COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Análise de 17/02

Após feriado nos Estados Unidos, dia do Presidente, Soja atinge os US$10,00; e Milho US$ 3,90. Juntamente com valorização do dólar produtores deverão ter uma rentabilidade próximas às do ano passado.

MILHO
Com as chuvas das últimas semanas, as condições das lavouras estão em boas ou em ótimo estados, para as lavouras de safras, e em boas condições para as de safrinhas, que estão em fase de implantação. Há previsão de chuvas para todas as regiões do Brasil que irá melhorar com as previsões de chuvas desta semana.
Na Argentina as condições das lavouras está em boas ou ótimas, com as lavouras em floração principalmente. Sendo que as condições de umidade de solo está em boas condições.
A análise da Bolsa de Chicago mostrou que hoje o mercado trabalhou muito volátio, com o noturno elevando as cotações à US$3,90, até o meio da manha quando caiu até à US$ 3,88 a tarde, onde voltou a recuperar preços fehcando à US$ 3,89.
A análise técnica dá suporte para a alta nas cotações do preços da commodity.

SOJA
As chuvas das últimas semanas ajudou as lavouras que tiveram problemas com seca no mês de Janeiro. Sendo que a maioria está em boas ou ótimas condições.
Há previsão de chuvas para as principais regiões produtoras do país. Na Argentina as condições das lavoura estão em boas ou ótimas, sendo que a maioria das lavouras está em fase de floração ou frutificação. As condições de umidade de solo está em boas condições.
A análise da CBOT expôs que o dia de hoje foi de ganhos de preços para a commodity; ela iniciou o dia no noturno em US$ 9,92, ultrapassou a resistência dos US$ 10,00 a tarde e fechou o dia em US$ 10,08.
A análise técnica indica alta nos preços, caso continua a cima dos US$ 10,00.

BOI GORDO
As chuvas das últimas semanas tem ajudado as pastagens debilitadas nas regiões produtoras. Apesar de termos animais atrasados e médias de escala de abate estar abaixo dá méida do ano passado.
As exportações no mês de janeiro foi superior à média dos últimos anos, em quantidade. Garantindo assim uma melhor renumeração ao produtor.
Na análise da BM&F mostrou que esta semana foi de ganhos de preços para os pecuaristas, assim sendo houve um ganho nas cotaçòes em todos os dias.
A análise técnica indica continuidade de ganhos de preços para os bovinos terminados.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Análise de 13/02

Em véspera de feriado de Carnaval, no Brasil, e Dia do Presidente, nos Estados Unidos, cotações de Milho, Soja e Algodão sobem no mercado externo, o Milho no mercado interno, com grande volume de negociação, segue em baixa. Dólar volta a subir e ajuda a melhorar remuneração do produtor rural, no caso da Soja e Algodão.
MILHO
Com o clima ajudando a colheita está adianta, assim está sendo comprovado uma maior produtividade nas áreas de primeira safra. O plantio de milho safrinha está quase com metade da área prevista implantada, com mais de 30% no Paraná, segundo a SEAB-PR e 45% no Mato Grosso, segundo o IMEA.
A análise da BM&F mostrou que desde o começo do dia o mercado trabalho baixando a cotação do milho fechando o dia próximo à R$ 28.60. A análise técnica indica queda nos preços da commodity.
A análise da CBOT mostrou que o noturno o mercado continuou elevando as cotações do milho, porém nos inicio da tarde voltou a cair, mas no início da tarde reverteu subiu até próximo do final do dia, fechando próximo à US$ 3,87. A análise técnica indica que o milho deve continuar a cair no longo prazo; porém esta para reverter a tendência de baixa.
Na semana a desvalorização do Milho na Bolsa de São Paulo foi de 2,55%, porém na Bolsa de Chicago houve uma leve valorização de 0.78%

SOJA
A colheita de soja está com mais de 20% das lavouras colhidas no Brasil, sendo que o estado mais adiantado é o Mato Grosso, com 35%. As áreas colhidas estão variando quanto a produtividade, porém na maioria está sendo de maior que no ano passado.
A análise da Bolsa de Chicago expôs que o noturno foi de aumento nas cotações, porém, assim como no milho, caiu no inicio da tarde, revertendo a tarde, porém antes de fechar voltou a cair, fechando o dia próximo de US$ 9,90. A análise técnica dá suporte para a queda nos preços do produto no longo prazo, porém a tendência de baixa pode estar prestes ser revertido, assim como no milho.
Na semana a valorização na CBOT foi de 1,64% para a soja; porém no Brasil a valorização foi maior devido à influencia do dólar, que também subiu.
  
ALGODÃO
O plantio no Mato Grosso está quase que completo com mais de 90% das áreas implantadas, segundo o IMEA. As condições das lavouras estão boas, motivadas pelas chuvas das últimas semanas.
As exportações brasileiras de algodão no mês de Janeiro foi superior a média dos últimos anos, porém ficou abaixo da saída do ano de 2013. As exportações norte-americanas estão próximas a atingirem a quantidade, que saiu o ano passado, porém as expectativas de saídas este ano são superiores.
No relatório do USDA divulgado na terça-feira, a expectativa de produção foi aumentada, porém em quantidade pequena. O uso do produto mundial teve uma redução significativa, especialmente na China e Estados Unidos. Há perspectivas de aumento de importação chinesa. As exportações mundiais também devem aumentar, principalmente as norte-americanas, enquanto que as indianas devem se reduzir. Os estoques mundiais devem serem superiores, puxadas pelas chinesas. Sempre comparado ao relatório do USDA do mês anterior anterior.
O Levantamento de Safras,divulgado na quarta-feira, pela CONAB. Nos informou que a área de plantio deste ano é menor que no ano passado, a produtividade deve ser parecida e a produção será menor, como a área. As regiões com condição hídrica para o cultivo são os estados do Mato Grosso, Tocantis, Maranhão e partes do Mato Grosso do Sul; sendo que partes do Mato Grosso do Sul, Goias, Minas Gerais, Bahia, Piaui e São Paulo, estão com problemas de chuvas.
A análise da bolsa de Nova York mostrou que esta semana o mercado continuou elevando os preços da commodity até US$ 63,00, no dia 10/02/15, quando teve uma pequena queda, até o dia 12/02/15 em US$ 62,20; e reverteu e fechou a semana em US$ 62.70. Lembramos que a linha de US$ 63,00, é a linha de resistência com maior força. Mas na semana houve uma . A análise técnica dá suporte para a alta nos preços do produto.
Na semana a valorização do Algodão na Bolsa de Nova York foi de 1,89%, assim como no caso da soja, no Brasil foi maior devido à valorização do dólar.
Voltarei a fazer análises apenas na Terça-feira, apenas para o mercado internacional.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Análise de 12/02

Levantamento de Safra da CONAB (Ministério da Agricultura) confirma, dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) maior produção de Soja para o Brasil e um produção de Milho praticamente igual, comparado ao ano passado. Chuvas tem ajudado as lavouras de cana-de-açúcar a se recuperar da seca dos últimos meses, e exportações de açúcar foram aquecidas para o mês de Janeiro.

MILHO
Hoje a Conab divulgou o Levantamento de Safra 2014/15, e continuou mantendo as projeções de menor expectativa de produção para este ano, porém há indícios de aumento da produtividade. Para a 1 safra as projeções são de produção bem abaixo do ano passado, apesar da produtividade ser maior. As expectativas para a 2 safra, safrinha, são de uma área um pouco menor que o ano passado, com uma produtividade maior e uma produção praticamente igual. A expectativa de uso de milho no Brasil é de ser maior que o ano passado. Com estas perspectivas os estoques finais de produto deverá ser menor, o que possibilitará a continuidade de preços.
As exportações de milho brasileiras no mês de Janeiro foram superiores às da média e dos últimos anos, graças a baixa saída do produto no ano passado. As exportações dos Estados Unidos continuam aquecidas nesta semana, comprovando assim as expectativas do USDA. Na Argentina as saídas de produto esta lenta, devido às taxas do governo para a exportação.
A análise gráfica da BM&F mostrou que o mercado continua a derrubar os preços da commodity. A análise técnica indica que o ponto de reverão de tendência está sendo testado, o que pode começar a indicar a queda dos preços.
A análise gráfica da bolsa de Chicago expôs que mercado trabalhou no noturno estável, e iniciou a manha aumentou a cotação, porém reverteu no final da manha para queda, trabalhando a tarde estável; sendo que fechou o dia em queda. A análise técnica continua indicando queda nos preços do produto.

SOJA
Com o Levantamento de Safra da Conab liberado hoje comprovou, o relatório do USDA, que houve um aumento de área implantada pela cultura, sendo que a expectativa de produtividade é maior e, assim, uma produção maior. Desta forma tudo indica que irá ser batido o recorde histórico, do ano passado, de produção da oleaginosa. Há expectativa de aumento de uso de soja no Brasil. Desta forma os estoques finais deverão ser iguais, ou podendo até diminuir, comparado ao ano passado.
A análise gráfica da CBOT mostrou que o noturno foi de estabilidade, com o mercado elevando os preços no início da manha, com uma queda a tarde, porém fechou o dia em alta. A análise técnica indica queda para período longo.
  
AÇÚCAR
Com as chuvas das últimas semanas no Centro-sul brasileiro tem ajudado as lavouras de cana-de-açúcar, que sofreram com o veranico no final do ano passado e início deste ano. Está sendo comprovado a alta produção de açúcar na Índia e Tailândia, o que tem forçado os preços internacionais para baixo.
As exportações de açúcar no mês de Janeiro foi superior a média dos últimos anos, contudo a saída de açúcar refinado foi muito maior que a média dos últimos anos.
A análise da Bolsa de Nova York mostrou que esta semana o mercado está elevando os preços da commodity, porém devemos ficar atentos se os preços irão conseguir romper a linha dos US$ 15,00. A análise técnica dá suporte para a continuidade de queda nos preços para períodos longos.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Análise de 11/02

Após relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estado Unidos) mercado trabalhou hoje continuando a baixar as cotações do milho e aumentar as da soja.
MILHO
A comercialização da safrinha deste ano está adiantada, porém a ainda há quantidade a ser vendida pelos produtores tanto da safra deste ano, quanto da safrinha do ano passado. Esta venda adiantada ocorre devido cotações na bolsa de São Paulo estarem elevadas, com a expectativa de menor produção neste ano.
A análise gráfica da BM&F expôs que no dia de hoje o mercado trabalhou com grande volatilidade, sendo cotado nos inícios do dia à R$ 29,20/saca; mas fechou o dia à R$ 29,00/saca. A análise técnica ainda dá suporte para a continuidade de alta.
A análise gráfica da Bolsa de Chicago mostrou que nos trabalhos noturno o mercado derrubou as cotações, porém no início da tarde houve uma tentativa de aumento nos preços, mas fechou o dia em queda em US$ 3,85/bushel. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período baixista

SOJA
A venda de soja pelos produtores está menor que no ano passado, devido aos produtores estarem esperando uma alta nos preços, esta alta está ocorrendo devido a valorização do Dólar, que tem sido maior que a desvalorização da cotação do produto na bolsa de Chicago.
A análise gráfica da bolsa de Chicago exibiu que no noturno houve um aumento nas cotações até o início da manha quando voltou a cair, porém no meio do dia começou um rali em busca de alta até o meio da tarde quando caiu novamente fechando o dia em US$9,77/bushel. A análise técnica dá suporte para queda no longo prazo, mas no curto prazo é para alta.

DÓLAR
A cotação do dólar tem sido um fator que está ajudando os produtores rurais na venda da produção nesta safra. Porém, pode ser um questão de preocupação na compra dos insumos para implantação da próxima safra. As cotações deverá continuar em alta, caso o governo brasileiro não intervenha, dessa forma poderá até passar dos R$ 3,00/dólar. 

TRIGO
No relatório do USDA, divulgado ontem, as expectativas de produção mundial foram elevadas assim como as brasileiras. Os estoques finais mundiais também foram aumentados, puxado pelos norte-americanos, argentinos, australianos e canadenses. Em contrapartida os estoques finais brasileiros, da Russia, Ucrânia e da União Européia foram reduzidos.
As nevascas que estão atingindo os Estados Unidos tem diminuído as condições das lavouras de trigo de inverno.
As exportações dos Estados Unidos está em alta, porém estão na média para a época do ano. As exportações argentinas estão abaixo da média dos últimos anos, devido aos impostos de exportação feito pelo governo.
A análise gráfica da CBOT mostrou que no final da semana passada continuou o rali de alta, esta semana o mercado está trabalhando na tentativa de queda nas cotações. A análise técnica dá suporte para a continuidade de queda no longo prazo, porém no curto pode haver uma alta.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Análise de 10/02

MILHO
Com a divulgação dos números do relatório do USDA, as projeções para a próxima safra foram de aumento para as repúblicas que faziam parte da antiga União Soviética e Mundial, os estoques brasileiros e mundiais devem ser maior, porém os norte americanos devem diminuir. As exportações americanas também deve aumentar. A análise gráfica da BM&F mostrou que no início dos trabalhos o mercado voltou a cair, seguido de estabilidade no final dos trabalhos a tarde. A análise técnica indica continuidade de alta, porém pode estar prestes a virar caso ganhe força para romper a linha dos R$ 29,00. A análise gráfica da CBOT expós que logo no início dos trabalhos noturno o mercado operou levando a cotação da commodity para baixo, com tentativa de alta antes da divulgação do USDA, porém voltou a cair no final dos negócios. A análise técnica da suporte para a continuidade do período baixista.

SOJA
O relatório do USDA divulgado hoje mostoru que as projeções para os estoques no Brasil, Estado Unidos, Argentina e Mundo serão menor, com aumento de exportação norte-americana, e uma redução na produção brasileira, porém não significativa, e um aumento na produção argentina, também nào sinignificativa, sendo que estas se anulam no somatório. O estado do Mato Grosso proibio o plantio de safrinha de soja, sendo que estas áreas estavam ajudando o produtor a ter uma melhor renda para o período de inverno, estas áreas deverão ser ocupadas por milho, ou outra cultura, como algodão, sorgo, ou ficar em pousio. A análise gráfica da bolsa de Chicago exibiu que no início do noturno o mercado tendeu a ter alta, porém antes do final voltou a tender para o período baixista, e no início da tarde, voltou a operar em alta, antes dos números do USDA, em especulação, porém voltou a cair no final dos trabalhos. A análise técnica da suporte para a continuidade do período baixista.

CAFÉ
Com incertezas quanto a produção, o mercado esta agindo como se as secas não tivessem sido tão grave como anunciados por produtores. A comercialização está lenta tanto da safra colhida, quanto da que esta em desenvolvimento. As exportações brasileiras de café no mês de janeiro foram superiores a média dos últimos anos, como também superior a todos os últimos meses de janeiro. A análise gráfica da bolsa de São Paulo mostrou que esta semana foi de alta, chegando a testar a linha do sUS$ 207,50, até hoje quando voltou a cair e fechou abaixo dos US$ 200,00. A análise gráfica da bolsa de Nova York mostrou que assim como na bolsa brasileira, o mercado buscou um período altista na semana passada, voltando a despencar hoje e fechando abaixo de  US$ 1,60. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período bearish.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Análise de 05, 06 e 09/02

MILHO
Com o clima ajudando a colheita no Paraná segue em ritmo acelerado, assim como a do Rio Grande do Sul. As chuvas estão aliviando algumas regiões que sofreram com seca, porém em outras pode diminuir a produtividade devido aos grãos ardidos. O plantio segue acelerado nas regiões que iniciaram. Na Argentina . A análise gráfica da BM&F mostrou que quinta-feira o mercado foi em busca de estabilidade, porem continuou o aumento nas cotações, na sexta-feira foi de estabilidade, na segunda-feira houve uma grande queda no início dos trabalhos, porém a tarde foi de tentativa de recuperação de preços. A análise técnica continua indicando alta para a commoditie. A análie gráfica da CBOT expos que quinta-feirao dia foi de recuperação de preços perdidos ontem, até o final da manha quando o mercado voltou a virar em queda, na sexta-feira o noturno foi de alta, porém no início da tarde o mercado teve uma grande queda, porém tentou reverter em alta durante a tarde, mesmo assim fechando em queda, na segunda-feira o noturno foi de alta, porém no início da manha operou em baixa, virando no início da tarde e fechando assim.

SOJA
Há registros de perdas localizadas em algumas lavouras, divido a falta de chuvas no mês de Janeiro e alguns problemas com pragas e doenças. As previsões de exportações de algumas consultorias são de que o Brasil deverá aumentar a comercialização internacional. A colheita segue adiantada nas regiões que iniciaram. As chuvas devem melhorar a qualidade das lavouras que estão em fase de frutificação. A análise gráfica da bolsa de Chicago expos que a quinta-feira foi de recuperação da cotação perdida, a sexta-feira trabalhou o noturno em alta, porém no final da manha as cotações voltaram a operar em baixa, fechando o dia em tentativa de estabilidade, na segunda-feira o noturno tentou ter um aumento nas cotações, porém no início da manha voltou a cair até o início da tarde quando retomou a escalada de preços. A análise técnica indica a continuidade de queda nas cotações.

AÇÚCAR
As chuvas da última semana deve melhorar a qualidade das lavouras que estavam sendo prejudicadas pela seca no Sudeste brasileiro no mês de Janeiro. As usinas indianas indicam que devem aumentar a produção de açúcar nesta safra. A análise gráfica da Bolsa de Nova York mostrou que as duas últimas semanas foram de perda de preço no mercado internacional, sendo que esta semana o mercado está em busca de estabilidade. A análise técnica continua indicando queda nas cotações.

ALGODÃO
Com o clima ajudando o plantio está se desenvolvendo, e está quase terminado. A comercialização está lenta tanto da safra passada quanto da que está sendo implantada. As chuvas das últimas semanas ajudaram as lavouras implantadas que estão em fase de crescimento. A análise gráfica da bolsa de Nova York mostrou que esta semana foi de escalada nas cotações. A análise técnica indica a continuidade do período altista.

BOI GORDO
Com o clima seco as pastagens estão sofrendo, logo não há tantos animais gordos para o abate. Isto tem feito com que mesmo com a venda de carnes lentas os frigoríficos ainda tenham que manter os preços estáveis. A análise gráfica da BM&F mostrou que esta semana foi de tentativa de estabilidade, porém com volatilidade, principalmente na sexta-feira e hoje. A análise técnica indica que devemos continuar em um período altista.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Análise de 04/02

MILHO
Com o clima ajudando, o plantio esta se desenvolvimento e a colheita também. Nas regiões onde ainda há lavouras em frutificação, as chuvas da última semana e as previsões de chuvas para estas semanas, estão ajudando a cultura. Na Argentina as chuvas previstas para esta semana também deve ajudar as culturas que estão em fase de crescimento. A análise gráfica da BM&F mostrou os trabalhos do mercado tentou a estabilidade no dia de hoje. A análise técnica indica que o mercado está testando a linha dos R$ 29,00. A análise gráfica da CBOT expôs que logo pelo inicio dos trabalhos noturnos o mercado buscou recuperar os ganhos do dia anterior, porém no inicio da manha houve uma pequena alta dos preços mas logo reverteu em queda. A análise técnica indica que estamos em um ponto crucial para iniciar uma recuperação nos preços.

SOJA
Com o clima ajudando a colheita e as chuvas da última semana e as previstas para esta semana poderão ajudar a melhor as áreas que ainda estão na fase de frutificação. As lavouras Argentinas estão em fase final de crescimento e inicio da floração e necessitam das chuvas previstas para esta semana. A análise gráfica da bolsa de Chicago expôs que logo no inicio dos trabalhos o mercado apresentou recuperação da cotação alcançada nos trabalhos de ontem. A análise técnica indica que devemos continuar em queda.

TRIGO
As exportações norte-americanas estão aquecidas porém ainda há quantidade a serem negociadas pela previsão do USDA. Os negócios no mercado interno andam bem atrasados apesar da continua baixa nas cotações. A análise gráfica da CBOT indica que a semana passada foi de perda nos preços, porém esta semana houve uma recuperação na cotação e hoje o dia foi de tentativa de estabilidade. A análise técnica mostra que estamos em ponto crítico para reverte as perdas dos últimos meses.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Análise de 03/02

MILHO
Com previsão de chuvas para esta semana, em praticamente todas as regiões produtoras, apenas o Rio Grande do Sul não tem previsão, as lavouras que estão em fase de frutificação poderão ter uma melhora na qualidade, apesar de que nos últimos dias as chuvas já ajudaram a recuperar as lavouras. O plantio segue acelerado no Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goias. A colheita nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul já foi iniciado e segue sem problemas. Também há previsão de chuvas para a Argentina, em que as lavouras estão em fase de crescimento. A demanda pelo produto está em alta, e os produtores segurando a venda do cereal em estoque fez com que a commodity apresenta-se hoje um aumento nas cotações nas bolsas de mercadorias, apesar de que nos portos os preços apresentam uma redução. A análise gráfica da BM&F mostrou que o mercado iniciou os trabalhos em estabilidade, porém no inicio da tarde retomou a alta perdida no dia de ontem. A análise técnica indica que devemos ter uma recuperação nos preços. A análise gráfica da CBOT expôs que logo no noturno o mercado começou a reverter as perdas da última semana, sendo que logo no início da tarde a escalada de preços foi mais forte. A análise técnica indica que o mercado pode estar revertendo a tendencia de queda.

SOJA
A colheita está ocorrendo sem problemas nos estados do Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goias e iniciado em Santa Catarina, há previsão de chuvas para esta semana, menos no estado do Rio Grande do Sul, a qual deve melhorar as condições das lavouras que sofreram com seca no mês de Janeiro. As lavouras do Paraguai estão em boas condições, sendo que já há áreas que esta sendo colhida. Há previsão de chuvas para a Argentina, que esta com as lavouras em fase de crescimento e floração. A demanda pelo grão está aquecida, porém os produtores, tanto brasileiros, quanto paraguaios e norte americanos, não estão realizando a comercialização o que fez a cotação do produto ter um salto nas cotações hoje. A análise gráfica da bolsa de Chicago mostrou que logo no início dos trabalhos noturnos o mercado começou a reverter a queda de preços da última semana, no início da tarde, quando os trabalho do mercado norte-americano começou, a escalada de preços foi mais forte, porém no final do pregão teve uma grande queda. A análise técnica indica que o mercado pode testar a linha dos US$ 10,00 por bushel, porém continua com tendencia de queda.

CAFÉ
O clima está atrapalhando as lavouras de café nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espirito Santo, as chuvas da última semana não chegou a aliviar os prejuízos gerados pela seca nos meses de Dezembro e Janeiro, lembro que as lavouras estão em fase de granação, época que demanda grande quantidade de água, caso não aconteça os grãos serão menos, e haverá aborto de frutos, fazendo com que haja menor produção. Apesar disto o mercado não reflete este problema nos campos e segue em pressão baixista. A análise gráfica da BM&F mostrou que quarta-feira o mercado tentou segurar os ganhos da terça-feira, porém na quinta-feira logo no inicio dos trabalhos a pressão baixista voltou fazendo com que a cotação retorna-se ao patamar de US$ 200,00 por saca, o restante da semana passada e inicio desta, foi de um mercado procurando a estabilidade. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período de baixa. A análise gráfica da bolsa de Nova York mostrou que a semana passada foi de tentativa de reverter as perdas das últimas semanas, porém não teve força para romper a linha dos US$ 1,68, caindo para os níveis antigos de US$ 1,60; esta semana foi de grande volatilidade procurando a estabilidade. A análise técnica continua com tendencia de queda.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Análise de 02/02

MILHO
As chuvas da última semana ajudou as grandes regiões que ainda estão em fase de frutificação, que corresponde a maior parte da área. As lavouras brasileiras estão em boas condições de desenvolvimento, a comercialização da safra está lenta, assim como a da safrinha do ano passado, e da safrinha que está sendo implantada. O plantio segue em desenvolvimento no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Na Argentina a área destinada ao milho está toda implantada, com bom desenvolvimento e as lavouras estão em grande parte em boas condições. As exportações norte americanas estão aquecidas com grande parte, do previsto pelo USDA, já comercializado, porém com quantidade ainda a ser exportada. O cambio que tem sido um instrumento que está ajudando o produtor a ter melhores ofertas pelo produto, porém será de grande preocupação na hora de comprar os insumos para a implantação de novas áreas. A análise gráfica da BM&F indicou que no final da semana passada houve uma tentativa de recuperação nos preços da commodity na quinta-feira, na sexta-feira o mercado trabalhou em estabilidade, hoje iniciou os trabalhos com tentativa de continuidade de aumento na cotação, porém ainda pela manha começou uma derrocada nos preços. A análises técnica dá suporte para a continuidade do período bearish, porém pode estar virando, sem força para romper a linha dos R$ 28,00. A análise gráfica da CBOT mostrou que a quinta-feira foi de trabalhos de estabilidade, com alta no final, a sexta-feira iniciou o noturno revertendo os ganhos da última hora da seção anterior, porém seguiu em estabilidade com grande volatilidade, e hoje o mercado trabalhou com noturno de estabilidade, porém logo pela manha uma recuperação nas cotações, mas a tarde reverteu os ganhos fechando a seção em estabilidade. A análise técnica indica a continuidade de preços baixos

SOJA
O clima está ajudando a colheita, porém as chuvas da semana passada ajudou a recuperar as lavouras que estavam debilitadas por causa da seca, grande parte das áreas implantadas estão em fase de frutificação, época que requer grandes quantidades de chuvas, em boas condições, porém com pouca comercialização, as áreas que iniciaram a colheita estão confirmando a boa produtividade. Na Argentina praticamento toda a área destinada a cultura está implantada, com boas condições, em fases de crescimento. Nos Estados Unidos as exportações estão aquecidas com quase a totalidade, prevista pelo USDA, comercializada. A consultorias estão revisando as estimativas de produção brasileira para baixo por causa da seca que tem atingindo a região central do Brasil. Sobre o cambio segue o mesmo pensamento dito na análise de Milho. A análise gráfica da bolsa de Chicago na quinta-feira o mercado trabalhou em estabilidade, porém com volatilidade, na sexta-feira os trabalhos foram estáveis até o inicio da tarde onde teve uma grande queda na cotação, o noturno de hoje foi de estabilidade, porém logo pela manha houve uma escalada nos preços até o inicio da tarde, onde voltou a buscar patamares mais baixos na cotação da commodity. A análise técnica dá suporte para a continuidade de período baixista.

BOI GORDO
O clima está prejudicando as pastagens, e fazendo com que os pecuaristas entreguem mais rapidamente os animais aos frigoríficos, ou segurando animais que ainda não estão acabados, e nas regiões onde o clima está favorecendo as pastagens os produtores estão segurando animais para tentarem obter um melhor preço. A oferta de animais de reposição é restrita, e com preços altos. As escalas de abate ainda estão curtas, fazendo com que os preços se mantenham em alta. Porém os preços das carnes estão recuando devido ao alto custo, e o consumidor interno não está em condições de arcar com tal custo. A análise gráfica da bolsa de São Paulo indica que a semana passada foi de estabilidade, com tentativa de queda nas cotações no inicio da semana, e recuperação no final. A análise técnica dá suporte para continuidade de preços estáveis.

Obs: Por motivo pessoal infelizmente não pude fazer as análises na quinta-feira e sexta-feira da semana passada. 

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Análise de 28/01

MILHO
O plantio no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná já foi iniciado e com a ajuda do clima está sendo realizado à todo vapor pelos produtores. A ocorrência de veranicos pode estar afetando algumas áreas que possui lavouras em início de formação e frutiticação, o que deve diminuir a produção do grão. A colheita está sendo realizada também sem problemas. A comercialização está lenta devido os preços pouco atrativos aos produtores que esperam uma reação na bolsa. Em algumas regiões da Argentina está sendo necessário o replantio devido a seca, que deve ser minimizada com a probabilidade de chuvas para esta semana. A análise gráfica da BM&F mostrou que logo no início dos trabalhos o mercado tentou começar a recuperar as perdas da última semana, seguido por um dia de estabilidade . A análise técnica indica que o período baixista deve continuar. A análise gráfica da CBOT expós que o noturno e a manha foi de um mercado procurando estabilidade, porém no final da manha e início da tarde o mercado voltou a operar em baixa, fechando assim. A análise técnica continua dando indicativo de baixa.

SOJA
O clima tem ajudado a colheita nas regiões que iniciaram dos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná, porém pode atrapalhar o desenvolvimento final das lavouras. A comercialização anda lenta devido a baixa cotação da commoditie nas bolsas, o que deve continuar segurando os negócios. Na Argentina há áreas que estão sendo inspecionadas, para verificação de necessidade de replantio devido a seca, que deve ser minimizada com a ocorrência de chuvas nesta semana. A análise gráfica da bolsa de Chicago o mercado trabalhou o noturno em tentativa de reverter a baixa, porém na manha voltou a continuidade de baixa, no início da tarde teve uma tentativa de correção na cotação, porém com o decorrer da tarde voltou a operar em baixa. A análise técnica indica que o período baixista deve continuar.

TRIGO
Com a baixa comercialização do produto nas regiões produtoras, o governo realiza leilão para estimular a venda. O governo da Ucrânia limita a exportação de farinha para assegurar o abastecimento interno, após a decisão russa de também limitar a exportação, caso ocorra um salto na demanda pela commoditie ucraniana. As previsão de menor área de plantio no Brasil para a safra 2015, deve ocorrer devido as projeções de preço para o Milho e o Trigo, na época de colheita, como está cultura é de alta sensibilidade ao clima, e o Brasil tem dificuldade de produzir grãos de qualidade, assim os produtores acabam sempre sendo penalizados. A análise gráfica da CBOT mostrou que semana passada o mercado voltou a operar com pressão baixista com pequenas correções de cotação, no dia de hoje o mercado apresentou uma queda substancial nas cotações. A análise técnica indica que o período baixista deve continuar.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Análise de 27/01

MILHO
Com o clima ajudando o plantio no Mato Grosso e a colheita nas regiões que iniciaram, que pode atrapalhar o desenvolvimento final das lavouras que ainda estão em fase de frutificação. Na Argentina o clima tem ajudado o desenvolvimento inicial das lavouras. Há previsão de chuvas para os próximos dias nas regiões produtoras, o que deve ajudar as lavouras que necessitam de chuvas. A análise gráfica da BM&F indica que o dia foi de correção na cotação, após um dia de grande baixa, iniciou a manha com um grande alta, seguido de estabilidade pelo resto do dia. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período de queda. A análise gráfica da CBOT o noturno manteve estável, porém no inicio da manha o mercado tentou uma recuperação nos preços, seguido de uma tarde baixista. A análise técnica dá suporte para a continuidade de período bearish.

SOJA
Com o clima ajudando a colheita, que está sendo realizada, mesmo com umidade acima do ideal, devido a chuvas isoladas. O que pode ajudar as lavouras que ainda estão em fase de frutificação. Na Argentina o clima também vem ajudando, com chuvas regulares nas regiões produtoras. Hoje o USDA anunciou mais um cancelamento de embarque do produto, e uma nova venda. A análise gráfica da bolsa de Chicago indica que o noturno manteve estável com tendência de baixa, logo pela manha o mercado virou e tentou a continuidade de recuperação nos preços, porém no final da manha, após o anuncio do USDA, retomou a pressão baixista, que se manteve até o final do dia. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período baixista.

CAFÉ
A continuidade do veranico neste mês nas regiões produtoras, tem preocupado os produtores. No final de semana houve ocorrências de chuvas nas áreas, porém normalmente foram com granizo, o que agravou as perdas das lavouras, apesar das previsões de ocorrência de chuvas serem irregulares até fevereiro. A comercialização da safra está adiantada, devido a crise no setor, e a continuidade de pesão baixista nas cotações, o que tem feito os produtores tentarem assegurar preços. Há ocorrência de aumento da infestação da Broca do Café nas lavouras, que tem causado grandes perdas, e aumento de custos. A análise gráfica da bolsa de São Paulo indica que o mercado continuou a pressão baixista até o final de semana, porém esta semana iniciou com tentativa de alta ontem, e hoje voltou a subir, demonstrando que não há forças para romper a linha dos US$ 200,00. A análise técnica indica que a presão baixista deve continuar. A análise gráfica da bolsa de Nova York mostra que a semana passada a commoditie trabalhou em estabilidade, fechando com leve alta, nesta semana busca uma recuperação na cotação principalmente hoje a tarde, novamente mostrando que não há forças para romper a linha dos US$ 1,60. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período baixista.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Análise de 26/01

MILHO
Com o clima seco ajudando a colheita e o plantio nas regiões que já começaram, pode atrapalhar o desenvolvimento inicial das lavouras recém implantadas para a safrinha, e o final das lavouras de safra de verão. A comercialização da safra que está sendo implantada no Mato Grosso já inicia-se com grande parte vendida pelos produtores. Há previsão de chuvas para as regiões produtoras nesta semana, o que deve atenuar o problema da seca. Na Argentina o clima tem ajudado o desenvolvimento da cultura. As exportações norte-americanas está aquecida, com grande parte da previsão do USDA já embarcada. A análise gráfica da BM&F mostrou que desde o início do dia a commoditie continuou a queda nas cotações, com uma tentativa de recuperação no meio do dia, e fechou em queda. A análise técnica indica que o movimento baixista deve continuar. A análise gráfica da CBOT indica que o  noturno da commoditie teve queda até o final da manha, seguido por um período de grande volatilidade. A análise técnica indica que o período baixista deve continuar.

SOJA
A colheita iniciada está sendo ajudada pelo clima seco nas regiões produtoras, o que pode atrapalhar o desenvolvimento final das lavouras que ainda estão em fase de frutificação. A comercialização esta abaixo do ano passado, para esta época, porém com quase 50% no Mato Grosso. Há previsão de chuvas para esta semana nas regiões que vem sofrendo com a seca, o que deve minimizar os problemas nas lavouras que estão com falta de chuvas. Na Argentina o clima está ajudando o desenvolvimento da cultura. Nos Estados Unidos os embarques estão aquecido, sendo que já foi vendido, até agora, praticamente a mesma quantidade da safra 2013/14, no ano todo, o que vem mexendo com o mercado. A análise gráfica da bolsa de Chicago mostrou que após um noturno e uma manha de estabilidade, a hora que os norte-americanos entraram nas negociações houve uma recuperação de preços, voltando a fechar acima da casa dos US$ 9,80. A análise técnica indica que deve continuar em queda, apesar da recuperação da cotação no dia.

BOI GORDO
O clima seco nas regiões produtoras de boi à pasto vem sofrendo com a seca, o que tem dificultado a terminação de animais para o abate, e a praticamente estabilização dos preços tem retraído os pecuaristas. Que tem feito os frigoríficos estarem com as escalas curtas, bem abaixo comparadas com o ano passado e da médias dos últimos meses no Mato Grosso, e restante do país. Há a valorização dos animais magros, para a reposição o que tem encarecido os custos para os produtores. A análise gráfica da bolsa de São Paulo indica que há uma retração nos preços, seguindo a queda do Dollar, da semana passada, e a baixa comercialização de carnes no mercado interno. A análise técnica dá suporte para a continuidade de queda na cotação.


TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Análise de 23/01

MILHO
Com o plantio argentino na faze final, agora passaremos nos ater ao clima das regiões produtoras. O desenvolvimento na Argentina está normal, em faze de crescimento e floração, ajudado pelo clima. A colheita no Brasil está sendo ajudada pelo clima seco nas regiões, o que pode atrapalhar o desenvolvimento final das lavouras que ainda estão em floração e frutificação. O plantio no Mato Grosso já foi iniciado e está sendo ajudado pelo clima, há previsão de chuvas para a próxima semana, o qual irá ajudar na germinação das lavouras. As exportações norte-americanas estão acima da média. A análise gráfica da BM&F indica que no inicio das negociações houve uma queda brusca nas cotações, porém entrou em estabilidade com o passar da manha, a tarde voltou a cair, fechando a semana em R$ 28,00. A análise técnica indica continuidade da quedanas cotações. A análise gráfica da CBOT iniciou o noturno estável, seguido por uma queda no início da manha, porém com o relatório de exportação norte americano, a commoditie recuperou os preços no final da manha, a tarde voltou a cair, com menor intensidade, porém com grande volatilidade, fechando o pregão em leve alta. A análise técnica continua o indicativo de período de queda.

SOJA
A colheita foi iniciada, e está acima do ano passado, para este período. O clima está ajudando a colheita, porém pode prejudicar o desenvolvimento final das lavouras implantadas. As exportações norte-americanas estão acima da média dos últimos anos, porém abaixo das previsões do mercado. O plantio na Argentina está finalizado, e as lavouras estão com desenvolvimento normal, em fazes de crescimento e floração, para algumas áreas. O clima deve continuar ajudando a região, na qual ocorre chuvas normais. A análise gráfica de Chicago indica que o mercado trabalhou estável até o relatório de exportações, quando apresentou uma queda nas cotações no final da manha, a tarde se recuperou fechando em queda. A análise técnica indica que os preços devem continuar em queda.

ALGODÃO
O clima está ajudando o plantio, que encontra-se acima da metade prevista, porém abaixo do ano passado. As pragas estão atacando as lavouras já na fase inicial de desenvolvimento, o que pode atrapalhar as lavouras. Há previsão de chuvas para as regiões produtoras. As exportações norte-americanas estão na média dos últimos anos, porém abaixo das previsões do mercado. A análise gráfica da bolsa de Nova York assina-la que esta semana iniciou com queda nas cotações, porém se estabilizou nos dias seguintes, com volatilidade, e hoje teve um mais um dia de queda, após o relatório de exportação dos Estados Unidos, e fechou com grande baixa. A análise técnica aponta para a continuidade do período baixista nas cotações.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Análise de 22/01

MILHO
A colheita está sendo ajudada pelo clima, assim como o plantio da safrinha. Há previsão de chuvas para regiões que vem sofrendo com seca, o que pode ajudar as lavouras que estão ainda em fases de frutificação ou floração, épocas em que a cultura necessita de quantidades significativas de chuvas. Na Argentina há uma previsão de colheita maior, com maior uso e estoque final também maior, porém uma exportação menor. A análise gráfica da BM&F no início da seção o mercado derrubou as cotações, porém com o passar do tempo, houve uma recuperação, fechando mesmo assim em baixa. A análise gráfica da CBOT iniciou a seção em alta pela noite, porém pela manha manteve a estabilidade, no início da tarde foi derrubada fechando a seção estável, porém em baixa. A análise técnica indica que deve-se continuar o período baixista do mercado.

SOJA
A colheita está ocorrendo sem problemas devido o clima seco, assim como o plantio para produtores que estão plantando soja safrinha. Há previsão de chuvas para as regiões produtoras, o que irá ajudar as plantas em desenvolvimento e aquelas que foram implantadas como safrinha. Na Argentina há uma previsão de maior produção, maior uso e exportação e um estoque final menor. A análise gráfica da CBOT iniciou a seção em estabilidade, porém no meio da manha a cotação foi derrubada até o início da tarde, fechou os negócios em baixa. A análise técnica dá suporte para a continuidade de queda na cotação da commoditie.

AÇÚCAR
Com o aumento do imposto sobre a gasolina, a demanda por etanol pode aumentar, o que ajudaria as usinas que estão com problemas no caixa. O clima pode atrapalhar o desenvolvimento das lavouras, regiões que estão sofrendo com seca, porém há previsão para a chuva o que deve regularizar o potencial hídrico. A alta produção indiana fez com que o governo local atribui-se subsídio à exportação de açúcar, para regularizar os preços internos. A análise gráfica da bolsa de Nova York indica que o mercado segue em alta, com uma pequena correção no dia de ontem. A análise técnica indica que devemos continuar com o período bullish.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Análise de 21/01

MILHO
O plantio segue acelerado na região Centro-Oeste, favorecido pelo clima que como já falado por mim pode ser um problema para o desenvolvimento inicial da cultura. A colheita nas regiões produtoras também segue sem problemas. Houve chuvas em algumas regiões. A exportação Argentina da commoditie no ano passado foi acima da média. O plantio argentino está quase finalizado e segue prejudicado pela seca que atinge a região sul do Hemisfério. A análise gráfica da BM&F indica que o mercado seguiu a tendência de baixa durante todo o dia e irá testar agora a linha dos R$ 29,00, seguindo as tendências do mercado norte-americano. A análise gráfica de Chicago indica que o mercado reverteu os ganhos de ontem e busca a linha dos US$ 3,80. A análise técnica indica que devemos continuar em período baixista.

SOJA
Com crescimento menor que o esperado no ano passado, e previsões de que cresça menos este ano, a China cancelou importações do produto, que já haviam sido negociadas. A colheita brasileira segue comprovando a grande produção esperada, porém com a falta de chuvas em algumas regiões esta pode ser afetada. As exportações argentinas foram abaixo da média dos últimos anos. A sexa no sul do Hemisfério tem afetado o desenvolvimento das lavouras desta região, que pode ser revertido caso ocorra as chuvas previstas para a próxima semana. A análise gráfica da CBOT aponta que hoje o mercado seguiu com volatilidade operando o noturno e diurno em baixa, sendo que foi revertido a tarde, com a entrada das negociações americanas, e testando a linha dos US$ 9,80, porém sem força ainda para rompe-lá. A análise técnica dá suporte para o mercado continuar baixista.

TRIGO
Com o fim da colheita argentina foi confirmado que esta foi abaixo da média dos últimos anos, porém maior que a passada, com exportações no ano passado na média histórica. A Rússia continua limitando as exportações, o que tem reduzido o preço interno da commoditie. No Brasil os preços seguem firmes para o produtor, as importações de farinha, grão e misturas de trigo foram menores no ano passado, que a média dos últimos anos, porém a importação de glúten foi maior. Hoje o governo chinês realiza a venda de estoques estatais de trigo importado, aos moinhos. Isto é para combater a baixa oferta do produto no mercado interno. A análise gráfica da CBOT mostrou que esta semana a commoditie teve grande volatilidade, porém sem forças para romper a linha dos US$ 5,40, até o momento. A análise técnica indica que o mercado está baixista e irá continuar assim.

TIAGO JURCA


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Análise de 20/01

MILHO
A colheita está sendo realizada sem problemas, assim como o plantio no Centro-Oeste, principalmente devido ao clima seco, porém isto pode prejudicar as lavouras implantadas que estão em fase final de floração ou no inicio da maturação, como a safrinha que está sendo plantada, precisa de chuvas para iniciar seu desenvolvimento e poder assim ter um maior rendimento. A análise gráfica da BM&F indica que o mercado não está com força para romper a linha dos R$ 30,00. Na Argentina o plantio segue acelerado, com grande parte das lavouras implantadas, estas já implantadas estão na fase inicial do desenvolvimento e estão sendo prejudicadas por causa da seca que atinge a região. A análise gráfica da CBOT indica que o mercado está tentando uma recuperação nos preços e volta a testar a linha dos US$3,90. A análise técnica dá suporte para queda.

SOJA
O clima está prejudicando o desenvolvimento final das lavouras que estão em fase de floração e maturação, o que pode reduzir a colheita das áreas. Porém tem ajudado a colheita das regiões que já iniciaram está fase. Na Argentina o plantio está quase finalizado, e as lavouras estão sendo prejudicadas com a seca que está no Hemisfério Sul, juntamente com as lavouras do Sul, Sudeste, e Centro Oeste brasileiro. A análise gráfica de Chicago indica que está sendo testado a linha dos US$ 9,80. A análise técnica da suporte para continuidade do período baixista.

CAFÉ
O clima está prejudicando as lavouras brasileiras, com a seca, pois estão na fase de granação, época que cultura necessita de grandes quantidades de água, e assim poderá agravar a formação dos grãos, já prejudicada com a seca do ano passado na época de floração. Isto provavelmente terá reflexos na colheita que deverá ser a baixo das previsões da CONAB. A análise gráfica da bolsa de Nova York indica que o mercado está em busca de testar novamente a linha dos US$ 160,00. A análise técnica dá suporte para o período bearish. Analisando o mercado da BM&F este indica que segue o mercado da bolsa de Nova York. A análise gráfica da BM&F indica que o mercado testando a linha dos US$ 200,00. A análise técnica indica que devemos continuar em período baixista.

TIAGO JURCA

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Análise de 19/01

MILHO
Com o clima ajudando a colheita nas regiões produtoras da safra e o plantio da safrinha nos estados do Centro-Oeste, pode atrapalhar o desenvolvimento final das lavouras implantadas, o que pode acarretar em uma menor colheita destas lavouras. A análise gráfica da BM&F indica que o mercado está testando a linha dos R$ 30,00, com tendência de alta. A análise técnica da suporte para um período altista do mercado.

SOJA
Sem negociação no dia de hoje em Chicago devido ao feriado de Martin Luther King

BOI
Com o mercado retraído, devido a retenção de animais terminados pelos produtores, em busca de melhores preços, tem afetado as escalas de abate dos frigoríficos pelo país. As exportações do ano passado foram as maiores dos últimos anos, devido a falta de animais em outros países, e a queda do bloqueio Russo. A análise gráfica indica que o mercado está testando a linha dos R$ 144,00. A análise técnica da suporte para a continuação da alta dos preços.


TIAGO JURCA

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Análise de 16/01

MILHO
Com o clima ajudando o plantio da safra de inverno no Mato Grosso, iniciou-se esta fase. O clima tem ajudado a colheita nas regiões que plantaram a safra de verão este ano, porém pode atrapalhar as lavouras que estão ainda na fase de frutificação. O plantio na Argentina encontra-se adiantado porém com uma área menor que o ano passado. A análise gráfica da BM&F indica que o mercado não está com força para romper a linha dos R$ 30,00. A análise técnica indica que podemos ter uma alta nos preços no curto prazo. A análise gráfica da CBOT indica que o mercado tentou uma recuperação na cotação. A análise técnica da suporte para que continue em queda.

SOJA
A colheita está sendo favorecida pelo clima seco, o que pode atrapalhar o final do enchimento de grão para algumas lavouras, porém não representa grande risco de quebra de produção. O plantio na Argentina está adiantado, quase completo, com uma área maior este ano, o que deverá ter uma produção maior. A análise gráfica de Chicago indica que o mercado se manteve estável. A análise técnica indica que a commodities continuará em baixa.

ALGODÃO
O plantio está ocorrendo sem problemas no Mato Grosso, porém bem abaixo do mesmo período do ano passado. O clima está ajudando a implantação das lavouras. As exportações de algodão brasileiro foi maior que a média dos últimos anos, porém abaixo do esperado pelo USDA. Há previsão de aumento na produção Mundial e Norte-americana, porém com um uso menor, e aumento consequentemente de estoques mundiais, norte-americanos, chineses e asiáticos; os estoques brasileiros e indianos devem ser reduzidos. A análise gráfica da bolsa de Nova York indica que o mercado está tentando uma recuperação, porém no dia de hoje teve uma grande desvalorização na cotação. A análise técnica dá suporte para a continuidade do período baixista.


TIAGO JURCA

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Análise de 15/01

MILHO
Com o clima ajudando a colheita da áreas iniciadas, porém pode atrapalhar o desenvolvimento final de outras áreas. O plantio iniciado na região Centro-Oeste, tem sido ajudado pelo clima seco. As exportações brasileiras no ano passado, ficaram acima da média dos últimos anos, porém abaixo do total do ano de 2013. A análise gráfica da BM&F indica que o mercado está testando a linha de suporte dos R$ 30,00. A análise técnica não dá suporte para o rompimento. A análise gráfica da CBOT indica que após a recuperação de ontem, hoje o mercado seguiu para o menor patamar desde abril de 2014, sendo que a linha dos US$ 3,80 ainda está sendo o suporte que está sendo testado. A análise técnica dá suporte para queda, indicando que deverá romper a linha dos US$ 3,80.

SOJA
O clima tem ajudado a colheita nas regiões que iniciaram, porém começa a ser motivo de preocupação aos produtores que ainda possuem lavouras em fazes de floração e frutificação. As exportações do ano passado, 2014, foram muito acima da média dos últimos anos para o grão, porém para o óleo e o farelo de soja ficaram abaixo. Inclusive os três produtos ficaram abaixo do esperado pelos relatórios do WASDE. A análise gráfica de Chicago indica que hoje a commoditie continuou a situação baixista , podendo ter rompido a linha dos US$ 10,00. A análise técnica indica que devemos continuar com o período baixista.

AÇÚCAR
Com a seca no Sudoeste brasileiro, principal região produtora no Brasil, pode fazer com que as lavouras não se desenvolvem corretamente para ter uma produção esperada. As exportações de açúcar bruto foi acima da média dos últimos anos, porém o refinado ficou bem abaixo do registrado nos últimos anos. A análise gráfica da Bolsa de Nova York indica que a linha de US$ 15,00 pode ter sido rompida, indo buscar a linha dos US$ 16,00. A análise técnica indica que devemos ter alta no preço da commoditie.


TIAGO JURCA