COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Analise de 02/12

MILHO
Com grande parte do plantio realizado no Brasil, com uma regularidade nas chuvas que devem fazer com que tenhamos um desenvolvimento considerável da cultura, apesar da queda considerável da área plantada, e como os preços não conseguiram romper a barreira dos R$ 32,00 por saco, os preços na BM&F estão apresentando uma queda acentuada nos últimos dias. Isto devido também a baixa negociação do produto colhido na safrinha. Logo a commoditie está em busca do fundo para reagir novamente, caso não tenhamos problemas com chuvas, este preço pode estar por volta dos R$ 27,00 por saco.
Na CBOT, os preços tem registrado alta devido as exportações norte-americanas que estão aquecidas e o uso interno em etanol e alimentação animal muito aquecidas. O que deve continuar pressionando os preços. Na Argentina o plantio está sendo realizada normalmente, neste país teve-se uma redução na área de plantio o que deve reduzir a oferta do produto. Hoje o produto realizou uma correção técnica, apesar dos indicadores estarem apontando uma alta para esta semana.

SOJA
Com o plantio na Argentina atrasado assim como no Brasil, apesar de que as lavouras brasileiras no momento estão grande parte implantadas, e com as chuvas sendo regulares, estão tendo uma desenvolvimento muito bom, apesar de algumas lavouras terem perdido a janela de plantio, caso estas chuvas continuam normais deve-se ter uma colheita recorde. As exportações norte-americanas que tem feito os investidores fazerem grandes saltos na bolsa estão aquecidas, as brasileiras estão no final do ciclo, e este mês deve ser exportado muito pouco. A baixa comercialização adiantada pelos produtores brasileiros deve ser um fator importante, porém os produtores devem ficar atentos. Os indicadores técnicos dão suporte para uma continua queda, devemos ficar atentos a linha de US$ 10,00 caso seja rompida a oleaginosa irá buscar os US$ 9,00 por bushel.

CAFÉ

Com a queda nas cotações nos últimos dias, devido a florada no Brasil, e volta das chuvas nas regiões produtoras, o que deve fazer com o desenvolvimento das lavouras sejam consideráveis, apesar do atraso na florada o que deve reduzir a produção brasileira; caso estas chuvas continuem devemos acompanhar um mercado descendente.  A demanda continua com um crescimento considerável anualmente, assim as exportações brasileiras continuam aquecidas, com um acumulado de 5% acima dos últimos anos. Os indicadores técnicos indicam que devemos continuar com a queda em Nova York.

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