que a maioria das lavouras estão em enchimento de grão.
Há previsão de chuva em regiões produtoras do Paraná, e Mato Grosso do Sul, no Brasil e na Argentina tem pouca probabilidade para as províncias de Santa Fé, Entre Rios e La Pampa.
Na média das cidades acompanhadas no brasil houve uma redução de 0,57%, sendo que em Araxá MG, aumento em 10% e por outro lado em Maracaju MS a redução foi de 5,17%, segundo o site noticias agrícolas.

Na Bolsa de Chicago o milho teve uma valorização na semana de 3,48% saindo de US$ 3,59 por bushel para US$ 3,66 por bushel próximo do suporte de US$ 3,80 por bushel testado em dezembro de 2015. Na BM&F a valorização foi de apenas 0,78% semana passada fechou em R$ 35,72 por saca e esta em R$ 36,00 por saca, próximo ao suporte de R$37,50 testado em novembro de 2014.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Relatório de soja de 24/01/16

A colheita em Mato Grosso chegou à 7,5% da área plantada 3,8% menor que no ano passado, isto devido ao atraso do plantio devido a falta de chuvas nas áreas produtoras, segundo o IMEA. No Paraná apenas 1% das áreas está colhida, as lavouras estão com 86% em boas condições, sendo que 57% das áreas estão na fase de frutificação, 22% em maturação e 15% em desenvolvimento vegetativo, sendo então que 72% das lavouras necessitam de chuvas para terminar o ciclo com boas produtividades, segundo o DERAL-PR.
Há previsão de chuvas leves nas principais regiões produtoras para a próxima semana, uma boa notícia para as áreas que necessitam de chuvas principalmente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Na Argentina grande parte das lavouras está em boas condições principalmente na fase crescimento e algumas áreas na floração. Assim como no Brasil há previsão de chuvas para as principais áreas produtoras. Há uma expectativa de aumento de produção de 15% comparado com o ano passado, chegando à 61 milhões de toneladas, isto devido ao clima favorável e ao aumento da área planta em 4,6%, com a exportação de 11 milhões de toneladas cerca de 40% maior que no ano anterior que foi de 7,4 milhões de toneladas, segundo o DIAF.
As cotações ficaram estáveis esta semana na média das cidades analisadas, com a maior redução para a cidade de Maracaju MS com redução de 4%, seguida por Campo Verde MT com 3% de redução. Porém em Londrina PR houve um acréscimo de 2%, seguido por Cascavel PR, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis MT com 1% de aumento. No porto de Paranaguá PR houve um aumento de 3% na saca sendo negociada há R$ 84,00; enquanto que em Rio Grande RS apenas 1% negociado há R$ 86,50. Na Argentina as cotações caíram cerca de 3% negociadas há US$ 339,00/ton.
Em Chicago as cotações esta semana permaneceram estáveis, variando entre US$ 8,87 e US$ 8,70 por bushel. Porém para os produtores brasileiros houve uma variação de preços durante a semana devido à cotação do Dollar que foi negociado entre R$ 4,17 e R$ 4,00; sendo que fechou a semana negociado há R$ 4,10.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Relatório de Milho de 13/12/15

No Paraná 100% das áreas estão plantadas, com 50% em desenvolvimento vegetativo, 34% na floração, 15% em frutificação e 1% em maturação, sendo que 93% das lavouras estão em boas condições, segundo o DERAL.
Segundo o Levantamento de Safra, da CONAB, há algumas regiões com restrição de produção por excesso de chuvas no Paraná e Santa Catarina, e por falta de chuva em Minas Gerais, Bahia e Tocantis. Há expectativa de 6,7% de aumento de área, que gerará 8,6% de aumento de produção. Para a segunda safra não há aumento ou diminuição de área ou produção.
Na Argentina o plantio já atingiu 61% da área esperada, sendo que a maior parte das lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo, em boas condições, segundo o MinAgri.
Segundo o WASDE os Estados Unidos terão uma redução de 2,7% na exportação de milho, e a Argentina uma redução de 0,7%, os maiores produtores exportarão 0,4% menos que o previsto no relatório anterior. Para o Brasil não há mudanças tanto para produção, como para exportação e uso interno do produto. Para os maiores importadores também não há expectativas de mudanças.
Há expectativas de que continue as chuvas no Centro Sul brasileiro na próxima semana, com destaques para os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul,  Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goias para maiores volumes, sendo que os estados do Sul terão volumes podendo chegar há 120mm, enquanto que a Bahia não há previsão de chuvas. Para a Argentina há expectativas de de chuvas para todos os estados produtores, com volumes podendo chegar a 120mm.
As cotações esta semana tiveram uma alta de em média 1,37% nas praças pesquisadas, porém houve redução nos preços em Itapeva de 4,3% e Varginha 3%; nas outras praças a alta variou de 1% em Canarana a 6,65% em Barretos, com as maiores cotações em Araxá  e Luis Eduardo Magalhães a R$ 32,00 e menor preço em Lucas do Rio Verde R$ 18,30.
Na bolsa de Chicago as cotações recuaram 1,3% de US$ 3,81/bushel para US$ 3,76/bushel. A análise técnica está em tendencia de estabilidade.

Na bolsa de São Paulo as cotações tiveram estabilidade esta semana, porém teve uma grande variação nos preços de 4,5%, variando entre R$ 35,02 e 36,69. A análise técnica indica continuidade de alta nos preços, porém encontra-se em ponto de resistencia. 

domingo, 15 de novembro de 2015

Relatório de Soja de 15/11/15

O plantio no Paraná já atingiu 80% da área prevista, com 89% das lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo e 5% em fase de floração, 98% das áreas estão em boas condições de desenvolvimento. No Mato Grosso a área plantada já atingiu 84% da prevista, 0,4% menos que no ano passado.
As chuvas estão favorecendo o desenvolvimento das lavouras dos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enquanto que no sudoeste e sudeste do Rio Grande do Sul estão com problemas de excesso de chuvas. A falta de chuvas pode ser problemas no leste de Rondônia, todo o estado de Goias, Distrito Federal, Mato Grosso e leste de Minas Gerais.
No Levantamento de Safras da Conab estima-se um aumento da área plantada entre 2,1% e 3,8%, sendo 671 hectares e 1224 hectares em relação ao ano passado. A produtividade deve superar os 3000 kg/ha, sendo um aumento de 2,9% em relação ao ano passado. Estima-se uma produção com isso de 5,1% à 6,8% maior que o ano passado chegando a 102.826.000 toneladas de soja produzidas.
O plantio na Argentina já foi iniciado sendo que na província de Córdoba já atingiu 35% da área prevista, sendo que 70% está em fase de germinação.
Nos Estados Unidos a colheita já atingiu 95% da área plantada 2% superior que a média dos últimos anos, sendo que os estados de Illinois, Michigan e North Dakota já terminaram a colheita, e o estado de North Carolina é o mais atrasado com 42% da área colhida.
No relatório do USDA a produção norte americana foi elevada em 2,4%, chegando a 108.354.000 toneladas. A produção brasileira, argentina, chinesa, indiana e paraguaia permaneceram estáveis. A intenção de importações chinesas foram elevadas em 1,8%, e a mundial em 1,3%. As exportações brasileiras, norte americanas, argentinas foram elevadas chegando que na mundial a elevação foi de 1,8%. O esmagamento também foi elevado. Porém os estoques mundiais foram reduzidos em 2,7%.
As cotações dos preços tiveram a maior queda no estado do Mato Grosso, principalmente nas praças de Tangará da Serra e Campo Novo dos Parecis, com redução de 5%. Os maiores preços esta na praça de Luis Eduardo Magalhaes com o disponível à R$77,00/saca, e o menor na praça de Sorriso com o disponível à R$ 64,50/saca. Na Argentina os preços subiram 0,5% no disponível.
Na bolsa de Chicago a semana foi de queda na cotação, com retração de 1,4% cotado à US$ 8,55/bushel.
Na bolsa de São Paulo a semana também foi de retração na cotação de 1%, cotado à US$ 18,95/saca.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Relatório de Trigo de 08/11/15

No Paraná a colheita atingiu esta semana 88% da área plantada, as lavouras encontram-se com 84% de média a boas condições, ainda há 10% das lavouras em fase de fruttificação e 90% em fase de maturação.
Na Argentina a colheita já atinge 94% da área plantada. Nos Estados Unidos o plantio do trigo de inverno já atingiu 88%, sendo 2% menor que a média dos últimos 5 anos, e destas lavouras 72% estão emergindo, com 49% das lavouras em boas ou ótimas condições, 10% menor que a média dos últimos 5 anos.
No Rio Grande do Sul há previsão de grande precipitação para esta semana, assim como na Argentina.
No mercado a vista os preços se mantiveram praticamente estáveis esta semana com variação no estado do Paraná, de cerca de 2,7%, com a saca sendo negociada a R$ 38,00 nas praças de Cornelio Procópio, Guarapuava e Londrina. Nos estado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo os preços se mantiveram estaveis, com os melhores preços em Avaré e as menores cotações nas praças de Ijuí e Julio de Castilho.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Análise de 06/04

 Com o rompimento da máxima histórica Boi Gordo deverá subir. Milho e Soja seguem tendencias externas e caem hoje.

MILHO
Com previsão de chuvas para os estados do Mato Grosso, Tocantins e Goias irá ajudar as lavouras que se encontram na fase de desenvolvimento vegetativo. Na Argentina a chuva prevista também irá ajudar as lavouras em final de enchimento de grãos.
Na BM&F o mercado trabalhou elevando os preços nos inícios do trabalho, porém voltou a cair no início da tarde fechando em queda. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços do produto.
Na Bolsa de Chicago após a alta da última semana o mercado trabalhou hoje na estabilidade no noturno e pela manhã, mas voltou a cair no início da tarde.

SOJA
Com previsão de estiagens para o sul do Brasil irá ajudar o final da colheita desta região que possui pequenas áreas ainda a ser colhida.
Na CBOT o mercado trabalhou em queda logo no início da manhã e fechou em queda.

BOI GORDO
Com a proximidade do final da época de chuvas para a região Centro-Oeste a cotação do produto voltou a subir nas regiões na tentativa de aumentar a oferta, restrita, de animais pelos produtores.
Na BM&F o mercado veio testando a linha de resistência de preços e hoje rompeu esta e está em tendencia de alta.


TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Análise de 25/03

Valorização do dollar alavanca comercialização da soja e milho no Mato Grosso.

MILHO
A comercialização do produto pelos produtores está lenta para o estado do Paraná, mas no Mato Grosso está com 40%, bem acima da média dos últimos anos.
Na BM&F o mercado trabalhou o dia em alta, buscando recuperar a cotação perdida nos últimos dias.
 Na CBOT o mercado trabalhou em estabilidade, mas com maior volatilidade hoje a tarde, fechando o dia em leve alta.
SOJA
A comercialização da soja está adiantada devido a alta nos preços internos puxados pela alta do dollar.
O dollar vem apresentado grande volatilidade que pode trazer melhores preços aos produtores, mas também pode dificultar a compra de insumos.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou em queda desde os primeiros negócios no pregão noturno, com leve recuperação no final da manha, e a tarde com grande volatilidade, porém fechou o dia em queda.

TRIGO
Com a alta do dollar os moinhos estão no mercado comprando mais produtos e elevando os preços aos produtores.
Ainda é incerto a quantidade de área a ser plantada no Brasil, mas definitivamente será menor que no ano passado.
Na CBOT o mercado trabalhou o trigo na semana retrasada em alta com tentativas de baixas durante a semana passada. Porém esta semana vem tendo grande queda nas cotações.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.