MILHO
O
aumento dos preços no estado do Mato Grosso , tem feito com que os produtores
locais aumentem a oferta de produto. A área de plantio no estado do Paraná está
completa, sendo que a agora a maior parte das lavouras estão em desenvolvimento
vegetativo, tendo também áreas com frutificação. Na BM&F com baixa
negociação os preços parecem tem encontrado um ponto de baixa por volta dos R$
28,00, isto se mantendo devemos ter uma alta naos próximos pregões. A demanda
do produto começa a ser restrita devido a proximidade do final de ano, época em
que empresas param de trabalhar.
Na
CBOT, as negociações tiveram uma recuperação nos preços. Apesar da espera de
aumento dos estoques. Os números do relatório do USDA sairá amanha, o que
deverá ter mexer com o mercado. A Argentina está plantando as lavouras, sendo
que estão tendo um bom desenvolvimento. As exportações americanas continuam
aquecidas. A China apesar de ter tido uma quebra de safra, diminuiu a
importação do produto, o que deverá ser revertido no início do próximo ano. Os
indicadores técnicos dão suporte para uma alta, porém devemos nos ater mais aos
números do USDA que sairá amanha.
SOJA
Com
a dificuldade de plantio em algumas áreas, e o aumento da cotação do dollar
frente ao Real, tem feito com que haja aumento da cotação do produto no mercado
interno. Assim como na CBOT, em que se aproxima da linha de resistência dos US$
10,50. O plantio na argentina também está um pouco atrasado. As chuvas estão
dando possibilidade para um bom desenvolvimento da cultura, sendo que o estado
do Paraná já possui lavouras em frutificação, segundo o DERAL, grande parte das
lavouras estão em boas condições. Nos últimos dias houve um aumento na
comercialização do produto pelos produtores mato-grossenses, da safra 14/15. O plantio
no estado do Mato Grosso está praticamente terminado. Os indicadores técnicos
dão suporte para alta, amanha com o relatório do USDA devemos ter um mercado
agitado, podendo romper a resistência dos US$ 10,50, caso haja diminuição dos
estoques norte americanos.
CAFÉ
Com
a quebra de safra brasileira, devido a seca, pode ser maior após ter produtores
que reportaram um pegamento de flores menor que o esperado. O clima está sendo
favorável para a cultura, devido a chuvas que estão voltando a regularidade na
região produtora. As baixas cotações do produto nos últimos dia refletindo na
baixa comercialização do produto pelos produtores. Apesar da alta do dollar dos
últimos dias, que deve trazer uma melhor remuneração ao produtor. Hoje as
cotações começaram a se recuperar, sendo que devem ir ate os US$ 191,30 ou US$
200,00 por libra. A demanda do produto continua aquecida, sendo que no próximo
ano devesse ter um aumento. Os indicadores técnicos dão
indicios de queda.
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