MILHO
Com
a chuvas esparsas esta semana nas regiões produtoras. E a baixa comercialização
dos produtores fizeram com que recuperasse os preços de 15 dias. A analise
gráfica indica que devemos continuar em alta, para busca a linha de resistência
de R$ 32,00, na BM&F.
Na
CBOT as cotações estão subindo devido a baixa comercialização dos produtores
norte-americanos, e as exportações aquecidas. Os preços hoje recuperaram
patamares de julho de 2014. A analise gráfica indica que devemos continuar em
alta até testar a linha de suporte dos US$ 4,40 ou até US$ 4,70. A analise
técnica dá suporte para a continuidade de alta.
SOJA
A alta
do dollar tem feito os produtores brasileiros não compreenderem de fato a
cotação real da soja em Chicago, as repetidas altas do preço do dollar tem feito
com que a soja mantenha patamares altos, porém os produtores não podem se
esquecer que também pagará produtos importados com este preço de dollar,
fazendo com que isto se torne um custo a mais para as próximas safras. As exportações
norte-americanas continuam aquecidas e as brasileiras estão em declino devido
ao final do ciclo de exportações. A analise gráfica indica que tivemos uma
recuperação técnica no dia de hoje após a forte baixa de ontem.
AÇÚCAR
Com
o encerramento da produção das usinas na região centro-sul do Brasil esta
semana, ocorrida por causa da queda de moagem, comparada ao ano passado, devido
a chuvas que atrapalharam a colheita no mês de novembro, e a seca durante o ano
marcam esta semana. O consumo de etanol tem aumentado após o aumento do preço
da gasolina. Esta semana também houve uma redução no ritmo de negócios de
açúcar devido ao fim da época de produção. Esta semana o açúcar teve uma leve
recuperação de preços em Nova York, porém hoje reverteu estas recuperações. A analise
técnica dão suporte para a continuidade de baixa do preço do produto. A analise
gráfica o mercado testará o suporte de US$ 15,00 caso rompa deverá cair até os
US$ 14,00.
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