MILHO
Com grande parte do plantio realizado no Brasil, com uma
regularidade nas chuvas que devem fazer com que tenhamos um desenvolvimento
considerável da cultura, apesar da queda considerável da área plantada, e como
os preços não conseguiram romper a barreira dos R$ 32,00 por saco, os preços na
BM&F estão apresentando uma queda acentuada nos últimos dias. Isto devido
também a baixa negociação do produto colhido na safrinha. Logo a commoditie
está em busca do fundo para reagir novamente, caso não tenhamos problemas com
chuvas, este preço pode estar por volta dos R$ 27,00 por saco.
Na CBOT, os preços tem registrado alta devido as
exportações norte-americanas que estão aquecidas e o uso interno em etanol e
alimentação animal muito aquecidas. O que deve continuar pressionando os preços.
Na Argentina o plantio está sendo realizada normalmente, neste país teve-se uma
redução na área de plantio o que deve reduzir a oferta do produto. Hoje o
produto realizou uma correção técnica, apesar dos indicadores estarem apontando
uma alta para esta semana.
SOJA
Com o plantio na Argentina atrasado assim como no Brasil,
apesar de que as lavouras brasileiras no momento estão grande parte
implantadas, e com as chuvas sendo regulares, estão tendo uma desenvolvimento
muito bom, apesar de algumas lavouras terem perdido a janela de plantio, caso estas
chuvas continuam normais deve-se ter uma colheita recorde. As exportações
norte-americanas que tem feito os investidores fazerem grandes saltos na bolsa
estão aquecidas, as brasileiras estão no final do ciclo, e este mês deve ser
exportado muito pouco. A baixa comercialização adiantada pelos produtores brasileiros
deve ser um fator importante, porém os produtores devem ficar atentos. Os indicadores
técnicos dão suporte para uma continua queda, devemos ficar atentos a linha de
US$ 10,00 caso seja rompida a oleaginosa irá buscar os US$ 9,00 por bushel.
CAFÉ
Com a queda nas cotações nos últimos dias, devido a
florada no Brasil, e volta das chuvas nas regiões produtoras, o que deve fazer
com o desenvolvimento das lavouras sejam consideráveis, apesar do atraso na
florada o que deve reduzir a produção brasileira; caso estas chuvas continuem
devemos acompanhar um mercado descendente. A demanda continua com um crescimento
considerável anualmente, assim as exportações brasileiras continuam aquecidas,
com um acumulado de 5% acima dos últimos anos. Os indicadores técnicos indicam
que devemos continuar com a queda em Nova York.
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