COTAÇÕES INTERNACIONAIS


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quarta-feira, 25 de março de 2015

Análise de 25/03

Valorização do dollar alavanca comercialização da soja e milho no Mato Grosso.

MILHO
A comercialização do produto pelos produtores está lenta para o estado do Paraná, mas no Mato Grosso está com 40%, bem acima da média dos últimos anos.
Na BM&F o mercado trabalhou o dia em alta, buscando recuperar a cotação perdida nos últimos dias.
 Na CBOT o mercado trabalhou em estabilidade, mas com maior volatilidade hoje a tarde, fechando o dia em leve alta.
SOJA
A comercialização da soja está adiantada devido a alta nos preços internos puxados pela alta do dollar.
O dollar vem apresentado grande volatilidade que pode trazer melhores preços aos produtores, mas também pode dificultar a compra de insumos.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou em queda desde os primeiros negócios no pregão noturno, com leve recuperação no final da manha, e a tarde com grande volatilidade, porém fechou o dia em queda.

TRIGO
Com a alta do dollar os moinhos estão no mercado comprando mais produtos e elevando os preços aos produtores.
Ainda é incerto a quantidade de área a ser plantada no Brasil, mas definitivamente será menor que no ano passado.
Na CBOT o mercado trabalhou o trigo na semana retrasada em alta com tentativas de baixas durante a semana passada. Porém esta semana vem tendo grande queda nas cotações.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 24 de março de 2015

Análise de 24/03

MILHO
Em algumas regiões dos estados do Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a estiagem chega a ser de 30 dias. Sendo que a disponibilidade de água no solo é mais grave nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, regiões que tem grande quantidade de milho de primeira safra implantada ainda.
As previsões de chuvas para esta semana é baixa, com chuvas esparsas.
Na BM&F o mercado trabalhou no início em grande baixa, com tentativa de recuperação de preço, mas não teve força e voltou a cair, fechando o dia em queda. A análise técnica indica continuidade de baixa dos preços.
Na CBOT o mercado trabalhou em estabilidade o noturno e a manha, mas logo pelo início da tarde começou a subir e fechou o dia em alta. A análise técnica da suporte para a continuidade de alta nos preços.

SOJA
Com a estiagem nas regiões produtoras e a previsão de poucas chuvas para esta semana a colheita deverá continuar se desenvolvendo normalmente nas regiões que iniciaram esta fase da lavoura.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou o noturno em queda, mas pelo início da manha voltou a subir, porém recomeçou a queda no meio da manha, à tarde teve grande volatilidade variando entre alta e baixa nos preços. A análise técnica indica queda na cotação.

CAFÉ
As principais regiões produtoras estão tendo chuvas regulares, que possibilita o solo ter uma disponibilidade adequada de solo para a maioria das regiões, que apresentam lavouras em fase de granação.
Há previsão de chuvas esparsas para todas as regiões produtoras.
Na BM&F o mercado trabalhou a semana retrasada em queda, mas semana passada recuperou as perdas e esta semana vinha aumentando as cotações até hoje quando teve uma grande queda nos preços. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços.
Na Bolsa de Nova York o mercado também variou como na Bolsa de São Paulo nestas duas últimas semanas. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços da commodity.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Análise de 23/03

 Milho continua em queda, apesar das tentativas de altas durante a semana. A soja mantem a estabilidade apesar da tentativa de queda nas cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). O boi gordo continua em alta com tentativa de queda na semana retrasada na Bolsa de São Paulo (BM&F).

MILHO
Com o milho em fase final de frutificação ou maturação para a 1 safra está em boas condições devido à regularidade de chuvas nas regiões produtoras, e em desenvolvimento germinativo para a 2 safra no Brasil estas lavouras também estão em boas condições.
Na Argentina as lavouras estão em boas condições na fase de enchimento de grãos, época que necessita de chuvas.
Na BM&F o milho trabalhou a última semana em queda forte, com tentativa de recuperação no final da semana, porém hoje já iniciou o dia em queda. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços na bolsa.
Na CBOT os trabalhos da semana passada também foram de queda nas cotações, com o retorno dos preços no dia de hoje. A análise técnica indica continuidade de baixa nos preços.

SOJA
As lavouras que ainda estão implantadas estão em fase final de maturação, época em que as chuvas não são muito necessárias.
Na Argentina as lavouras estão em boas condições para a fase de enchimento de grãos, assim como no milho esta época é extremamente sensível a falta de água.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou semana passada em queda dos preços, porém na terça-feira houve uma tentativa de alta, mas fracassou e voltou a cair na quarta-feira, até na sexta-feira quando voltou a subir e deu continuidade no dia de hoje.
A análise técnica indica continuidade de alta nos preços da commodity.

BOI GORDO
Os abates de animais terminados continua retraída, devido a baixa oferta de animais pelos pecuaristas que estão em busca de melhores preços.
As condições das pastagens ainda estão boas, porém já começou a redução de chuvas nas principais regiões produtoras.
A intenção de confinamento dos pecuaristas está maior que o ano passado, dando expectativa de maior oferta de animais para a entre-safra. A continuidade de alta nos preços do milho e soja serão os principais fatores de custo neste tipo de produção.
Na Bolsa de São Paulo o mercado do Boi Gordo trabalhou a semana retrasada em tentativa de queda nos preços, e semana passada em estabilidade, porém com grande volatilidade. A análise técnica indica continuidade na alta dos preços.

P.S Peço desculpas a todos por ter ficado uma semana e meia sem atualizar as análises, isto ocorreu devido à problemas pessoais que enfrentei nesta fase. Agradeço a compreensão.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Análise do dia 11/03

 Produção brasileira de trigo deve ser menor segundo USDA, mas importação deverá se manter estável. O milho teve um dia de queda no Bolsa de São Paulo (BM&F), mas alta na Bolsa de Chicago (CBOT), assim como a soja.

MILHO
Com a alta do dólar dos últimos tempos os custo dos adubos ficam mais altos afetando os custos de produção. Com isto os produtores devem diminuir a quantidade empregada na produção deste grão.
Na BM&F o dia foi de correção nos preços, com pouca negociação, fechando em leve queda.
Na CBOT o mercado trabalhou o noturno em alta, porém pela manha iniciou uma queda até o inicio da tarde quando voltou a subir fechando o dia em alta.

SOJA
As altas do dólar dos últimos tem ajudado o produtor a manter o mesmo nível do ano passado nos preços recebidos pela saca. Porém os custos destes produtores também ficaram mais altos. Com a queda nas cotações nos mercados internacionais a rentabilidade da lavoura tem sido bem menores, fazendo com que os produtores estejam com pequenos ganhos lucros reais.
Na CBOT o dia foi de grande volatilidade com o noturno mantendo a estabilidade, mas pela manha o mercado caiu fortemente, mas se recuperou com grande volatilidade à tarde.

TRIGO
A demanda interna pelo produto está aquecida, mas os produtores estão retraídos em busca de melhores preços, que deverão aparecer caso o dólar continue em alta.
O boletim do Departamento de Agricultura divulgado ontem exibiu que o mundo deverá ter uma produção menor, mas manteve a exportação, e o estoque final deverá ser menor, isto devido a baixa nos estoques canadenses e da União Européia. A previsão de produção brasileira foi diminuída, mas manteve o nível de importação.
Na CBOT a semana foi de alta, porém fechou semana passada em queda     forte, mas esta semana iniciou uma recuperação.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 10 de março de 2015

Análise de 10/03

Com a divulgação do relatório do da Secretaria de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) hoje, o mercado internacional trabalhou em queda tanto para soja quanto para o milho, porém mais expressivas na oleaginosa.

MILHO
O relatório do USDA divulgado hoje, informou que há expectativa de maior exportação para os Estados Unidos, com uma produção estável, ocorrendo assim um estoque final menor.
Para o Brasil, o relatório manteve a produção, porém considera um estoque inicial maior, com uma maior exportação do produto brasileiro, garantindo assim um estoque final menor.
Na Argentina há perspectiva de maior produção este ano, com exportação maior, resultando em um estoque final menor.
O mercado trabalhou na Bolsa de São Paulo em estabilidade, com pouca volatilidade devido ao baixo número de negócios.
O mercado norte-americano trabalhou hoje na Bolsa de Chicago (CBOT) no noturno em estabilidade, porém pela manha teve uma pequena queda, intensificada no final da manha, porém pelo início da tarde recuperou as perdas, mas acabou fechando o dia em queda.

SOJA
No mesmo relatório do USDA os números se mantiveram praticamente inalterados, tanto para o Brasil, Argentina, China, Estados Unidos e Mundiais. A produção brasileira se manteve em 94,5 milhões de toneladas, exportações de 46 milhões de toneladas, já os estoques finais brasileiros tiveram uma pequena redução para 24,58 milhões de toneladas.
Na CBOT o mercado trabalhou desde o noturno em queda, com uma pequena tentativa de recuperação no final da manha, mas pela tarde as perdas foram mais expressivas.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Análise de 09/03

Tanto o milho quanto a soja voltaram a subir na Bolsa de Chicago (CBOT) e na Bolsa de São Paulo (BM&F). O boi gordo continua em alta com dificuldade dos frigoríficos conseguirem aumentarem a escala de abate.

MILHO
Esta semana há previsão de chuvas para as regiões produtoras do Mato Grosso, Tocantis, Goiás e Nordeste brasileiro. Porém para os estados do Mato Grosso do Sul e Paraná as previsões são de seca.
Na Argentina há previsão de chuvas leves nas regiões produtoras.
Na BM&F o mercado operou o dia inteiro elevando as cotações do preço da commodity.
Na CBOT o mercado trabalhou com grande volatilidade, iniciou o noturno na elevação da cotação, porém pela manha começou a cair, voltando a subir à tarde. A análise técnica indica continuidade de baixa nos preços.

SOJA
Com previsão de estiagem nos estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, a colheita nestes deve ser intensificada. Já no estados da região nordeste e norte do país há previsão de ocorrência de chuvas, que deve atrapalhar a colheita nesta semana.
Na Argentina, assim como no milho, as regiões produtoras devem ser beneficiadas com chuvas leves.
Na bolsa de Chicago mercado noturno foi estável até o final da manha, quando iniciou uma alta nos preços até o final do pregão, quando recuou um pouco. A análise técnica indica baixa.

BOI GORDO
A escala de abates está abaixo da média para a época do ano.
Os custos de engorda dos bovinos está elevado, devido à alta nos preços do insumos, que são cotados em dólar.
O custo de boi magro também está em alta e deve continuar afetando a relação de troca dos pecuaristas.
O abate de fêmeas segue elevado. O que deve afetar os preços de animais no futuro.
Na BM&F o mercado continua elevando a cotação dos preços do produto em busca de patamares maiores. A análise técnica indica continuidade na elevação dos preços.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

sábado, 7 de março de 2015

Análise de 06/03

O plantio do Milho esta sendo ajudado pelo clima, assim como a colheita tanto do Milho quanto da Soja. Nas bolsas os mercados trabalham em queda na espera do relatório do USDA.

MILHO
Com a colheita do milho da safra em quase 40%, disponibiliza já produto junto a quantidade ofertada das safras passadas.
O plantio no Paraná está em 40% e no Mato Grosso em mais de 80%. Da área esperada tanto pela Secretaria de Agricultura do Paraná quanto pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária.
Esta se aproximando a época de colheita na Argentina também, que deve ser iniciada neste mês de Março.
Na BM&F o milho voltou a cair em dia de poucos negócios.
No mercado da CBOT o milho trabalhou o dia em queda, com menor expressão no noturno, porém pela manha iniciou a pressão baixista. A análise técnica indica continuidade de queda na cotação.

SOJA
A colheita de soja no Paraná está em quase 40%, e no Mato Grosso em mais 60%, esta semana a colheita adiantou devido a ajuda do clima nas regiões produtoras.
Assim como no milho a Argentina deve começar a colher a safra este mês.
Na CBOT o mercado trabalhou o noturno em estabilidade, porém pressionado pela pressão baixista, mas no inicio da tarde houve a menor cotação do dia abaixo dos US$9,80/bushel. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços da cotação

ALGODÃO
Com praticamente toda a área plantada, devemos nos ater agora ao clima, que está ajudando o desenvolvimento das lavouras.
A exportação de algodão brasileiro no mês de Fevereiro foi acima da média dos últimos anos.
Os Estados Unidos estão com quase todo o algodão exportado, comparando com os relatórios do USDA.
Na bolsa de Nova York o mercado continua pressionando os preços para baixo; sendo que esta prestes a testar a linha de sustentação.
A análise técnica indica continuidade de queda dos preços no mercado internacional.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Análise de 05/03

O milho teve uma exportação na média dos últimos anos, mas a soja teve um dos piores anos de saída de produto.

MILHO
As exportações de milho brasileiro no mês de Fevereiro ficaram na média, mas poderiam ter saído mais produto caso não houvesse a greve dos caminhoneiros, a qual dificultou, ou até parou, com a chegada de produto nos portos.
Nos Estados Unidos as exportações estão aquecidas, mas com quantidade a ser comercializada, com base nos cálculos do USDA.
Na Argentina a exportação também encontrasse aquecida e acima da média histórica de saída de produto assim como acima do esperado pelo USDA.
Na Bolsa de São Paulo o mercado teve poucos negócios e teve uma pequena queda na cotação do dia.
Na Bolsa de Chicago (CBOT) o milho trabalhou o noturno e a manha em estabilidade, mas a tarde houve uma grande volatilidade, tentando elevar os preços da commodity. A análise técnica indica uma possibilidade de alta.

SOJA
O mês de fevereiro foi um o pior mês de exportação de soja dos últimos quatro anos, porém a saída tanto de farelo quanto de óleo foi melhor que muitos anos, isto se deve a baixa comercialização do produto pelos produtores, a greve dos caminhoneiros, que assim como no milho atrapalhou a chegada nos portos, e a colheita atrasada, devido ao atraso do plantio.
As exportações norte-americanas estão quase atingindo a meta do USDA, o que pode dar sustentação para uma alta de preços.
Na Argentina a saída de produto está aquecida, mas com quantidade a ser comercializada comparando com os números do USDA.
Na CBOT o mercado trabalhou o noturno e a manha em estabilidade de preços, porém no início da tarde voltou a pressionar os preços para baixo. A análise técnica indica continuidade de baixa nos preços.


TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Análise de 04/02

Milho sobe no Brasil com alta do dólar, mas em Chicago voltou a cair. Soja rompe a linha dos US$ 10,00/bushel e pode voltar a US$ 9,70/bushel. O trigo segue em baixa.

MILHO
A comercialização do milho de primeira safra está lenta, assim como a comercialização da safrinha, segunda safra, para algumas regiões. Mas ainda há produto das safras anteriores a serem comercializadas pelos produtores.
Com a alta dos últimos dias, os produtores norte americanos realizaram a venda de produtos colhido na safra de 2014.
Na Bolsa de São Paulo o mercado seguiu a alta do último dia, apoiado nas altas do dólar. A análise técnica dá suporte para a continuidade de alta.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou no noturno em estabilidade, mas pela manha começou a cair, tendo uma pequena recuperação no final da tarde. A análise técnica indica alta, mesmo o produto fechando o dia em queda.

SOJA
Com a alta dos últimos dias, os produtores dos Estados Unidos realizaram a venda do produto, forçando o mercado da bolsa a voltar a cair.
No Brasil a comercialização da safra está próximo de 50% no Mato Grosso e menos de 20% no Paraná. O aumento da comercialização do produto no último mês se deve a alta da cotação na Bolsa de Chicago (CBOT) e também da alta do dólar.
Na CBOT o mercado continuou a queda da cotação do produto desde o início dos trabalhos noturnos e continuou em queda durante o dia, perdendo a sustentação de US$ 10,00/bushel.

TRIGO
Com mais produto no mercado interno e a retração do mercado no Brasil, as importações de trigo tem sido menos que os últimos anos e a média. Indicando que os moinhos estão com uma produção menor devido ao menor consumo de produto, o que pode fazer com que o preço do produto no mercado interno possa cair mais.
O relatório da Secretaria de Agricultura do Paraná informou que a área de produção deste ano será menor, porém com possibilidade de maior produção devido ao clima.
Ainda há produto a ser comercializado pelos produtores brasileiros, o que tem sustentado os preços em baixa.
Na Bolsa de Chicago o mercado segue em tendência de baixar a cotação tendo rompido esta semana novamente a linha dos US$ 5,00/bushel. A análise técnica indica a continuidade de baixa nos preços do produto.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 3 de março de 2015

Análise de 03/03

Milho voltou a subir tanto no mercado interno quanto no externo; porém soja não acompanha e segue em baixa na Bolsa de Chicago. Café segue tendência de baixa.

MILHO
Com previsão de chuvas para todas as regiões produtoras do país, irá ajudar ao desenvolvimento das plantas da segunda safra, assim como as plantas em final de frutificação.
Na Argentina há previsão de chuvas para esta semana, o que irá ajudar as plantas em fase de floração.
A disponibilidade de água no solo está preocupante para o Paraná, e Mato Grosso do sul, regiões em que as chuvas tem sido abaixo da média. Apesar de que em algumas regiões do Mato Grosso a estiagem já chega a vinte dias.
Na Bolsa de São Paulo o mercado voltou a elevar as cotações do produto hoje desde o início dos trabalhos pela manha. A análise técnica indica que pode-se estar em fase de reversão de tendência, podendo entrar em queda.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou em leve alta no pregão noturno, porém pela manha teve uma grande queda, mas voltou a subir a tarde, fechando o dia em leve alta. A análise técnica indica alta.

SOJA
As chuvas estão regulares nas principais regiões produtoras brasileiras, mas não tem afetado a colheita. Em algumas regiões do Mato Grosso chega-se a ter até 20 dias de estiagem.
Nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul há regiões em que a disponibilidade de água para as plantas estão baixas. Porém para o resto do país encontra-se normais.
Há previsão de chuvas para todo o país, porém sem grandes intensidades.
Na Argentina há previsão de chuvas para as regiões produtoras, aliado as boas disponibilidade de água do solo para as plantas ajudará estas que estão em fase de floração.
Na bolsa de Chicago o mercado teve um pregão noturno estável, porém pela manha, assim como no milho, teve uma grande queda chegando próximo à US$10,00/bushel; mas subiu a tarde, porém fechou o dia em leve queda. A análise técnica dá suporte para alta.

CAFÉ
As chuvas das últimas semanas nas regiões produtoras tem ajudado as plantas a se recuperarem da estiagem do final do ano passado, que atrasou a floração, e início deste ano, que dificultou os grãos em estádios de brotinho. Tem derrubado as cotações do produto, tanto na Bolsa de Nova York, quanto na de São Paulo.
O dólar se valorizando tem ajudado a baixar as cotações do produto no mercado brasileiro.
Na bolsa de São Paulo o produto segue a tendência de queda. Houve pausas na casa dos US$180,00/saca; porém voltou a cair. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços do produto.
Na bolsa de Nova York o mercado segue pressionando os preços do produto para baixo, deu uma parada por volta dos US$ 140, e hoje fechou abaixo de US$130. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços assim como no Brasil.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Análise de 02/03

Tanto no Bolsa de São Paulo (BM&F) quanto na Bolsa de Chicago (CBOT) o milho fechou em queda nesta segunda-feira. A soja voltou a cair forte no mercado externo. O boi gordo em dia de poucos negócios fechou em leve queda.
MILHO
As lavouras brasileiras estando principalmente na fase de maturação, para o milho de 1 safra, e em fase de crescimento vegetativo, para o milho de 2 safra, está em boas condições, dá sustentação para a grande produção esperada.
Na Argentina as lavouras encontram-se em fase de enchimento de grãos com boas condições de umidade de solo e em boas condições de lavouras, devem ter uma grande produção.
Na BM&F o mercado trabalhou o produto o dia inteiro em baixa com pequena recuperação nos preços no final do pregão. A análise técnica começa a dar indícios de queda na cotação.
Na Bolsa de Chicago o mercado tentou uma continuidade de alta nos trabalhos noturnos, porém pela manha iniciou a queda intensificada no início da tarde. As análises técnicas indicam continuidade de alta.

SOJA
Com lavouras em fase de frutificação ou maturação no Brasil as condições das lavouras dão sustentação para a grande produção esperada.
As lavouras argentinas encontram-se em fase de enchimento de grão ou de floração para as mais tardias, com plantas em boas condições. Assim tendo uma grande possibilidade de boas produções.
A continuidade da alta nas cotações do dólar faz o produto continuar em alta no Brasil, tanto nos portos quanto nas regiões produtoras.
A análise da CBOT mostrou que assim como no milho o mercado noturno tentou dar continuidade as últimas altas, porém no início da manha começou a cair sendo intensificado no início da tarde.

BOI GORDO
As escalas de abate estão curtas, devido tanto a falta de animais terminados, quanto aos produtores estarem segurando animais e a greve dos caminhoneiros, que tem ajudado a manter os preços em alta.
As chuvas estão próximas ao final nas regiões produtoras do centro-oeste que teve grande problemas com seca no final do ano passado e inicio deste ano. O que pode dificultar a manutenção dos animais.
O abate de fêmeas continua intenso, com riscos para o futuro.
A demanda interna por carnes está cada vez pior, devido a inflação que está diminuindo o poder de compra dos consumidores brasileiros.
Na BM&F o mercado trabalhou com aumento nos preços durante a manha, porém à tarde recuou e fechou em queda. A análise técnica indica continuidade de alta nos preços.

TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Análise de 19/02

Milho e Soja voltam a subir no mercado internacional e mais ainda no Brasil devido tanto a alta nas cotações externas quanto na valorização do Dólar.
Açúcar continua em queda, apesar de ter havido uma leve alta nos preços esta semana.
MILHO
As exportações da Argentina estão aquecidas, sendo que já saiu daquele país mais produto que era previsto pelo USDA. Nos Estados Unidos as saídas estão aquecidas, sustentando as altas do produto na Bolsa de Chicago (CBOT).
Aqui no Brasil também está sendo exportado, graças as grandes produções do ano passado e a baixa saída internacional do produto brasileiro no ano passado.
Na BM&F o mercado do milho trabalhou hoje aumentando as cotações do produto, desde os primeiros negócios do dia até o fechamento do pregão. A análise técnica indica continuidade de alta na cotação dos preços do produto.
Na CBOT expôs que o mercado trabalhou no noturno e pela manha tentando estabilidade, porém com volatilidade, no início da tarde as cotações tiverão uma grande alta, seguido por uma tentativa de estabilidade no resto dos trabalhos do dia. A análise técnica indica alta nos preços da commodity.

SOJA
As exportações brasileiras de soja estão iniciando o ano bem lentas, devido as saídas de produto no ano passado terem sido aquecidas. Na Argentina as exportações estão lentas, como no Brasil devido à saída do ano passado. E a preferência no momento pelo produto norte-americano, que está saindo mais barato que o da América do Sul.
A análise da CBOT mostrou que o mercado da soja em Chicago trabalhou o noturno em estabilidade, porém já pela manha iniciou o aumento dos preços até o meio da tarde quando teve uma pequena queda. A análise técnica indica continuidade de alta nos preços.

AÇÚCAR
Como as chuvas das últimas semanas tem ajudado as lavouras brasileiras de cana-de-açúcar, as consultorias estão prevendo um leve aumento de produção na safra 2015/2016, tanto de açúcar quanto de etanol.
A oferta mundial de açúcar em alta tem pressionado o mercado externo, fazendo com que as usinas tenham uma menor rentabilidade na exportação de produto, que está acima da média dos últimos anos, na época de entre-safra.
Na bolsa de Nova York, o açúcar teve uma queda na cotação dos preços na semana passada, porém após o feriado, nos Estados Unidos, tentou uma recuperação nos preços, mas não sustentou as altas e voltou a cair. A análise técnica continua dando suporte para queda nos preços da commodity.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Análise de 18/02

Com volta de feriado, no Brasil, o mercado do Milho sobem, e Milho e Soja nos Estados Unidos voltam a cair. Produtores norte-americanos aproveitam alta na cotação para realizarem vendas fazendo as cotações caírem.

MILHO
Os produtores brasileiros estão segurando produto tando das safras do ano passado, quanto da safrinha deste ano. Já os produtores norte-americanos realizaram vendas de grandes quantidades, após a alta na cotação ontem.
A análise da BM&F mostrou que o dia foi de grande movimentação, apesar de ter sido de menor pregão, elevando a cotação da commodity, desde a primeira hora de negociação, fechando acima da linha dos R$ 29,00/saca. A análise técnica indica a continuidade de queda nos preços.
A análise da bolsa de Chicago expôs que após as altas de ontem, houve uma pequena elevação na cotação no pregão noturno, porém voltou a cair no início da manha, fechando o dia em US$ 3,83/bushel. A análise técnica indica continuidade de queda nos preços.

SOJA
A comercialização de soja no Brasil esta em alta, comparada com a do ano passado. Já nos Estados Unidos, os produtores aproveitaram a alta nos preços ontem e realizaram a venda de grandes quantidades de produto.
A análise da bolsa de Chicago mostrou que, assim como no milho, a soja no pregão noturno tentou uma continuidade de aumento nas cotações, porém no início da manha voltou a cair, até o inicio da tarde quanto teve uma certa estabilidade. A análise técnica continua dando suporte para a queda nos preços da commodity.

TRIGO
Os produtores brasileiros tem ofertando mais produtos estas semanas, para desocupara os armazéns que receberão a soja implantada. Fazendo com que em algumas regiões os preços pagos aos produtores estão em baixa.
A análise da CBOT expôs que a semana passada foi de aumento nas cotações, assim como no milho e soja, porém esta semana o mercado começou a tentar queda já na manha de ontem, porém conseguiu recuperar um pouco as cotações, mas hoje desde o início da tarde as cotações do produto teve uma grande queda. A análise técnica dá suporte para a queda nos preços do grão.

CAFÉ
As chuvas da última semana trouxe alívio para as regiões produtoras de café, apesar de não ter recuperado as lavouras debilitadas. Há previsão da continuidade de chuvas para esta semana.
Os produtores já comercializaram grande parte da produção do ano passado, apesar da queda nas cotações nas últimas semanas.
As exportações no mês de Janeiro foi acima da média dos últimos anos, assim como superior a todos os últimos anos.
As previsões de produção para esta safra ainda é de grande quantidade, comparada ao ano passado, segundo algumas consultorias.
A análise da BM&F mostrou que a semana passada foi de uma pequena elevação na cotação dos preços, porém hoje o dia foi de queda na cotação fechando à US$ 190,00/saca. A análise técnica indica a continuidade de queda nos preços.
A análise da bolsa de Nova York expôs que a semana passada foi de ganhos de preços na cotação da commodity, porém ontem após algumas consultorias terem indicado que a quebra na safra brasileira não foi tão grande como se pensava e as chuvas que retornarão às regiões produtoras fizeram com que o mercado tivessem grande queda nas cotações, hoje o dia foi de continuidade de perdas de preços do produto. A análise técnica dá suporte para a queda nos preços da commodity.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Análise de 17/02

Após feriado nos Estados Unidos, dia do Presidente, Soja atinge os US$10,00; e Milho US$ 3,90. Juntamente com valorização do dólar produtores deverão ter uma rentabilidade próximas às do ano passado.

MILHO
Com as chuvas das últimas semanas, as condições das lavouras estão em boas ou em ótimo estados, para as lavouras de safras, e em boas condições para as de safrinhas, que estão em fase de implantação. Há previsão de chuvas para todas as regiões do Brasil que irá melhorar com as previsões de chuvas desta semana.
Na Argentina as condições das lavouras está em boas ou ótimas, com as lavouras em floração principalmente. Sendo que as condições de umidade de solo está em boas condições.
A análise da Bolsa de Chicago mostrou que hoje o mercado trabalhou muito volátio, com o noturno elevando as cotações à US$3,90, até o meio da manha quando caiu até à US$ 3,88 a tarde, onde voltou a recuperar preços fehcando à US$ 3,89.
A análise técnica dá suporte para a alta nas cotações do preços da commodity.

SOJA
As chuvas das últimas semanas ajudou as lavouras que tiveram problemas com seca no mês de Janeiro. Sendo que a maioria está em boas ou ótimas condições.
Há previsão de chuvas para as principais regiões produtoras do país. Na Argentina as condições das lavoura estão em boas ou ótimas, sendo que a maioria das lavouras está em fase de floração ou frutificação. As condições de umidade de solo está em boas condições.
A análise da CBOT expôs que o dia de hoje foi de ganhos de preços para a commodity; ela iniciou o dia no noturno em US$ 9,92, ultrapassou a resistência dos US$ 10,00 a tarde e fechou o dia em US$ 10,08.
A análise técnica indica alta nos preços, caso continua a cima dos US$ 10,00.

BOI GORDO
As chuvas das últimas semanas tem ajudado as pastagens debilitadas nas regiões produtoras. Apesar de termos animais atrasados e médias de escala de abate estar abaixo dá méida do ano passado.
As exportações no mês de janeiro foi superior à média dos últimos anos, em quantidade. Garantindo assim uma melhor renumeração ao produtor.
Na análise da BM&F mostrou que esta semana foi de ganhos de preços para os pecuaristas, assim sendo houve um ganho nas cotaçòes em todos os dias.
A análise técnica indica continuidade de ganhos de preços para os bovinos terminados.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Análise de 13/02

Em véspera de feriado de Carnaval, no Brasil, e Dia do Presidente, nos Estados Unidos, cotações de Milho, Soja e Algodão sobem no mercado externo, o Milho no mercado interno, com grande volume de negociação, segue em baixa. Dólar volta a subir e ajuda a melhorar remuneração do produtor rural, no caso da Soja e Algodão.
MILHO
Com o clima ajudando a colheita está adianta, assim está sendo comprovado uma maior produtividade nas áreas de primeira safra. O plantio de milho safrinha está quase com metade da área prevista implantada, com mais de 30% no Paraná, segundo a SEAB-PR e 45% no Mato Grosso, segundo o IMEA.
A análise da BM&F mostrou que desde o começo do dia o mercado trabalho baixando a cotação do milho fechando o dia próximo à R$ 28.60. A análise técnica indica queda nos preços da commodity.
A análise da CBOT mostrou que o noturno o mercado continuou elevando as cotações do milho, porém nos inicio da tarde voltou a cair, mas no início da tarde reverteu subiu até próximo do final do dia, fechando próximo à US$ 3,87. A análise técnica indica que o milho deve continuar a cair no longo prazo; porém esta para reverter a tendência de baixa.
Na semana a desvalorização do Milho na Bolsa de São Paulo foi de 2,55%, porém na Bolsa de Chicago houve uma leve valorização de 0.78%

SOJA
A colheita de soja está com mais de 20% das lavouras colhidas no Brasil, sendo que o estado mais adiantado é o Mato Grosso, com 35%. As áreas colhidas estão variando quanto a produtividade, porém na maioria está sendo de maior que no ano passado.
A análise da Bolsa de Chicago expôs que o noturno foi de aumento nas cotações, porém, assim como no milho, caiu no inicio da tarde, revertendo a tarde, porém antes de fechar voltou a cair, fechando o dia próximo de US$ 9,90. A análise técnica dá suporte para a queda nos preços do produto no longo prazo, porém a tendência de baixa pode estar prestes ser revertido, assim como no milho.
Na semana a valorização na CBOT foi de 1,64% para a soja; porém no Brasil a valorização foi maior devido à influencia do dólar, que também subiu.
  
ALGODÃO
O plantio no Mato Grosso está quase que completo com mais de 90% das áreas implantadas, segundo o IMEA. As condições das lavouras estão boas, motivadas pelas chuvas das últimas semanas.
As exportações brasileiras de algodão no mês de Janeiro foi superior a média dos últimos anos, porém ficou abaixo da saída do ano de 2013. As exportações norte-americanas estão próximas a atingirem a quantidade, que saiu o ano passado, porém as expectativas de saídas este ano são superiores.
No relatório do USDA divulgado na terça-feira, a expectativa de produção foi aumentada, porém em quantidade pequena. O uso do produto mundial teve uma redução significativa, especialmente na China e Estados Unidos. Há perspectivas de aumento de importação chinesa. As exportações mundiais também devem aumentar, principalmente as norte-americanas, enquanto que as indianas devem se reduzir. Os estoques mundiais devem serem superiores, puxadas pelas chinesas. Sempre comparado ao relatório do USDA do mês anterior anterior.
O Levantamento de Safras,divulgado na quarta-feira, pela CONAB. Nos informou que a área de plantio deste ano é menor que no ano passado, a produtividade deve ser parecida e a produção será menor, como a área. As regiões com condição hídrica para o cultivo são os estados do Mato Grosso, Tocantis, Maranhão e partes do Mato Grosso do Sul; sendo que partes do Mato Grosso do Sul, Goias, Minas Gerais, Bahia, Piaui e São Paulo, estão com problemas de chuvas.
A análise da bolsa de Nova York mostrou que esta semana o mercado continuou elevando os preços da commodity até US$ 63,00, no dia 10/02/15, quando teve uma pequena queda, até o dia 12/02/15 em US$ 62,20; e reverteu e fechou a semana em US$ 62.70. Lembramos que a linha de US$ 63,00, é a linha de resistência com maior força. Mas na semana houve uma . A análise técnica dá suporte para a alta nos preços do produto.
Na semana a valorização do Algodão na Bolsa de Nova York foi de 1,89%, assim como no caso da soja, no Brasil foi maior devido à valorização do dólar.
Voltarei a fazer análises apenas na Terça-feira, apenas para o mercado internacional.

TIAGO JURCA

OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.