COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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domingo, 24 de janeiro de 2016

Relatório de soja de 24/01/16

A colheita em Mato Grosso chegou à 7,5% da área plantada 3,8% menor que no ano passado, isto devido ao atraso do plantio devido a falta de chuvas nas áreas produtoras, segundo o IMEA. No Paraná apenas 1% das áreas está colhida, as lavouras estão com 86% em boas condições, sendo que 57% das áreas estão na fase de frutificação, 22% em maturação e 15% em desenvolvimento vegetativo, sendo então que 72% das lavouras necessitam de chuvas para terminar o ciclo com boas produtividades, segundo o DERAL-PR.
Há previsão de chuvas leves nas principais regiões produtoras para a próxima semana, uma boa notícia para as áreas que necessitam de chuvas principalmente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Na Argentina grande parte das lavouras está em boas condições principalmente na fase crescimento e algumas áreas na floração. Assim como no Brasil há previsão de chuvas para as principais áreas produtoras. Há uma expectativa de aumento de produção de 15% comparado com o ano passado, chegando à 61 milhões de toneladas, isto devido ao clima favorável e ao aumento da área planta em 4,6%, com a exportação de 11 milhões de toneladas cerca de 40% maior que no ano anterior que foi de 7,4 milhões de toneladas, segundo o DIAF.
As cotações ficaram estáveis esta semana na média das cidades analisadas, com a maior redução para a cidade de Maracaju MS com redução de 4%, seguida por Campo Verde MT com 3% de redução. Porém em Londrina PR houve um acréscimo de 2%, seguido por Cascavel PR, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis MT com 1% de aumento. No porto de Paranaguá PR houve um aumento de 3% na saca sendo negociada há R$ 84,00; enquanto que em Rio Grande RS apenas 1% negociado há R$ 86,50. Na Argentina as cotações caíram cerca de 3% negociadas há US$ 339,00/ton.
Em Chicago as cotações esta semana permaneceram estáveis, variando entre US$ 8,87 e US$ 8,70 por bushel. Porém para os produtores brasileiros houve uma variação de preços durante a semana devido à cotação do Dollar que foi negociado entre R$ 4,17 e R$ 4,00; sendo que fechou a semana negociado há R$ 4,10.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Relatório de Milho de 13/12/15

No Paraná 100% das áreas estão plantadas, com 50% em desenvolvimento vegetativo, 34% na floração, 15% em frutificação e 1% em maturação, sendo que 93% das lavouras estão em boas condições, segundo o DERAL.
Segundo o Levantamento de Safra, da CONAB, há algumas regiões com restrição de produção por excesso de chuvas no Paraná e Santa Catarina, e por falta de chuva em Minas Gerais, Bahia e Tocantis. Há expectativa de 6,7% de aumento de área, que gerará 8,6% de aumento de produção. Para a segunda safra não há aumento ou diminuição de área ou produção.
Na Argentina o plantio já atingiu 61% da área esperada, sendo que a maior parte das lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo, em boas condições, segundo o MinAgri.
Segundo o WASDE os Estados Unidos terão uma redução de 2,7% na exportação de milho, e a Argentina uma redução de 0,7%, os maiores produtores exportarão 0,4% menos que o previsto no relatório anterior. Para o Brasil não há mudanças tanto para produção, como para exportação e uso interno do produto. Para os maiores importadores também não há expectativas de mudanças.
Há expectativas de que continue as chuvas no Centro Sul brasileiro na próxima semana, com destaques para os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul,  Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goias para maiores volumes, sendo que os estados do Sul terão volumes podendo chegar há 120mm, enquanto que a Bahia não há previsão de chuvas. Para a Argentina há expectativas de de chuvas para todos os estados produtores, com volumes podendo chegar a 120mm.
As cotações esta semana tiveram uma alta de em média 1,37% nas praças pesquisadas, porém houve redução nos preços em Itapeva de 4,3% e Varginha 3%; nas outras praças a alta variou de 1% em Canarana a 6,65% em Barretos, com as maiores cotações em Araxá  e Luis Eduardo Magalhães a R$ 32,00 e menor preço em Lucas do Rio Verde R$ 18,30.
Na bolsa de Chicago as cotações recuaram 1,3% de US$ 3,81/bushel para US$ 3,76/bushel. A análise técnica está em tendencia de estabilidade.

Na bolsa de São Paulo as cotações tiveram estabilidade esta semana, porém teve uma grande variação nos preços de 4,5%, variando entre R$ 35,02 e 36,69. A análise técnica indica continuidade de alta nos preços, porém encontra-se em ponto de resistencia. 

domingo, 15 de novembro de 2015

Relatório de Soja de 15/11/15

O plantio no Paraná já atingiu 80% da área prevista, com 89% das lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo e 5% em fase de floração, 98% das áreas estão em boas condições de desenvolvimento. No Mato Grosso a área plantada já atingiu 84% da prevista, 0,4% menos que no ano passado.
As chuvas estão favorecendo o desenvolvimento das lavouras dos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enquanto que no sudoeste e sudeste do Rio Grande do Sul estão com problemas de excesso de chuvas. A falta de chuvas pode ser problemas no leste de Rondônia, todo o estado de Goias, Distrito Federal, Mato Grosso e leste de Minas Gerais.
No Levantamento de Safras da Conab estima-se um aumento da área plantada entre 2,1% e 3,8%, sendo 671 hectares e 1224 hectares em relação ao ano passado. A produtividade deve superar os 3000 kg/ha, sendo um aumento de 2,9% em relação ao ano passado. Estima-se uma produção com isso de 5,1% à 6,8% maior que o ano passado chegando a 102.826.000 toneladas de soja produzidas.
O plantio na Argentina já foi iniciado sendo que na província de Córdoba já atingiu 35% da área prevista, sendo que 70% está em fase de germinação.
Nos Estados Unidos a colheita já atingiu 95% da área plantada 2% superior que a média dos últimos anos, sendo que os estados de Illinois, Michigan e North Dakota já terminaram a colheita, e o estado de North Carolina é o mais atrasado com 42% da área colhida.
No relatório do USDA a produção norte americana foi elevada em 2,4%, chegando a 108.354.000 toneladas. A produção brasileira, argentina, chinesa, indiana e paraguaia permaneceram estáveis. A intenção de importações chinesas foram elevadas em 1,8%, e a mundial em 1,3%. As exportações brasileiras, norte americanas, argentinas foram elevadas chegando que na mundial a elevação foi de 1,8%. O esmagamento também foi elevado. Porém os estoques mundiais foram reduzidos em 2,7%.
As cotações dos preços tiveram a maior queda no estado do Mato Grosso, principalmente nas praças de Tangará da Serra e Campo Novo dos Parecis, com redução de 5%. Os maiores preços esta na praça de Luis Eduardo Magalhaes com o disponível à R$77,00/saca, e o menor na praça de Sorriso com o disponível à R$ 64,50/saca. Na Argentina os preços subiram 0,5% no disponível.
Na bolsa de Chicago a semana foi de queda na cotação, com retração de 1,4% cotado à US$ 8,55/bushel.
Na bolsa de São Paulo a semana também foi de retração na cotação de 1%, cotado à US$ 18,95/saca.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Relatório de Trigo de 08/11/15

No Paraná a colheita atingiu esta semana 88% da área plantada, as lavouras encontram-se com 84% de média a boas condições, ainda há 10% das lavouras em fase de fruttificação e 90% em fase de maturação.
Na Argentina a colheita já atinge 94% da área plantada. Nos Estados Unidos o plantio do trigo de inverno já atingiu 88%, sendo 2% menor que a média dos últimos 5 anos, e destas lavouras 72% estão emergindo, com 49% das lavouras em boas ou ótimas condições, 10% menor que a média dos últimos 5 anos.
No Rio Grande do Sul há previsão de grande precipitação para esta semana, assim como na Argentina.
No mercado a vista os preços se mantiveram praticamente estáveis esta semana com variação no estado do Paraná, de cerca de 2,7%, com a saca sendo negociada a R$ 38,00 nas praças de Cornelio Procópio, Guarapuava e Londrina. Nos estado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo os preços se mantiveram estaveis, com os melhores preços em Avaré e as menores cotações nas praças de Ijuí e Julio de Castilho.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Análise de 06/04

 Com o rompimento da máxima histórica Boi Gordo deverá subir. Milho e Soja seguem tendencias externas e caem hoje.

MILHO
Com previsão de chuvas para os estados do Mato Grosso, Tocantins e Goias irá ajudar as lavouras que se encontram na fase de desenvolvimento vegetativo. Na Argentina a chuva prevista também irá ajudar as lavouras em final de enchimento de grãos.
Na BM&F o mercado trabalhou elevando os preços nos inícios do trabalho, porém voltou a cair no início da tarde fechando em queda. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços do produto.
Na Bolsa de Chicago após a alta da última semana o mercado trabalhou hoje na estabilidade no noturno e pela manhã, mas voltou a cair no início da tarde.

SOJA
Com previsão de estiagens para o sul do Brasil irá ajudar o final da colheita desta região que possui pequenas áreas ainda a ser colhida.
Na CBOT o mercado trabalhou em queda logo no início da manhã e fechou em queda.

BOI GORDO
Com a proximidade do final da época de chuvas para a região Centro-Oeste a cotação do produto voltou a subir nas regiões na tentativa de aumentar a oferta, restrita, de animais pelos produtores.
Na BM&F o mercado veio testando a linha de resistência de preços e hoje rompeu esta e está em tendencia de alta.


TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Análise de 25/03

Valorização do dollar alavanca comercialização da soja e milho no Mato Grosso.

MILHO
A comercialização do produto pelos produtores está lenta para o estado do Paraná, mas no Mato Grosso está com 40%, bem acima da média dos últimos anos.
Na BM&F o mercado trabalhou o dia em alta, buscando recuperar a cotação perdida nos últimos dias.
 Na CBOT o mercado trabalhou em estabilidade, mas com maior volatilidade hoje a tarde, fechando o dia em leve alta.
SOJA
A comercialização da soja está adiantada devido a alta nos preços internos puxados pela alta do dollar.
O dollar vem apresentado grande volatilidade que pode trazer melhores preços aos produtores, mas também pode dificultar a compra de insumos.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou em queda desde os primeiros negócios no pregão noturno, com leve recuperação no final da manha, e a tarde com grande volatilidade, porém fechou o dia em queda.

TRIGO
Com a alta do dollar os moinhos estão no mercado comprando mais produtos e elevando os preços aos produtores.
Ainda é incerto a quantidade de área a ser plantada no Brasil, mas definitivamente será menor que no ano passado.
Na CBOT o mercado trabalhou o trigo na semana retrasada em alta com tentativas de baixas durante a semana passada. Porém esta semana vem tendo grande queda nas cotações.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 24 de março de 2015

Análise de 24/03

MILHO
Em algumas regiões dos estados do Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a estiagem chega a ser de 30 dias. Sendo que a disponibilidade de água no solo é mais grave nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, regiões que tem grande quantidade de milho de primeira safra implantada ainda.
As previsões de chuvas para esta semana é baixa, com chuvas esparsas.
Na BM&F o mercado trabalhou no início em grande baixa, com tentativa de recuperação de preço, mas não teve força e voltou a cair, fechando o dia em queda. A análise técnica indica continuidade de baixa dos preços.
Na CBOT o mercado trabalhou em estabilidade o noturno e a manha, mas logo pelo início da tarde começou a subir e fechou o dia em alta. A análise técnica da suporte para a continuidade de alta nos preços.

SOJA
Com a estiagem nas regiões produtoras e a previsão de poucas chuvas para esta semana a colheita deverá continuar se desenvolvendo normalmente nas regiões que iniciaram esta fase da lavoura.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou o noturno em queda, mas pelo início da manha voltou a subir, porém recomeçou a queda no meio da manha, à tarde teve grande volatilidade variando entre alta e baixa nos preços. A análise técnica indica queda na cotação.

CAFÉ
As principais regiões produtoras estão tendo chuvas regulares, que possibilita o solo ter uma disponibilidade adequada de solo para a maioria das regiões, que apresentam lavouras em fase de granação.
Há previsão de chuvas esparsas para todas as regiões produtoras.
Na BM&F o mercado trabalhou a semana retrasada em queda, mas semana passada recuperou as perdas e esta semana vinha aumentando as cotações até hoje quando teve uma grande queda nos preços. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços.
Na Bolsa de Nova York o mercado também variou como na Bolsa de São Paulo nestas duas últimas semanas. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços da commodity.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Análise de 23/03

 Milho continua em queda, apesar das tentativas de altas durante a semana. A soja mantem a estabilidade apesar da tentativa de queda nas cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). O boi gordo continua em alta com tentativa de queda na semana retrasada na Bolsa de São Paulo (BM&F).

MILHO
Com o milho em fase final de frutificação ou maturação para a 1 safra está em boas condições devido à regularidade de chuvas nas regiões produtoras, e em desenvolvimento germinativo para a 2 safra no Brasil estas lavouras também estão em boas condições.
Na Argentina as lavouras estão em boas condições na fase de enchimento de grãos, época que necessita de chuvas.
Na BM&F o milho trabalhou a última semana em queda forte, com tentativa de recuperação no final da semana, porém hoje já iniciou o dia em queda. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços na bolsa.
Na CBOT os trabalhos da semana passada também foram de queda nas cotações, com o retorno dos preços no dia de hoje. A análise técnica indica continuidade de baixa nos preços.

SOJA
As lavouras que ainda estão implantadas estão em fase final de maturação, época em que as chuvas não são muito necessárias.
Na Argentina as lavouras estão em boas condições para a fase de enchimento de grãos, assim como no milho esta época é extremamente sensível a falta de água.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou semana passada em queda dos preços, porém na terça-feira houve uma tentativa de alta, mas fracassou e voltou a cair na quarta-feira, até na sexta-feira quando voltou a subir e deu continuidade no dia de hoje.
A análise técnica indica continuidade de alta nos preços da commodity.

BOI GORDO
Os abates de animais terminados continua retraída, devido a baixa oferta de animais pelos pecuaristas que estão em busca de melhores preços.
As condições das pastagens ainda estão boas, porém já começou a redução de chuvas nas principais regiões produtoras.
A intenção de confinamento dos pecuaristas está maior que o ano passado, dando expectativa de maior oferta de animais para a entre-safra. A continuidade de alta nos preços do milho e soja serão os principais fatores de custo neste tipo de produção.
Na Bolsa de São Paulo o mercado do Boi Gordo trabalhou a semana retrasada em tentativa de queda nos preços, e semana passada em estabilidade, porém com grande volatilidade. A análise técnica indica continuidade na alta dos preços.

P.S Peço desculpas a todos por ter ficado uma semana e meia sem atualizar as análises, isto ocorreu devido à problemas pessoais que enfrentei nesta fase. Agradeço a compreensão.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Análise do dia 11/03

 Produção brasileira de trigo deve ser menor segundo USDA, mas importação deverá se manter estável. O milho teve um dia de queda no Bolsa de São Paulo (BM&F), mas alta na Bolsa de Chicago (CBOT), assim como a soja.

MILHO
Com a alta do dólar dos últimos tempos os custo dos adubos ficam mais altos afetando os custos de produção. Com isto os produtores devem diminuir a quantidade empregada na produção deste grão.
Na BM&F o dia foi de correção nos preços, com pouca negociação, fechando em leve queda.
Na CBOT o mercado trabalhou o noturno em alta, porém pela manha iniciou uma queda até o inicio da tarde quando voltou a subir fechando o dia em alta.

SOJA
As altas do dólar dos últimos tem ajudado o produtor a manter o mesmo nível do ano passado nos preços recebidos pela saca. Porém os custos destes produtores também ficaram mais altos. Com a queda nas cotações nos mercados internacionais a rentabilidade da lavoura tem sido bem menores, fazendo com que os produtores estejam com pequenos ganhos lucros reais.
Na CBOT o dia foi de grande volatilidade com o noturno mantendo a estabilidade, mas pela manha o mercado caiu fortemente, mas se recuperou com grande volatilidade à tarde.

TRIGO
A demanda interna pelo produto está aquecida, mas os produtores estão retraídos em busca de melhores preços, que deverão aparecer caso o dólar continue em alta.
O boletim do Departamento de Agricultura divulgado ontem exibiu que o mundo deverá ter uma produção menor, mas manteve a exportação, e o estoque final deverá ser menor, isto devido a baixa nos estoques canadenses e da União Européia. A previsão de produção brasileira foi diminuída, mas manteve o nível de importação.
Na CBOT a semana foi de alta, porém fechou semana passada em queda     forte, mas esta semana iniciou uma recuperação.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 10 de março de 2015

Análise de 10/03

Com a divulgação do relatório do da Secretaria de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) hoje, o mercado internacional trabalhou em queda tanto para soja quanto para o milho, porém mais expressivas na oleaginosa.

MILHO
O relatório do USDA divulgado hoje, informou que há expectativa de maior exportação para os Estados Unidos, com uma produção estável, ocorrendo assim um estoque final menor.
Para o Brasil, o relatório manteve a produção, porém considera um estoque inicial maior, com uma maior exportação do produto brasileiro, garantindo assim um estoque final menor.
Na Argentina há perspectiva de maior produção este ano, com exportação maior, resultando em um estoque final menor.
O mercado trabalhou na Bolsa de São Paulo em estabilidade, com pouca volatilidade devido ao baixo número de negócios.
O mercado norte-americano trabalhou hoje na Bolsa de Chicago (CBOT) no noturno em estabilidade, porém pela manha teve uma pequena queda, intensificada no final da manha, porém pelo início da tarde recuperou as perdas, mas acabou fechando o dia em queda.

SOJA
No mesmo relatório do USDA os números se mantiveram praticamente inalterados, tanto para o Brasil, Argentina, China, Estados Unidos e Mundiais. A produção brasileira se manteve em 94,5 milhões de toneladas, exportações de 46 milhões de toneladas, já os estoques finais brasileiros tiveram uma pequena redução para 24,58 milhões de toneladas.
Na CBOT o mercado trabalhou desde o noturno em queda, com uma pequena tentativa de recuperação no final da manha, mas pela tarde as perdas foram mais expressivas.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Análise de 09/03

Tanto o milho quanto a soja voltaram a subir na Bolsa de Chicago (CBOT) e na Bolsa de São Paulo (BM&F). O boi gordo continua em alta com dificuldade dos frigoríficos conseguirem aumentarem a escala de abate.

MILHO
Esta semana há previsão de chuvas para as regiões produtoras do Mato Grosso, Tocantis, Goiás e Nordeste brasileiro. Porém para os estados do Mato Grosso do Sul e Paraná as previsões são de seca.
Na Argentina há previsão de chuvas leves nas regiões produtoras.
Na BM&F o mercado operou o dia inteiro elevando as cotações do preço da commodity.
Na CBOT o mercado trabalhou com grande volatilidade, iniciou o noturno na elevação da cotação, porém pela manha começou a cair, voltando a subir à tarde. A análise técnica indica continuidade de baixa nos preços.

SOJA
Com previsão de estiagem nos estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, a colheita nestes deve ser intensificada. Já no estados da região nordeste e norte do país há previsão de ocorrência de chuvas, que deve atrapalhar a colheita nesta semana.
Na Argentina, assim como no milho, as regiões produtoras devem ser beneficiadas com chuvas leves.
Na bolsa de Chicago mercado noturno foi estável até o final da manha, quando iniciou uma alta nos preços até o final do pregão, quando recuou um pouco. A análise técnica indica baixa.

BOI GORDO
A escala de abates está abaixo da média para a época do ano.
Os custos de engorda dos bovinos está elevado, devido à alta nos preços do insumos, que são cotados em dólar.
O custo de boi magro também está em alta e deve continuar afetando a relação de troca dos pecuaristas.
O abate de fêmeas segue elevado. O que deve afetar os preços de animais no futuro.
Na BM&F o mercado continua elevando a cotação dos preços do produto em busca de patamares maiores. A análise técnica indica continuidade na elevação dos preços.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

sábado, 7 de março de 2015

Análise de 06/03

O plantio do Milho esta sendo ajudado pelo clima, assim como a colheita tanto do Milho quanto da Soja. Nas bolsas os mercados trabalham em queda na espera do relatório do USDA.

MILHO
Com a colheita do milho da safra em quase 40%, disponibiliza já produto junto a quantidade ofertada das safras passadas.
O plantio no Paraná está em 40% e no Mato Grosso em mais de 80%. Da área esperada tanto pela Secretaria de Agricultura do Paraná quanto pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária.
Esta se aproximando a época de colheita na Argentina também, que deve ser iniciada neste mês de Março.
Na BM&F o milho voltou a cair em dia de poucos negócios.
No mercado da CBOT o milho trabalhou o dia em queda, com menor expressão no noturno, porém pela manha iniciou a pressão baixista. A análise técnica indica continuidade de queda na cotação.

SOJA
A colheita de soja no Paraná está em quase 40%, e no Mato Grosso em mais 60%, esta semana a colheita adiantou devido a ajuda do clima nas regiões produtoras.
Assim como no milho a Argentina deve começar a colher a safra este mês.
Na CBOT o mercado trabalhou o noturno em estabilidade, porém pressionado pela pressão baixista, mas no inicio da tarde houve a menor cotação do dia abaixo dos US$9,80/bushel. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços da cotação

ALGODÃO
Com praticamente toda a área plantada, devemos nos ater agora ao clima, que está ajudando o desenvolvimento das lavouras.
A exportação de algodão brasileiro no mês de Fevereiro foi acima da média dos últimos anos.
Os Estados Unidos estão com quase todo o algodão exportado, comparando com os relatórios do USDA.
Na bolsa de Nova York o mercado continua pressionando os preços para baixo; sendo que esta prestes a testar a linha de sustentação.
A análise técnica indica continuidade de queda dos preços no mercado internacional.

TIAGO JURCA

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quinta-feira, 5 de março de 2015

Análise de 05/03

O milho teve uma exportação na média dos últimos anos, mas a soja teve um dos piores anos de saída de produto.

MILHO
As exportações de milho brasileiro no mês de Fevereiro ficaram na média, mas poderiam ter saído mais produto caso não houvesse a greve dos caminhoneiros, a qual dificultou, ou até parou, com a chegada de produto nos portos.
Nos Estados Unidos as exportações estão aquecidas, mas com quantidade a ser comercializada, com base nos cálculos do USDA.
Na Argentina a exportação também encontrasse aquecida e acima da média histórica de saída de produto assim como acima do esperado pelo USDA.
Na Bolsa de São Paulo o mercado teve poucos negócios e teve uma pequena queda na cotação do dia.
Na Bolsa de Chicago (CBOT) o milho trabalhou o noturno e a manha em estabilidade, mas a tarde houve uma grande volatilidade, tentando elevar os preços da commodity. A análise técnica indica uma possibilidade de alta.

SOJA
O mês de fevereiro foi um o pior mês de exportação de soja dos últimos quatro anos, porém a saída tanto de farelo quanto de óleo foi melhor que muitos anos, isto se deve a baixa comercialização do produto pelos produtores, a greve dos caminhoneiros, que assim como no milho atrapalhou a chegada nos portos, e a colheita atrasada, devido ao atraso do plantio.
As exportações norte-americanas estão quase atingindo a meta do USDA, o que pode dar sustentação para uma alta de preços.
Na Argentina a saída de produto está aquecida, mas com quantidade a ser comercializada comparando com os números do USDA.
Na CBOT o mercado trabalhou o noturno e a manha em estabilidade de preços, porém no início da tarde voltou a pressionar os preços para baixo. A análise técnica indica continuidade de baixa nos preços.


TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Análise de 04/02

Milho sobe no Brasil com alta do dólar, mas em Chicago voltou a cair. Soja rompe a linha dos US$ 10,00/bushel e pode voltar a US$ 9,70/bushel. O trigo segue em baixa.

MILHO
A comercialização do milho de primeira safra está lenta, assim como a comercialização da safrinha, segunda safra, para algumas regiões. Mas ainda há produto das safras anteriores a serem comercializadas pelos produtores.
Com a alta dos últimos dias, os produtores norte americanos realizaram a venda de produtos colhido na safra de 2014.
Na Bolsa de São Paulo o mercado seguiu a alta do último dia, apoiado nas altas do dólar. A análise técnica dá suporte para a continuidade de alta.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou no noturno em estabilidade, mas pela manha começou a cair, tendo uma pequena recuperação no final da tarde. A análise técnica indica alta, mesmo o produto fechando o dia em queda.

SOJA
Com a alta dos últimos dias, os produtores dos Estados Unidos realizaram a venda do produto, forçando o mercado da bolsa a voltar a cair.
No Brasil a comercialização da safra está próximo de 50% no Mato Grosso e menos de 20% no Paraná. O aumento da comercialização do produto no último mês se deve a alta da cotação na Bolsa de Chicago (CBOT) e também da alta do dólar.
Na CBOT o mercado continuou a queda da cotação do produto desde o início dos trabalhos noturnos e continuou em queda durante o dia, perdendo a sustentação de US$ 10,00/bushel.

TRIGO
Com mais produto no mercado interno e a retração do mercado no Brasil, as importações de trigo tem sido menos que os últimos anos e a média. Indicando que os moinhos estão com uma produção menor devido ao menor consumo de produto, o que pode fazer com que o preço do produto no mercado interno possa cair mais.
O relatório da Secretaria de Agricultura do Paraná informou que a área de produção deste ano será menor, porém com possibilidade de maior produção devido ao clima.
Ainda há produto a ser comercializado pelos produtores brasileiros, o que tem sustentado os preços em baixa.
Na Bolsa de Chicago o mercado segue em tendência de baixar a cotação tendo rompido esta semana novamente a linha dos US$ 5,00/bushel. A análise técnica indica a continuidade de baixa nos preços do produto.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 3 de março de 2015

Análise de 03/03

Milho voltou a subir tanto no mercado interno quanto no externo; porém soja não acompanha e segue em baixa na Bolsa de Chicago. Café segue tendência de baixa.

MILHO
Com previsão de chuvas para todas as regiões produtoras do país, irá ajudar ao desenvolvimento das plantas da segunda safra, assim como as plantas em final de frutificação.
Na Argentina há previsão de chuvas para esta semana, o que irá ajudar as plantas em fase de floração.
A disponibilidade de água no solo está preocupante para o Paraná, e Mato Grosso do sul, regiões em que as chuvas tem sido abaixo da média. Apesar de que em algumas regiões do Mato Grosso a estiagem já chega a vinte dias.
Na Bolsa de São Paulo o mercado voltou a elevar as cotações do produto hoje desde o início dos trabalhos pela manha. A análise técnica indica que pode-se estar em fase de reversão de tendência, podendo entrar em queda.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou em leve alta no pregão noturno, porém pela manha teve uma grande queda, mas voltou a subir a tarde, fechando o dia em leve alta. A análise técnica indica alta.

SOJA
As chuvas estão regulares nas principais regiões produtoras brasileiras, mas não tem afetado a colheita. Em algumas regiões do Mato Grosso chega-se a ter até 20 dias de estiagem.
Nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul há regiões em que a disponibilidade de água para as plantas estão baixas. Porém para o resto do país encontra-se normais.
Há previsão de chuvas para todo o país, porém sem grandes intensidades.
Na Argentina há previsão de chuvas para as regiões produtoras, aliado as boas disponibilidade de água do solo para as plantas ajudará estas que estão em fase de floração.
Na bolsa de Chicago o mercado teve um pregão noturno estável, porém pela manha, assim como no milho, teve uma grande queda chegando próximo à US$10,00/bushel; mas subiu a tarde, porém fechou o dia em leve queda. A análise técnica dá suporte para alta.

CAFÉ
As chuvas das últimas semanas nas regiões produtoras tem ajudado as plantas a se recuperarem da estiagem do final do ano passado, que atrasou a floração, e início deste ano, que dificultou os grãos em estádios de brotinho. Tem derrubado as cotações do produto, tanto na Bolsa de Nova York, quanto na de São Paulo.
O dólar se valorizando tem ajudado a baixar as cotações do produto no mercado brasileiro.
Na bolsa de São Paulo o produto segue a tendência de queda. Houve pausas na casa dos US$180,00/saca; porém voltou a cair. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços do produto.
Na bolsa de Nova York o mercado segue pressionando os preços do produto para baixo, deu uma parada por volta dos US$ 140, e hoje fechou abaixo de US$130. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços assim como no Brasil.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Análise de 02/03

Tanto no Bolsa de São Paulo (BM&F) quanto na Bolsa de Chicago (CBOT) o milho fechou em queda nesta segunda-feira. A soja voltou a cair forte no mercado externo. O boi gordo em dia de poucos negócios fechou em leve queda.
MILHO
As lavouras brasileiras estando principalmente na fase de maturação, para o milho de 1 safra, e em fase de crescimento vegetativo, para o milho de 2 safra, está em boas condições, dá sustentação para a grande produção esperada.
Na Argentina as lavouras encontram-se em fase de enchimento de grãos com boas condições de umidade de solo e em boas condições de lavouras, devem ter uma grande produção.
Na BM&F o mercado trabalhou o produto o dia inteiro em baixa com pequena recuperação nos preços no final do pregão. A análise técnica começa a dar indícios de queda na cotação.
Na Bolsa de Chicago o mercado tentou uma continuidade de alta nos trabalhos noturnos, porém pela manha iniciou a queda intensificada no início da tarde. As análises técnicas indicam continuidade de alta.

SOJA
Com lavouras em fase de frutificação ou maturação no Brasil as condições das lavouras dão sustentação para a grande produção esperada.
As lavouras argentinas encontram-se em fase de enchimento de grão ou de floração para as mais tardias, com plantas em boas condições. Assim tendo uma grande possibilidade de boas produções.
A continuidade da alta nas cotações do dólar faz o produto continuar em alta no Brasil, tanto nos portos quanto nas regiões produtoras.
A análise da CBOT mostrou que assim como no milho o mercado noturno tentou dar continuidade as últimas altas, porém no início da manha começou a cair sendo intensificado no início da tarde.

BOI GORDO
As escalas de abate estão curtas, devido tanto a falta de animais terminados, quanto aos produtores estarem segurando animais e a greve dos caminhoneiros, que tem ajudado a manter os preços em alta.
As chuvas estão próximas ao final nas regiões produtoras do centro-oeste que teve grande problemas com seca no final do ano passado e inicio deste ano. O que pode dificultar a manutenção dos animais.
O abate de fêmeas continua intenso, com riscos para o futuro.
A demanda interna por carnes está cada vez pior, devido a inflação que está diminuindo o poder de compra dos consumidores brasileiros.
Na BM&F o mercado trabalhou com aumento nos preços durante a manha, porém à tarde recuou e fechou em queda. A análise técnica indica continuidade de alta nos preços.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Análise de 19/02

Milho e Soja voltam a subir no mercado internacional e mais ainda no Brasil devido tanto a alta nas cotações externas quanto na valorização do Dólar.
Açúcar continua em queda, apesar de ter havido uma leve alta nos preços esta semana.
MILHO
As exportações da Argentina estão aquecidas, sendo que já saiu daquele país mais produto que era previsto pelo USDA. Nos Estados Unidos as saídas estão aquecidas, sustentando as altas do produto na Bolsa de Chicago (CBOT).
Aqui no Brasil também está sendo exportado, graças as grandes produções do ano passado e a baixa saída internacional do produto brasileiro no ano passado.
Na BM&F o mercado do milho trabalhou hoje aumentando as cotações do produto, desde os primeiros negócios do dia até o fechamento do pregão. A análise técnica indica continuidade de alta na cotação dos preços do produto.
Na CBOT expôs que o mercado trabalhou no noturno e pela manha tentando estabilidade, porém com volatilidade, no início da tarde as cotações tiverão uma grande alta, seguido por uma tentativa de estabilidade no resto dos trabalhos do dia. A análise técnica indica alta nos preços da commodity.

SOJA
As exportações brasileiras de soja estão iniciando o ano bem lentas, devido as saídas de produto no ano passado terem sido aquecidas. Na Argentina as exportações estão lentas, como no Brasil devido à saída do ano passado. E a preferência no momento pelo produto norte-americano, que está saindo mais barato que o da América do Sul.
A análise da CBOT mostrou que o mercado da soja em Chicago trabalhou o noturno em estabilidade, porém já pela manha iniciou o aumento dos preços até o meio da tarde quando teve uma pequena queda. A análise técnica indica continuidade de alta nos preços.

AÇÚCAR
Como as chuvas das últimas semanas tem ajudado as lavouras brasileiras de cana-de-açúcar, as consultorias estão prevendo um leve aumento de produção na safra 2015/2016, tanto de açúcar quanto de etanol.
A oferta mundial de açúcar em alta tem pressionado o mercado externo, fazendo com que as usinas tenham uma menor rentabilidade na exportação de produto, que está acima da média dos últimos anos, na época de entre-safra.
Na bolsa de Nova York, o açúcar teve uma queda na cotação dos preços na semana passada, porém após o feriado, nos Estados Unidos, tentou uma recuperação nos preços, mas não sustentou as altas e voltou a cair. A análise técnica continua dando suporte para queda nos preços da commodity.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.